"Se um táxi poluente pode rodar, eu também posso".
Eis a frase síntese do pedicab, meio de transporte alternativo-improvisado que virou mania-moda em Nova York (EUA).
Como tudo por lá prospera rápido, já tem até associação. São centenas de motoristas-ciclistas - competindo por passageiros e, logo logo, pelo domínio da paisagem urbana com os tradicionais táxis amarelos.
No vídeo da "The New Yorker", um passeio pela cidade com Gregg Zuman, o autor da frase que abriu esta postagem:
Segundo a revista, o sucesso do negócio depende da arte da negociação oral. "Tem que ser bom nisso para sobreviver".
Zuman, porém, acrescenta um outro ingrediente - e "ele acredita no que vende", cita a New Yorker": promover um passeio agradável. "Estamos buscando tornar a cidade um lugar melhor, então a negociação difícil - quando eu gasto quatro minutos falando para um potencial cliente depois deles dizerem não cinco vezes - muitas vezes realmente vale a pena. Eu posso fazer as pessoas felizes, sabe?".
terça-feira, 24 de setembro de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 13:28 | 0 comentários
Um giro de pedicab por NY
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 07:33 | 0 comentários
Alguns
Já que numa recente postagem expus alguns quadros de alguns dos meus pintores favoritos, aí vão mais alguns. Começando com o surrealismo de Salvador Dalí:
A obra acima é "As acomodações do Desejo" (1929). O que segue abaixo é "Visões da eternidade" (1936-7):
Na sequência, a explosão de cores de Joan Miró (não anotei os títulos das obras):
Os quadros estão no MoMA, em Nova York, e no Instituto de Arte de Chicago (EUA).
domingo, 15 de setembro de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 10:23 | 0 comentários
A cidade de cada um
Navegando pelo Webstagram de Pedro Andrade, um dos membros do programa "Manhattan Conection" (GloboNews, dom., 23h), encontrei várias fotos de Nova York - cidade onde ele mora e que eu sonho morar (um dia, quem sabe, talvez...). Por coincidência, encontrei imagens de lugares que também fotografei, por ângulos e olhares diferentes, e outras que me remeteram a imagens feitas por mim.
A união de umas e outras ficou bem curiosa. Veja - lembrando que a primeira foto de cada item é do Pedro (as dele são sempre melhores) e as outras são minhas:
1 - Os prédios
2 - A vista a partir do High Line Park:
3 - Os prédios de tijolos vermelhos e os grafites e propagandas:
Por fim, como Nova York merece, mais algumas fotos do Pedro:
terça-feira, 3 de setembro de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 21:00 | 0 comentários
Os bancos de Nova York
Antigamente, era comum os bancos das praças - principalmente nas cidades do interior - terem propagandas do comércio local. Muitos destes bancos, feitos de concreto, ainda estão por aí (em Limeira e Iracemápolis sei que eles existem). As propagandas, creio, ajudavam na manutenção das áreas verdes.
Em Nova York (EUA), os bancos do Central Park também possuem mensagens, mas não são propagandas. Eles contêm recados - na maioria das vezes póstumos - que servem como homenagens.
Eis alguns exemplos:
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quarta-feira, 20 de março de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 23:19 | 0 comentários
A aula (ou um dia no museu)
Felizes aqueles que podem aprender "in loco", nos museus, vendo e tocando aquilo que a maioria de nós, mortais, só conhecemos pelos livros ou pela Internet.
A foto é de uma aula sobre arte grega (ou egípcia, sei lá...) no Metropolitan Museum, em Nova York (EUA).
Sobre isto, leia a postagem "Muito prazer, Davi!" do blog Piscitas - travel & fun.
terça-feira, 13 de novembro de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 17:19 | 0 comentários
NY contra o crime: um exemplo
“Em Nova York, pagávamos para o motorista de táxi esperar na
calçada até termos trancado a porta de entrada com segurança. Estávamos sempre
conscientes de qualquer pessoa em nossa proximidade imediata. Ninguém ficava
conversando na rua, mas tínhamos de estar alerta o tempo todo. Cuidávamos de
ter sempre ao menos 20 dólares no bolso toda vez que saíamos de casa, para o
ladrão não nos dar um tiro por frustração, mas tínhamos também o cuidado de não
levar mais – nem de estar muito bem-vestidos. Sempre que saíamos à noite,
deixávamos o rádio ligado e a luz acesa para desencorajar os ladrões. Ao nos
aproximarmos de nosso prédio, já preparávamos a chave com a mão no bolso para
não perder nem um segundo mais que o necessário diante da porta. Caminhávamos
em linha reta pela calçada e só no último momento virávamos para nossa porta,
para não dar nenhum indício de nossas intenções ou nossa vulnerabilidade a
algum malandro de plantão. No metrô, ninguém olhava para os outros passageiros.
(p. 52-3)
quarta-feira, 17 de outubro de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 21:49 | 0 comentários
Espetáculo!!!
Viajar por vezes proporciona experiências incríveis, únicas, indescritíveis.
Eu, por exemplo, não consigo encontrar palavras para descrever à altura tudo o que vivi durante os episódios que mostro a seguir - talvez o amigo Carlos Giannoni de Araujo, que me acompanhou, consiga exprimir o que vimos.
Em Nova York (EUA):
Em Boston (EUA):
Em Montreal (Canadá):
* As fotos são minhas e do Carlos
quarta-feira, 5 de setembro de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 09:30 | 0 comentários
Reflexões nas paredes
Vi esta frase estampada numa parede da ONU (Organização das Nações Unidas), em Nova York (EUA):
Diz mais ou menos assim: "A ONU não foi criada para levar a humanidade para o céu e sim para livrá-la do inferno".
Já a frase abaixo estampa uma das paredes da entrada do Museu de História Natural, também em NY:
Diz mais ou menos assim: "A utilidade do homem depende da sua vida aos seus ideais na medida em que ele possa realizar. É difícil falhar, mas é pior nunca tentar ter sucesso. Toda ousadia e coragem, toda a paciência da desgraça contribuem para um tipo mais fino de nobreza do homem. Só os que estão aptos a viver que não temem morrer e ninguém está apto a morrer que não tenha se encolhido da alegria da vida e do dever de viver".
Em tempo: troquei o termo "masculinidade" por "homem" por considerar este último mais genérico e apropriado para o que a mensagem pretende dizer.
terça-feira, 4 de setembro de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 09:30 | 0 comentários
Produtos do Brasil
É engraçado verificar como os estrangeiros enxergam os brasileiros. Via de regra, prevalecem os estereótipos (tal qual nós, brasileiros, fazemos em relação aos estrangeiros).
Na sede da ONU (Organização das Nações Unidas), em Nova York (EUA), há uma lojinha com produtos de diversos países. Do Brasil, há pedras em geral e bonequinhos de baianas:
Já no Royal Ontario Museum (ROM), em Toronto (Canadá), chamou minha atenção na loja pequenos frascos de vidro com um artefato dourado reluzente. Fui ver o que era e um pequeno cartaz informava: ouro, 4,99 dólares canadenses a garrafinha. Achei interessante, seria uma lembrança curiosa e diferente.
Ao checar a etiqueta, de imediato li algo que soou familiar: "Made in Brazil". Ouro do Brasil...
Em tempo: não comprei nenhum destes produtos.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 10:00 | 0 comentários
Voltando no tempo em NY
Na Toys´r´Us, uma das maiores e mais fantásticas lojas de brinquedos do mundo, localizada na Quinta Avenida, em Nova York (EUA), relembrei a infância na seção do Playmobil:
E na loja da M&M´s, o colorido dos confetes:
* As fotos são minhas e de Carlos Giannoni de Araujo
Marcadores: curiosidade, EUA, Nova York, NY, viagens
sexta-feira, 14 de outubro de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 21:13 | 0 comentários
Arte em NY
Marcadores: arte, cultura, John Lennon, NY
quarta-feira, 14 de setembro de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 22:20 | 0 comentários
NY: uma lição para o mundo
Hoje existem três tipos diferentes de nova-iorquinos: as pessoas que agem como se tivessem nascido aqui, que se sentem "donas" da cidade, mesmo que tenham se mudado para cá depois de concluírem a faculdade; as pessoas que estão aqui e gostariam de estar em outro lugar, tão tóxica a cidade já se tornou para elas; e os nova-iorquinos virtuais do mundo inteiro, que vivem em cidades que vão de Sarajevo a Santiago e gostariam de morar em Nova York.
Esses são os três estados de espírito nova-iorquinos, e o que eles têm em comum é o anseio e um elemento de autoilusão. Esta é uma cidade de sonhadores e insones.
As pessoas vêm para cá, vindas de partes do mundo onde estavam a se matar, mas em Nova York elas vivem ao lado de seus antigos inimigos, e os seus filhos namoram as filhas deles. Como acontece esse milagre do dia a dia?
Se entendermos como Nova York funciona, poderemos enxergar como poderia funcionar em outras cidades, como as cidades-campos de batalha da Europa.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 20:11 | 0 comentários
Destino
Cidades que eu adoro, cosmopolitanas como elas só, onde um dia eu vou morar:
* A primeira foto, de Nova York, é de autoria do jornalista Flávio Fachel, correspondente da TV Globo nos EUA; a segunda, de Londres, foi retirada do blog Londres para Principiantes
Marcadores: Flavio Fachel, fotos, Londres, Nova York, NY
quinta-feira, 11 de agosto de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 19:30 | 0 comentários
Visões de correspondentes
Belas imagens captadas por dois jornalistas correspondentes da TV Globo nos Estados Unidos. A primeira é de Long Island City, em Nova York, foto de Jorge Pontual:
Esta outra é Coney Island, também em NY, foto de Flávio Fachel:
domingo, 10 de julho de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 18:28 | 0 comentários
A cidade e nós
Impossível não ficar emocionado quando se caminha neste parque suspenso - cheio de árvores, flores e gente -, que, até há pouco tempo, era um viaduto abandonado e sombrio, em via de ser derrubado.
* No blog Piscitas – Travel & Fun, descrevi a sensação de conhecer o High Line. Para ler, clique aqui.
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