Comerciantes sentem no bolso o fiasco da seleção:
Ao contrário do que disse Ronaldo, os hospitais foram essenciais na Copa:
* Reflexões sobre uma incessante busca *
segunda-feira, 14 de julho de 2014 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 07:50 | 0 comentários
Comerciantes sentem no bolso o fiasco da seleção:
Marcadores: Copa, reportagem, telejornalismo, trabalho, TV Cultura
segunda-feira, 16 de junho de 2014 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 07:43 | 0 comentários
Marcadores: Brasil, Copa, Copa do Mundo, corrupção, esporte, Fifa, futebol, Joseph Blatter
quarta-feira, 28 de maio de 2014 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 21:27 | 0 comentários
"Pagode" agora pertence à Fifa:
Eduardo Campos no "Roda Viva" (TV Cultura):
Marcadores: Copa, Eduardo Campos, eleições, reportagem, telejornalismo, trabalho, TV Cultura
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 03:30 | 0 comentários
Marcadores: Brasil, Copa, esporte, futebol, John Carlin
sexta-feira, 21 de junho de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 11:36 | 0 comentários
Rodrigo Dayrell – “Protestar é legítimo, mas quando não se tem líderes formados corre-se o risco do movimento crescer demais (como já cresceu) e ficar incontrolável. E isso é péssimo, pois abre espaço pra bagunça e aproveitadores e as consequências podem ser desastrosas pra todo mundo.”
Pensadortranquilo – “A copa é uma herança do Sr. Lula, que neste momento está escondido, quietinho, aguardando ser chamado para ser o salvador da Pátria.”
Ronald Nowatzki - “Fico indignado quando vejo comentários de pessoas que ainda acreditam que a solução deste país está no voto, no ano que vem. Estes que acham que a solução está no voto, por favor me deem o nome do ‘Salvador da Pátria’, mas por favor mencione o nome do partido que ele pertence, e qual será a solução mágica que ele vai fazer para resolver os problemas deste pais. O Brasil acordou, ainda que meio sonâmbulo, mas andando e tentando achar o caminho, e o mais importante é que não é partidário, e sim por reais mudanças. O sentido é este, o povo cobrando e fiscalizando, e não querendo deixar nas mãos de um ‘Salvador da Pátria’.”
Marcelo Silva – “E qual outro país poderia sediar a Copa? É claro que Alemanha, França, Inglaterra, Japão, Estados Unidos e alguns outros possuem uma infraestrutura urbana muito superior à do Brasil, mas... suas economias estão quebradas, à beira da recessão. Ou já se esqueceram que, outro dia, Obama teve que aumentar o teto da dívida pública americana de 14 para 16 trilhões de dólares?
Alexandre Aquino – “Nesses países citados existe respeito e trabalho honesto.”
CarlosEr – “Eu acho que todos estamos brincando com fogo. Não acho muito sensato elogiar, sem colocar algumas ressalvas, manifestações que querem incendiar o Itamaraty ou ameaçam pessoas, e que têm orientações tão opostas como tarifa zero de ônibus e deixar de pagar impostos porque a classe média está sendo massacrada. É lógico que precisamos ouvir o que as pessoas estão dizendo, pensar e tentar agir rápido para a situação não sair do controle, mas tem muitos que querem agora exatamente isso: que saia do controle. Não acho que leve a nada, senão ao caos. E não me venham com que já era um caos porque isso é um absurdo sem sentido.”
Atahualpa – “Todos nós estamos criticando a FIFA, mas temos que reconhecer que não foi a FIFA que veio ao Brasil se ajoelhar para realizarmos a Copa. Igualmente as Olimpíadas. Sabemos dos nomes dos que estavam em Londres, Suíça, etc. E mais, não foi a FIFA que exigiu TANTAS SUBSEDES e sim a demagogia de nossos políticos, que pensavam na eleição de 2014.”
“(...) Para todas as realizações do Brasil ao longo dos últimas décadas - uma economia mais forte, as eleições democráticas, mais dinheiro e atenção voltadas para as necessidades dos pobres - ainda há uma enorme distância entre as promessas dos governantes de esquerda do Brasil e as duras realidades do dia-a-dia fora da elite política e empresarial.
O Banco Mundial lista o Brasil como a sétima maior economia do mundo, mas o coloca nos últimos 10% em igualdade de renda. Seus adolescentes de 15 anos de idade estão próximos da parte inferior dos rankings globais de habilidades de leitura e de matemática. Uma sucessão de seus principais políticos têm sido implicados em esquemas flagrantes de propina e outros desvios de dinheiro público. (...)”
Marcadores: Brasil, Copa, democracia, protesto, sociedade
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 11:02 | 0 comentários
segunda-feira, 17 de junho de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 09:31 | 0 comentários
"Me dói dizer isto, mas realmente não estamos preparados para estes eventos."
A frase acima foi dita por um amigo que viajou até Brasília (DF) no final de semana para acompanhar o jogo de estreia do Brasil na Copa das Confederações - e de abertura do torneio que serve de teste para a Copa do Mundo de 2014.
Para quem tem viajado pelo país nos últimos tempos, a observação não é surpresa. Já registrei neste blog que os aeroportos estão caóticos. A infraestrutura das cidades em geral (incluindo a prestação de serviços) também deixa muito a desejar para um evento do nível da Copa. Quem já viajou ao exterior, principalmente Estados Unidos e Europa, fica ainda mais assustado com a falta de preparo.
Às vésperas da Copa das Confederações, voltei a usar o Aeroporto Internacional de Guarulhos, recém-concedido à iniciativa privada. O que vi foi o caos habitual. Quatro discussões acaloradas numa fila mal organizada, sem começo nem fim, para acessar a Receita Federal (porta de saída para quem chega de voos internacionais). Banheiros sujos e fedendo. Falta de informação e uma muvuca (para usar um termo bem brasileiro) no embarque, com superlotação no pequeno espaço reservado aos voos nacionais do tal "portão 1".
Em Recife (PE), como vi na imprensa, faltou campo para as seleções do Uruguai e Espanha treinarem, o que provocou reclamações formais à Fifa (Federação Internacional de Futebol).
Por fim, outra observação feita pelo mesmo amigo que foi a Brasília: "o estádio é 'fudido', mas tem fila para tudo".
Como resumiu a revista "Veja" em seu especial da edição 2.325, ano 46, número 24, de 12/6/13: "Muito se pergunta sobre os benefícios que os três grandes eventos esportivos - a Copa das Confederações, a Copa do Mundo e a Olimpíada de 2016 - deixarão para a precária infraestrutura brasileira. Serão poucos. Das obras de mobilidade urbana prometidas para 2014, apenas 15% estão concluídas e os novos aeroportos não decolaram. A festa seria mais bonita se ela fosse real também fora dos estádios e da TV".
"Teremos belos templos de futebol, mas a julgar pelo ritmo das obras vitais de infraestrutura, como a ampliação de aeroportos e as melhorias no transporte público das cidades, ainda falta muito para que a Copa das Confederações e, no ano que vem, a Copa do Mundo sirvam de pretexto para um Brasil mais moderno e cuidadoso com os cidadãos que pagam impostos. O tempo correu, muito dinheiro foi gasto apenas como estádios de padrão internacional, e o legado talvez pare por aí. É pouco."
Em tempo: o estádio nacional de Brasília - que custou R$ 1,2 bilhão (a mais cara de todas as arenas a serem usadas na Copa) - tinha sérios problemas no gramado no jogo do Brasil, algo inaceitável para uma partida de nível internacional. E não quero nem entrar no mérito de que o estádio vai virar um elefante branco após a Copa...
PS: dentro de campo, pelo menos, a seleção brasileira começa a dar sinais de ajuste (em que pese a fragilidade do adversário da estreia).
Marcadores: aeroportos, Brasil, Copa, infraestrutura
sexta-feira, 5 de abril de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 18:39 | 0 comentários
Olha o velho novo Maracanã aí gente, quase pronto (?) para a Copa das Confederações! Custo da reforma até aqui: R$ 932 milhões. E o estádio nem servirá para as Olimpíadas.
Marcadores: Copa, esporte, estádio, Maracanã, Rio de Janeiro