Belíssima história, inspirada em fatos reais, sobre a luta da sociedade pela democracia no Chile:
domingo, 13 de abril de 2014 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 20:55 | 0 comentários
"No"
quarta-feira, 11 de setembro de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 19:36 | 0 comentários
Para não se esquecer
PS: postei o texto na íntegra como lembrança do golpe militar e da posterior sangrenta ditadura de Pinochet no Chile. O golpe faz nesta quarta-feira 40 anos. É uma forma de fazer com que o terror comum a toda ditadura não seja jamais esquecido para que nunca se repita.
Marcadores: Chile, Clóvis Rossi, ditadura, história, Pinochet
segunda-feira, 26 de agosto de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 12:00 | 0 comentários
Amém!
domingo, 2 de junho de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 00:14 | 0 comentários
Por aí
Gosto muito de postagens sobre turismo. Outro dia vi uma série do UOL sobre hotéis com belas vistas. Uma das paisagens é das cataratas do Niagara, na divisa entre o Canadá e os Estados Unidos.
Estive lá em abril de 2012. A vista mostrada na série (que menciona apenas um hotel) é flagrada a partir dos vários hotéis que ficam na parte alta da cidade:
A vista de lá pode ser vista (a repetição da palavra foi intencional) aqui.
Outra série recente abordou estradas curiosas pelo mundo. Passei por duas delas. Uma foi a Overseas Highway, a rodovia que liga a região de Miami às Flóridas Keys (região cuja cidade mais famosa é Key West):
Leia mais sobre o passeio até Key West aqui.
A outra estrada foi nos Andes, não no mesmo trecho mostrado:
O passeio pelos Andes pode ser visto aqui.
domingo, 1 de janeiro de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 19:33 | 0 comentários
Flagrante chileno 4
Terremotos são dos fenômenos naturais mais devastadores que existem. Deixam marcas profundas, nas pessoas e nas estruturas das cidades. Por isso, estar num lugar foco de tremores de terra é um tanto estranho.
Já estive no Japão e na Califórnia, onde ocorrem dezenas de pequenos (e imperceptíveis) tremores todos os dias. Embora não tenha vivenciado nenhum tipo de problema do gênero durante minha estadia nestes dois lugares, uma sensação estranha nos acompanhava sempre e era presente a ideia de que algo podia ocorrer a qualquer momento.
Recentemente, estive no Chile - outro local foco de terremotos. Confesso, porém, que não havia me tocado deste fato até que notei em frente ao hotel em Santiago um prédio todo rachado. Vi que era resultado, provavelmente, do grande temor que atingiu o país em 27 de fevereiro de 2010. Na ocasião, mais de 300 pessoas morreram (leia mais aqui).
Depois, em Viña del Mar, o motorista nos levou ao Parque Vergara - onde fica a mansão que pertenceu à família de mesmo sobrenome (e que doou aquela área ao governo). A tal mansão estava fechada para reforma, justamente em razão dos estragos causados pelo último grande terremoto, o de 2010.
PS: quem quiser ler relatos sobre viagens, basta ir ao blog Piscitas - Travel & Fun.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 17:30 | 0 comentários
Flagrante chileno 3
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 18:30 | 0 comentários
Flagrante chileno 2
terça-feira, 20 de dezembro de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 16:40 | 0 comentários
Flagrante chileno 1
Eis aí uma coisa meio comum em Santiago, capital do Chile...
Em tempo: pelo que vi, costumam funcionar 24 horas. Sim, pode-se fazer uso das "mercadorias" a qualquer hora. E olha que, pelo menos em um caso, conferi a "mercadoria" de perto, já que ela fez questão de ir à calçada - com roupa de trabalho, ou seja, de lingerie - para atender o celular.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 18:41 | 1 comentários
No Chile, consciência política é coisa séria!
terça-feira, 30 de agosto de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 07:44 | 0 comentários
O desafio da educação de qualidade
Mas não estamos falando do Brasil e, sim, do Chile. Aliás, os estudantes chilenos de 15 anos ficaram no primeiro lugar na América Latina, no mais recente exame internacional comparativo, o Pisa, conforme lembrou ontem, em "El País", o colunista Andrés Oppenheimer.
Esses números indicam que são ingratos os estudantes chilenos, que não saem das ruas há meses, reclamando educação pública gratuita e de qualidade? Não. Indicam duas coisas, a saber:
1 - O chileno, ao contrário do acomodado brasileiro, é um bicho afeito à mobilização desde sempre.
2 - O sistema educacional chileno nem é público nem é gratuito nem é de qualidade.
O Chile, como o Brasil, resolveu o problema da quantidade (conseguiu universalizar o acesso ao ensino básico), mas não o da qualidade: 40% dos alunos deixam o ensino fundamental sem entender o que leem (como no Brasil).
Vale o mesmo raciocínio para a universidade. No modelo chileno, o Estado praticamente afastou-se do ensino superior, limitando-se a financiar as escolas privadas para que aceitem o maior número possível de alunos.
Em consequência, a metade praticamente dos jovens em idade universitária está na escola superior, índice melhor do que o de quase todos os vizinhos. Mas a legislação é frouxa no que tange ao controle da qualidade do ensino (como no Brasil).
Pior: o custo é o mais elevado da América Latina, o triplo do italiano, 19 vezes maior do que o francês, conforme os dados da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), o que levou o endividamento (do estudante e de sua família, avalista do débito durante a graduação) a um ponto insuportável e empurrou a moçada para a rua.
Em um país em que o salário médio (não o mínimo) equivale a R$ 1.755, os jovens desembolsam entre R$ 580 e R$ 1.370 mensais conforme o curso escolhido.
Consequência inescapável: 70% dos estudantes estão endividados e 65% dos mais pobres interrompem os estudos sufocados por problemas financeiros insuperáveis.
Os custos levam ainda à reprodução, no acesso à universidade, da desigualdade que existe no conjunto da sociedade (como no Brasil, aliás): entre os 10% mais pobres, só 16% conseguem chegar ao ensino superior, ao passo que, nos 10% mais ricos, a taxa é de 61%.
Tudo somado, fica evidente que a América Latina tem um nó formidável na educação, posto que há deficiências colossais nos dois modelos (o público gratuito do Brasil, complementado por proliferação descontrolada do ensino privado, e a escola privada financiada pelo Estado, como no Chile, também com setor estritamente privado igualmente sem controle de qualidade).
O que surpreende, pois, não é que os jovens chilenos ganhem a rua, mas que os brasileiros só o façam para reivindicar meia entrada.
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