Em tempo: não quero comentar mais a respeito do documentário e do talento de Nina porque não tenho competência para isto. Além disso, Zeca Camargo já fez este trabalho brilhantemente, com a emoção que a personagem merece, num texto apropriadamente chamado de “A artista”. Simples assim! (O link já foi colocado nesta postagem.)
quarta-feira, 29 de julho de 2015 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 11:09 | 0 comentários
O que aconteceu, Nina Simone?
Em tempo: não quero comentar mais a respeito do documentário e do talento de Nina porque não tenho competência para isto. Além disso, Zeca Camargo já fez este trabalho brilhantemente, com a emoção que a personagem merece, num texto apropriadamente chamado de “A artista”. Simples assim! (O link já foi colocado nesta postagem.)
Marcadores: documentário, EUA, história, música, Nina Simone, racismo
sexta-feira, 26 de junho de 2015 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 07:30 | 0 comentários
Arte na chuva
O resultado é fantástico!
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 05:40 | 0 comentários
Um motivo real contra a pena de morte
"Estava viajando com cinco amigos da Califórnia para Michigan para visitar outros amigos. Em um dos Estados por onde passamos, Novo México, fomos presos por homicídio.
A gente não levou muito a sério, fizemos piada. Então eles nos colocaram na cadeia e pensamos: tudo bem, a qualquer momento, vão descobrir quem fez isso.
A gente acreditava na Justiça. Eu achava que a Justiça não cometia erros. Meu Deus, anos depois eu aprendi: tantos erros são cometidos! Há 160 pessoas que, assim como eu, estavam no corredor da morte e descobriu-se que eram inocentes.
Quatro meses depois, nos levaram a julgamento e nos colocaram no corredor da morte.
Estávamos trancados em celas individuais, num grande corredor. Só saíamos dali se o advogado viesse nos visitar. Não tínhamos direito a exercícios nem a banho. Por dois anos eu não tomei banho. Girava a torneira da pia, sentava debaixo dela e deixava a água cair.
No corredor da morte eu fazia uma coisa horrível. Tinha um calendário na parede e ia colocando um x em cada dia. Fiz um círculo bem grande no dia que eu seria executado.
Todos os dias você acorda e pensa: vou morrer em poucos dias. Dói.
Quando vai chegando mais perto da execução, as pessoas ficam perdidas. Não sabem quem são, o que são. Há relatos de pessoas que foram levadas para o local em que seriam mortas e disseram: deixei minha sobremesa na mesa, vou voltar a tempo de comer? Elas ficam desorientadas, nem sabem que vão morrer.
O problema é que muitas dessas pessoas são inocentes. A gente tinha esperança porque sabíamos que não tínhamos feito nada. Mas você está lá, tentando provar que é inocente, e ninguém acredita, porque todo mundo fala isso.
Pensávamos: os promotores cometeram um erro e vão descobrir. Mas meses depois descobrimos que eles não tinham cometido um erro: eles nos incriminaram.
Nove dias antes da minha execução, um homem estava andando na rua e disse que Deus falou a seu coração. Ele foi até a igreja mais próxima e confessou que tinha cometido o assassinato. E só foi assim que saímos.
Ele era um policial e, por isso, não foi condenado à morte. Ficou na prisão por sete anos.
(...) O sistema nos EUA é corrupto. Promotores mentem para matar as pessoas. E se você não tem dinheiro para um bom advogado, você vai morrer. Se você é negro, ou hispânico, não integra júri; se não acredita na pena de morte, não integra o júri. Todas essas leis são contra o pobre.
Sempre que você dá a alguém o poder de matar outra pessoa, ela vai fazer isso. A única forma de acabar com isso é tirar das pessoas o poder de matar. Este poder corrompe. (...)"
Marcadores: EUA, Justiça, pena de morte
quarta-feira, 3 de setembro de 2014 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 17:37 | 0 comentários
Basta um motivo - e uma vida
Li hoje que um exame de DNA absolveu, após 30 anos, dois irmãos condenados por estupro e morte de uma garota nos Estados Unidos.
Um deles estava no corredor da morte.
Por histórias como esta, que levam à possibilidade de um inocente pagar com a vida por um crime que não cometeu, que sou radicalmente contra a pena de morte.
Mesmo que seja um único caso, a vida não tem volta. Só a possibilidade do sistema cometer um erro deste tamanho, e dele ser irreversível, já é suficiente para minha oposição à pena capital.
segunda-feira, 28 de julho de 2014 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 10:49 | 0 comentários
Um pouco de arte (passeando pelos museus de Chicago)
No Museu de Arte de Chicago, obras de grandes pintores norte-americanos como Edward Hopper (“Nighthawks”, de
1942 - primeiro quadro abaixo) e Grant Wood (“American Gothic”, de 1930 - terceiro quadro) e de artistas internacionais como Piet Mondrian, além dos famosos vitrais de Chagall:
Já no museu Field, registros da história da humanidade:
terça-feira, 22 de julho de 2014 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 19:45 | 0 comentários
Homenagem a uma bela cidade
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 06:24 | 0 comentários
EUA: dois pesos, duas medidas
Marcadores: EUA, geopolítica, Janio de Freitas, Oriente Médio
segunda-feira, 16 de junho de 2014 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 07:29 | 0 comentários
Onde foi parar o sonho de L. King?
quarta-feira, 12 de março de 2014 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 21:44 | 0 comentários
Quem tem coragem...
... de mexer na legislação trabalhista?
Uma das propostas que o
presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pretende implantar no segundo
mandato, conforme o “Estado da União” (discurso anual no qual o chefe do
Executivo presta contas do ano anterior e apresenta suas intenções para o ano
vigente junto ao Congresso) é implantar o seguro-desemprego.
Marcadores: Brasil, EUA, legislação, trabalho
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 17:16 | 0 comentários
É carnaval!
It´s Mardi Gras time!
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 18:50 | 0 comentários
Histórias de um país dividido pela cor
sexta-feira, 18 de outubro de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 21:14 | 0 comentários
Risco EUA
Marcadores: Clóvis Rossi, economia, EUA, geopolítica, política
quinta-feira, 3 de outubro de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 03:43 | 0 comentários
Pontes
Já escrevi neste blog que gosto de túneis e pontes - pelo que simbolizam para a vida. Dos primeiros, já postei fotos. Faltavam as pontes.
Vistas por fora, de longe...
... e por dentro, de perto.
Em tempo: a primeira ponte fica na região de Niagara Falls, no Canadá, e a outra em Chicago (EUA).
quarta-feira, 2 de outubro de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 10:58 | 0 comentários
História viva
O protesto mostrado nas fotos - flagrado em Niagara Falls, no Canadá, em abril de 2012 - era em favor da libertação de espiões cubanos detidos na Flórida (EUA) há anos.
Para entender bem esta história, recomendo a leitura do livro "Os últimos soldados da Guerra Fria", do jornalista Fernando Morais:
Marcadores: Canadá, Cuba, curiosidades, EUA, Fernando Morais, Fidel Castro, Guerra Fria, história, literatura, protesto, viagens
terça-feira, 1 de outubro de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 11:28 | 0 comentários
Gigantes dos mares (e não são peixes nem mamíferos)
Eles são cada vez mais comuns no litoral brasileiro, mas ficaram bem estranhos na paisagem de Nova York (EUA) e Veneza (Itália) - cidades tão díspares que, cada qual por seus motivos, não combinam com os gigantes transatlânticos.
Em Veneza, o navio cruzou o Grande Canal na frente da praça de São Marcos. Nem parecia que dava para passar um transatlântico por ali. Ele ficou tão dominante no cenário que reduziu momentaneamente tudo ao seu redor. Pareceu um verdadeiro monstrengo mesmo:
Em NY, o navio foi flagrado próximo da ilha que abriga a Miss Liberty, a famosa estátua da Liberdade:
sexta-feira, 27 de setembro de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 06:09 | 0 comentários
Flores, flores!
Há flores em tudo que eu vejo
Para esta postagem, trago imagens das flores vistas no auge da primavera em abril de 2012 nos Estados Unidos e Canadá. Além da cor, elas sempre dão uma nova energia às cidades ao simbolizarem o renascimento da vida após o tempo cinzento.



