
sexta-feira, 31 de outubro de 2008 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 07:55 | 4 comentários
As aulas

quarta-feira, 29 de outubro de 2008 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 14:56 | 0 comentários
Um quadro...
Obviamente, todo ser humano tem predileção por uma série de coisas. Nesse sentido, alguns presentes ganham um valor especial – o que não significa dizer que outros não têm valor. Eu, por exemplo, adoro livros. Prefiro-os às roupas. Adoro perfumes, mas poucos saberiam comprar de acordo com meus gostos (isto é um presente muito pessoal, que evito). E adoro quadros.
Nesta categoria, ganham ainda mais valor aqueles feitos de próprio punho. E quando são feitos exatamente para você, tornam-se mágicos. Eu ganhei um desses tempos atrás. Está pendurado na minha parede e no meu coração. A pessoa que me presenteou captou todo o meu espírito para colocar na tela. Mais que isso, ela observou meus olhares durante um tempo, sentiu meus gostos. Enfim, fez um quadro para mim, exclusivamente para mim, único.
A isso tudo soma-se a surpresa. Eu o ganhei num momento que jamais imaginaria. Não era meu aniversário, não era nada. Era, pois, um presente de amizade. Eis o melhor dos presentes, dado aleatoriamente, feito com as próprias mãos e com o coração, pensando na pessoa a ser presenteada.
Este quadro talvez nunca esteja em nenhum museu, mas para mim tem um valor incalculável. Ainda mais porque atrás dele veio uma mensagem tocante. Hoje, a cada vez que olho para ele, é impossível não lembrar de tudo. De tudo que se passou e de tudo que, um dia, quem sabe, virá.
segunda-feira, 27 de outubro de 2008 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 20:32 | 0 comentários
Você é um Homer Simpson?
Li esta entrevista algum tempo atrás e achei interessante. Gostaria de compartilhá-la. Vale a pena. Em tempo: o original foi publicado pela "Folha de S. Paulo" em 11/8/2008. A seguir vai uma versão editada por mim.
O economista norte-americano Richard Thaler, de 62 anos, é um dos expoentes da chamada economia comportamental, que analisa o impacto de aspectos emocionais no processo de tomada de decisões. Algumas idéias de seu livro mais recente "Nudge" (algo como empurrãozinho) chegaram a ser incorporadas ao programa de governo do democrata Barack Obama. Thaler define sua teoria como a tentativa de elaborar e fornecer os estímulos mais apropriados para auxiliar o cidadão comum a fazer as melhores escolhas nos mais variados aspectos de sua vida.
FOLHA - O que significa exatamente esse empurrãozinho ("Nudge")?
RICHARD THALER - É qualquer característica do ambiente que captura a nossa atenção e altera nosso comportamento.
FOLHA - O sr. menciona muitas vezes a expressão arquiteto da escolha. O que é isso?
THALER - Um arquiteto da escolha é qualquer um que projete o ambiente no qual fazemos escolhas. Considere o cardápio de um restaurante. Alguém tem de decidir em qual ordem vai apresentar os itens, como agrupá-los e como nomear cada prato. Todas essas características aparentemente irrelevantes atuam como empurrõezinhos, de modo que os arquitetos da escolha influenciam o que nós escolhemos.
FOLHA - O sr. afirma que nós estamos mais próximos do Homer Simpson do que do dr. Spock, de "Jornada nas Estrelas". Somos menos espertos do que os economistas em geral pensam?
THALER - Os economistas inventaram um ser imaginário, muito parecido com Spock de "Jornada nas Estrelas". No livro nós nos referimos a essa criatura imaginária como "econ" [algo como homem econômico]. Econs são muito espertos e não sofrem de qualquer tipo de problema de autocontrole. Eles podem calcular qual é a melhor hipoteca com facilidade e nunca comem ou bebem demais. Os economistas inventaram os econs porque é fácil escrever modelos matemáticos para essas criaturas. Mas infelizmente para eles [os economistas], o mundo é repleto de gente real, que tem problemas em fazer divisões complexas sem ajuda de uma calculadora e que de vez em quando acorda com enxaqueca. Os economistas comportamentais estão trabalhando na criação de modelos econômicos melhores por meio da incorporação de características humanas nas suas formulações.
FOLHA - Há algum exemplo de sucesso do uso do empurrãozinho?
THALER - Darei dois exemplos. O primeiro é o do aeroporto de Schiphol, em Amsterdã, onde se gravou a imagem de uma mosca dentro do urinol no banheiro dos homens, bem próximo do escoadouro. Acontece que se você dá aos homens um alvo, eles miram nele e como resultado, o "transbordamento" caiu 80%. Em um aspecto bem mais importante, em muitos países são oferecidos aos trabalhadores fundos de pensão de contribuição definida, que são um bom negócio para os trabalhadores, mas muitos nunca chegam perto de assiná-los. Uma técnica que tem se mostrado de muito sucesso em acelerar o registro é mudar a opção-padrão. No fundo usual, quando um trabalhador se torna elegível a participar do plano, ele recebe primeiro uma série de formulários para preencher. Se ele não preenche os formulários, não é registrado no fundo. A alternativa é chamada "registro automático". Nesse esquema, o trabalhador recebe uma pilha de formulários mas é dito a ele que, se não preenchê-los, ele será registrado com uma determinada estratégia de investimento. Esse plano funciona e está sendo adotado ao redor do mundo.
FOLHA - O senhor defende uma idéia de nome bastante curioso, "paternalismo libertário". O que é isso?
THALER - A idéia do paternalismo libertário soa como um paradoxo, mas em nossa concepção não é. Por libertário nós nos referimos à liberdade de escolha. Por paternalismo queremos dizer ajudar as pessoas a fazer melhores escolhas, como avaliado por elas mesmas.
FOLHA - O que o governo pode fazer para ajudar o cidadão a fazer escolhas mais saudáveis como parar de fumar ou seguir uma dieta adequada?
THALER - Uma forma simples de ajudar na questão da obesidade é fornecer às pessoas melhor informação. Em Nova York, foi aprovada uma lei que exige dos restaurantes de fast food que exibam o número exato de calorias ao lado de cada um dos itens mencionados no cardápio do cliente. Isto pode atuar como um empurrãozinho em direção a hábitos alimentares mais responsáveis. As famílias também têm a possibilidade de adotarem seus próprios empurrõezinhos. A melhor maneira de perder peso é comer em pratos menores.
FOLHA - Uma de suas idéias mais curiosas é a de um software para evitar e-mails furiosos. Como isso funcionaria?
THALER - Todos nós já escrevemos um e-mail colérico do qual nos arrependemos assim que apertamos o botão "enviar". O software que esperamos detectaria e-mails raivosos (não me pergunte como) e enviaria ao usuário a mensagem: "Este e-mail aparece estar cheio de emoção! Tem certeza de que pretende enviá-lo?" A opção-padrão seria mandar o e-mail para um arquivo temporário, talvez chamado purgatório, onde ele permaneceria até que o usuário decidisse enviá-lo.
sexta-feira, 24 de outubro de 2008 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 11:35 | 4 comentários
Para se emocionar
"Não posso tocar piano". Esta frase foi dita por um dos maiores intérpretes de Johann Sebastian Bach no mundo. Brasileiro e pianista, João Carlos Gandra da Silva Martins esteve ontem em Limeira participando da 15ª Semana Unimediana, no Teatro Vitória. O motivo? Superação.
João Carlos Martins, que está em Limeira pela segunda vez, falou sobre como superou as dificuldades que passou em sua vida. No auge de sua carreira, um acidente jogando futebol lhe tirou os movimentos do braço esquerdo. Uma pedrinha entrou em seu braço, perto do cotovelo, rompendo um nervo.
Com vários tratamentos, recuperou parte dos movimentos da mão. Com o correr dos anos, porém, desenvolveu a doença chamada lesão por esforço repetitivo (LER) e novamente teve que parar de tocar. E, desta vez, acreditou que era para sempre. Vendeu todos os seus pianos e se tornou treinador de boxe, mas sua paixão o fez retornar. "Comprei novos instrumentos e tentei utilizar ao máximo os movimentos das minhas mãos, criando o meu estilo de tocar", contou.
Ao realizar um concerto na Bulgária, sofreu um assalto e um golpe na cabeça lhe fez perder parte dos movimentos de suas mãos novamente. Ele, porém, não desistiu. "Temos que perseguir nosso sonho sempre. Se você acha que não vai conseguir, continua a perseguir o seu sonho. Um dia o sonho começa a atropelar você", enfatizou o maestro.
Para o maestro, tudo o que ele passou serve para as pessoas se inspirarem nele. "Minha responsabilidade é enorme. Não faço milagres. Se pudesse fazer, faria um para mim. Dou uma palavra de estima, de ajuda, que nem tudo está perdido", fala.
O músico diz estar em um momento mágico em sua vida. Que, apesar de hoje não poder tocar piano, tem tudo guardado em sua memória e que ele faz de sua vida como o jogo da Poliana. "Se tenho um pouco de dor, mas mesmo com ela posso tirar um som bonito do piano, por menor que o som seja, ele é bem mais importante do que a dor".
E completa: "vivo um momento mágico. Fiz 1,5 mil concertos pelo mundo e gravei a obra completa de Bach em 35 CDs. Isso ficou guardado em uma caixinha de minha vida, na minha memória, onde eu sei que cumpri minha missão. Agora, Deus me deu outra missão, que é reger".
Fonte: "João Carlos Martins, um exemplo a seguir", matéria redigida por Mariele Parronchi e publicada no Jornal de Limeira de quinta-feira 23/10/2008
terça-feira, 21 de outubro de 2008 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 19:39 | 1 comentários
Olha o Piscitas aí!
Para quem ainda não conhece meu blog sobre viagens, o Piscitas, eu recomendo - acessem e espalhem hehehe. O endereço é: http://www.rodrigopiscitelli.blogspot.com/
segunda-feira, 20 de outubro de 2008 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 09:48 | 3 comentários
Precocidade
Nessa tragédia toda ocorrida em Santo André e que dominou os noticiários na última semana, um detalhe me chamou a atenção: o ex-namorado/seqüestrador estava inconformado com o fim de um relacionamento de três anos.
Longe de querer fazer julgamentos, mas se hoje ele tem 22 e Eloá, a ex-namorada assassinada, tinha 15, ambos começaram a namorar respectivamente com 19 e 12 anos.
Sei que os pais dificilmente controlam a vida dos filhos quando estes tornam-se adolescentes. Ainda assim, seria interessante uma discussão a respeito do início cada vez mais precoce da vida sexual e amorosa das crianças/adolescentes. Isso, obviamente, não explica a tragédia, mas dificilmente se terá numa relação dessas (ela com 12 anos, ele com 19) um resultado sadio - ainda que não necessariamente trágico.
sexta-feira, 17 de outubro de 2008 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 00:48 | 0 comentários
Você é um "glocal"?
O jornalista Gilberto Dimenstein escreveu recentemente um artigo ("Santo de casa faz milagre") na "Folha de S. Paulo" em que comenta sobre São Paulo. O artigo tem uma definição interessante sobre a cidade.
"Centro financeiro do país e sede da mais importante Bolsa de Valores entre as nações emergentes, nenhuma cidade brasileira está tão conectada com a crise econômica como São Paulo -isso faz com que Londres, Nova York e Tóquio pareçam vizinhos geográficos. Mas os movimentos dos pregões e das urnas eleitorais mostram uma aparente contradição: a cidade está cada vez mais cosmopolita e, ao mesmo tempo, mais provinciana.
A principal mensagem das urnas, pelo menos até o primeiro turno, é simples. O eleitor não está preocupado com os partidos, ideologias de 'esquerda' ou de 'direita', sucessão estadual ou presidencial - ele quer saber, basicamente, quem pode diminuir os seus tormentos numa cidade caótica.
Palavra associada ao atraso, provinciano se traduz hoje em avanço -aliás, há muito tempo já se fala nos seres 'glocais', que vivem a globalização e valorizam o local."
Está aí, gostei do termo: sou um "glocal" (mesmo não morando em São Paulo).
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 00:35 | 0 comentários
A terceira mensagem
Fechando a trilogia bíblica, eis a terceira mensagem que move a minha vida (as duas anteriores estão algumas postagens atrás). Vem de João, 14:6.
"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim."
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 00:23 | 0 comentários
Uma grande família
PS: não estou muito inspirado para escrever, mas queria fazer esse registro. Está feito!
terça-feira, 14 de outubro de 2008 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 21:38 | 1 comentários
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| Postado por Rodrigo Piscitelli às 21:01 | 2 comentários
Como Deus quiser
Beber nos faz pensar. Não sei a razão. Eu adoro beber e pensar. Com boas companhias, melhor ainda. Às vezes a gente bebe e até se diverte, mas acaba ali. Numa diversão. Outras vezes é diferente. O foda é que normalmente eu sempre fico falando mais - e as bebedeiras são úteis para mim. Para os outros, são mera diversão. Eles não têm a oportunidade de falar. Ou não querem falar, sei lá. Eu não perco a oportunidade. Acho que por isso sou um tanto chato.
Decidi nesta postagem fazer uma experiência diferente. Escrever o que me viesse à mente, ainda que não fizesse tanto sentido. Não, não estou bêbado. Precisaria de muito mais para isso. Contudo, estou escrevendo na varanda de casa, no início da madrugada, com um bom ar. Isto é inspirador.
Adoro escrever. Se pudesse, passaria a vida escrevendo. Alguém quer me pagar para isso? Hahaha, de certo modo eu ganho para isso, para escrever. Só não quero a parte chata desse negócio. Deixa para lá. Os raríssimos que me conhecem entendem.
Tenho ouvido algumas coisas interessantes ultimamente. Tenho medo disso. A vida não é só um mar de rosas.
Isso realmente está um tanto louco. Parece coisa de...bêbado. Não, não estou bêbado.
Nossa, hoje fui assistir à Winner. Vencemos o Conti/Assis. O time dos caras é bom, sempre dá trabalho. Não jogamos tão bem, mas foi um bom jogo. Disputado. Saí do ginásio meio sem voz e suado, muito suado. Passei quase meia hora em pé, gritando. Meus Deus, o jogo de basquete é desestressante. Não sei como meus amigos ainda não se tocaram disso. A gente grita, xinga e torce. E a hora que o juiz apita o final acabou. Todo o estresse acaba ali.
Não que eu esteja estressado. Não estou tanto. Já estive bem mais. Estou até um tanto relax. "Conto os dias, conta as horas para..." ... Te ver? Talvez.
Nossa, essa experiência é interessante. Tentar acompanhar o ritmo do pensamento. Difícil.
Sei que muitos vão considerar esta postagem imbecil. FODAM-SE!!! Não escrevo para vocês, escrevo para mim. Não perceberam ainda?
"Como será amanhã?
Responda quem puder
O que irá me acontecer?
O meu destino será como Deus quiser
E vai chegando o amanhecer
Leio a mensagem zoadiacal
E o realejo diz
Que eu serei feliz, sempre feliz"
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 10:45 | 0 comentários
Outra mensagem
Este é o segundo trecho que move minha vida (o primeiro foi postado na sexta-feira, dia 10/10). Vem de Salmos 23:
"O Senhor é o meu pastor, nada me faltará."
domingo, 12 de outubro de 2008 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 20:56 | 3 comentários
Homens na cozinha
Li hoje uma interessante reportagem na "Folha de S. Paulo", assinada por Alexandre Nobeschida, sobre a tendência cada vez maior dos homens irem para a cozinha. Segundo a reportagem, muitos utilizam esse expediente como diferencial de conquista. "As mulheres hoje não têm muito tempo para cozinhar ou não gostam de cozinhar. Quando eles sabem cozinhar, isso desperta um fascínio nas mulheres", diz na reportagem o terapeuta sexual Haruo Okawara.
Já a coordenadora do Projeto Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, Carmita Abdo, aponta que este novo homem "passa uma imagem de ser menos machista, menos ligado aos valores tradicionais, menos preconceituoso, mais carinhoso e mais atento às novas tendências".
Estes novos personagens já ganharam um rótulo. São os gastrossexuais. Em tempo: tenho sempre um pé atrás com estes rótulos. Eles são extremamente estereotipados - significa que colocam na pessoa uma série de características que ela necessariamente não possui. São como os itens de série num automóvel.
Voltando ao assunto principal: conforme a reportagem, tanto quanto uma conquista, a ida do homem à cozinha está ligada a outros fatores também: 1) a chegada da mulher ao mercado de trabalho e a conseqüente divisão de tarefas de casa; 2) a necessidade (por serem solteiros); 3) o "nesting" (reunião de um grupo de amigos que degustam pratos elaborados em casa); e 4) exibicionismo (de suas habilidades e de seus apetrechos).
Acredito que, em maior ou menor grau, todos estes fatores estão presentes na maior parte dos casos. Alguns deles, como o item 1, são nítidos na nova sociedade brasileira.
Desde que eu fui morar fora durante a faculdade, tive que aprender a cozinhar (a tal necessidade). Do básico ensinado pela minha mãe (arroz e bife), fui aumentando o cardápio por conta própria (afinal, seria impossível passar quatro anos só com arroz e bife...). Isso não significa sofisticando-o (gosto do básico e não tentei ainda fazer nada sofisticado). Em todo caso, aprendi a me virar. Apesar disso, são raras as pessoas que já me viram em ação.
Tenho um amigo que é, para usar o termo da moda, gastrossexual. Não sei exatamente qual dos itens apresentados na reportagem o motiva mais. Acho que é o item 3. Ele cozinha muitíssimo bem (veja a diferença: eu me viro; ele cozinha). Soma-se a isso sempre uma boa música, cerveja e um ótimo papo. Ou seja, participar do seu "nesting" é sempre um prazer (se fosse possível, faria isso semanalmente hehe).
Eu ainda não tive coragem de preparar nada para terceiros (só para o pessoal da dona Maria porque se eu não fizer isso aquele povo não faz nada). Um dia, quem sabe, promoverei o meu "nesting". Até lá, aceito convites.
PS: quem quiser ver a reportagem, basta acessar http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1210200801.htm.
sexta-feira, 10 de outubro de 2008 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 23:23 | 1 comentários
Miró e eu
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 23:17 | 0 comentários
Mensagem
Há três frases bíblicas em especial que conduzem a minha vida. Faço questão de compartilhá-las com vocês, uma a uma. A primeira é de João, 14:1.
"Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim."





