quarta-feira, 10 de junho de 2015 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 08:14 | 0 comentários
A América Latina e o jornalismo
Marcadores: América Latina, CNN, economia, Guillermo Arduino, jornalismo, jornalista
quarta-feira, 6 de maio de 2015 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 08:00 | 0 comentários
"Roda Viva" com Marília Gabriela
Marcadores: jornalista, Marília Gabriela, TV Cultura
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 17:44 | 0 comentários
As lições de jornalismo do PVC
UOL Esporte: O PVC repórter é um pouco ofuscado por esse PVC comentarista de televisão e o PVC blogueiro?
Marcadores: jornalismo, jornalista, PVC
terça-feira, 17 de junho de 2014 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 14:00 | 0 comentários
Os jornais e o jornalismo têm futuro, diz Carr
Fonte: Sylvia Colombo, "A novela da mídia", Folha de S. Paulo, Ilustrada, 2/6/14.
Marcadores: David Carr, Internet, jornais, jornalismo, jornalista
quarta-feira, 16 de abril de 2014 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 16:49 | 0 comentários
Vida de jornalista
Café da manhã às dez, almoço (leia-se lanchão) às três da tarde numa típica padoca paulistana. Nada saudável, mas tipicamente "jornalístico". Adoro essa vida corrida na cidade grande.
Aliás, por falar em jornalismo, recebi hoje uma frase ouvida na rádio Bandeirantes: "Não tem essa de 'quero ser jornalista'. Jornalista ou você nasce ou não nasce".
Verdade.
Quem "escolhe" ser jornalista assim, no meio da jornada, meio ao acaso, tem forte chance de se perder no caminho.
Porque, como dizem, jornalismo é profissão de fé.
Só quem nasce jornalista, quem tem jornalismo no sangue, aguenta. Os demais desistem.
Marcadores: jornalismo, jornalista, reflexão
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 16:30 | 0 comentários
Frase
"Jornalistas têm a oportunidade de viver a história para contar aos outros. Nem é uma profissão, é um jeito de viver."
Patrick Chauvel, fotógrafo francês, em entrevista ao programa "Conexão Roberto D´Avila" (TV Brasil, dom., 22h)
Marcadores: frase, jornalismo, jornalista, Patrick Chauvel, profissão
sábado, 14 de dezembro de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 07:25 | 0 comentários
10 coisas sobre namorar um jornalista
2 - O jeito meio “reclamão” dos jornalistas é uma questão cultural, histórica, antropológica, metafísica. E um pouco de charme.
3 - O jeito meio chato é chatice mesmo.
4 - Numa briga ou DR, não tente entender por que eles insistem em perguntar o que, quem, quando, onde, como e por quê.
5 - Não é por mal que eles riem dos erros de português da pessoa amada.
6 - É normal eles passarem a madrugada em frente a um computador.
7 - É normal eles serem um pouco anormais.
8 - Levar um bloquinho de anotações para o jantar de aniversário de namoro é apenas precaução. É que a notícia não marca hora.
9 - Acredite: a Patrícia Poeta também tem crises existenciais e o William Bonner também brocha.
10 - Apesar de tudo, é comum as pessoas sentirem orgulho de namorar um jornalista.
Marcadores: jornalismo, jornalista
quinta-feira, 27 de junho de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 18:32 | 0 comentários
"Drones para jornalistas"
Marcadores: drone, jornalismo, jornalista, tecnologia
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 17:48 | 0 comentários
Uma reflexão profissional
Jornalismo é profissão de fé. Ponto.
Jornalismo consiste na busca incansável pela informação e a consequente transmissão desta ao público - seja por qual meio for.
Qualquer coisa além disto pode até ser trabalho de jornalista, como assessorias em geral, mas não é nem nunca será jornalismo. É o que penso, foi o que aprendi.
Ponto.
PS: a observação feita nesta postagem não tem nenhuma intenção de crítica a quem quer que seja, trata-se apenas de uma reflexão.
Marcadores: jornalismo, jornalista
segunda-feira, 27 de maio de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 00:44 | 0 comentários
Entrevista com um jornalista
Quando estava na faculdade de Comunicação Social da
Unesp/Bauru, em meados dos anos 1990, tive a oportunidade de assistir a uma
palestra do jornalista Caco Barcellos – autor do livro clássico “Rota 66 – A história da polícia que mata” e idealizador do programa “Profissão Repórter”
(TV Globo, terça, 23h45).
Marcadores: Caco Barcellos, entrevista, jornalismo, jornalista
segunda-feira, 6 de maio de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 10:05 | 0 comentários
"Silvio Santos e a imprensa"
(...) Ao elogiar Keila Jimenez, colunista da Folha, Silvio (Santos)
aproveitou para fazer uma acusação grave: "Você é imparcial. Não torce pra
ninguém. Faz aquilo que tem que fazer. Faz a comidinha de pensão legal. O que é
justo é justo. Tem uns bobalhões aí que, de vez em quando, começam a ganhar um
dinheirinho por fora e começam a falar bem de alguém e mal de alguém. Eu não
vou falar o nome porque estou com raiva".
Marcadores: Imprensa, jornalismo, jornalista, Silvio Santos
terça-feira, 5 de março de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 07:00 | 0 comentários
Nós, os jornalistas
Tanto quanto políticos e advogados, jornalistas sempre renderam bons vilões na ficção -primeiro, na literatura; depois, no cinema e, mais recentemente, na televisão. O seriado "House of Cards", disponível desde 1º de fevereiro na Netflix, tem merecido reparos pelo retrato nada edificante que pinta de um tipo específico, e poderoso: o repórter de política.
Jornalistas costumam ser críticos e até maledicentes com colegas de ofício, mas não gostam de ouvir avaliações vindas "de fora" a respeito de suas práticas.
A série se passa em Washington, nos dias atuais. O protagonista, Frank Underwood (Kevin Spacey), um experiente e poderoso deputado democrata, acaba de saber que o presidente dos Estados Unidos ignorou um acordo que parecia certo e não o nomeou secretário de Estado.
Destinado a se vingar, mas sem perder a proximidade com o presidente, Underwood faz tudo o que o senso comum imagina ser da alçada de um político sem escrúpulos: ajuda a queimar o nome do político indicado para o cargo com que sonhava, manipula votações, mente, troca cargos por votos, destrói carreiras, faz lobby suspeito etc..
A jornalista Zoe Barnes (Kate Mara) tem um papel central neste projeto de poder de Underwood. Sonhando voos mais altos no "Washington Herald", onde trabalha, a jovem repórter se aproxima do deputado interessada em conseguir notícias exclusivas mesmo que em troca de sexo.
Casado, o deputado adverte a repórter de que ela vai se machucar no fim, mas Zoe está mais interessada nos benefícios no curto prazo. Estabelece-se, então, uma relação de negócios, com benefícios para ambos.
Com as informações passadas por Underwood, a carreira da jornalista dá um salto. Logo é convidada pelo chefe a assumir o cargo de principal repórter na Casa Branca, mas recusa. "É onde as notícias morrem", diz. A ocupante do posto, uma repórter veterana, suspeita que Zoe esteja trocando notícias exclusivas por sexo. Em um episódio, dirá para a colega: "Também fiz isso no início da carreira".
Numa discussão com a dona do jornal, o chefe de Zoe Barnes diz que a repórter, assim como o Twitter e blogs, é superficial. O jornal foi fundado sob outras bases e não são essas novidades que o manterão vivo, diz. É demitido.
Depois de dar uma série de "furos" no "Herald", ela troca o jornal por um site, Slugline, onde ouve da nova chefe que não precisa mostrar previamente os seus textos. "O objetivo aqui é que todos publiquem com mais velocidade do que eu tenho a capacidade de ler."
Tanto os diálogos entre Zoe e Underwood, quanto os que a repórter tem com os demais jornalistas na série são de uma crueza assustadora. Beau Willimon, autor do texto, trabalhou com uma série de políticos, inclusive Hillary Clinton, no final dos anos 1990. É autor da peça "Farragut North", que virou o filme "The Ides of March" ("Tudo pelo Poder"), dirigido por George Clooney em 2011.
Enquanto a série "The Newsroom" apresenta uma visão do que o jornalismo poderia ser, mas não é, "House of Cards" expõe o que ele não deveria ser. Não espanta que o retrato da repórter Zoe Barnes, bem como o da profissão hoje, pintado nesta série, desagrade muito mais.
Fonte: Mauricio Stycer, "Trocando 'furos' por sexo", Folha de S. Paulo, Ilustrada, 3/3/13.
Marcadores: jornalismo, jornalista, série, TV
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 07:00 | 0 comentários
Para ser um bom jornalista...
Revendo alguns materiais da época da faculdade (ou seja, dos
primórdios da popularização da Internet, meados dos anos 1990), encontrei
anotações de uma palestra do jornalista Marcelo Mendonça a alunos de Comunicação
Social da Unesp (Universidade Estadual Paulista), em Bauru.
Marcadores: jornalismo, jornalista, profissão
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 12:03 | 0 comentários
Profissão: perigo (3)
A seguir, trechos da entrevista publicada nesta quinta-feira com o presidente da Federação Internacional dos Jornalistas (IFJ, na sigla em inglês):
Folha - O relatório da IFJ
mostra que 2012 foi um dos anos mais sangrentos para a imprensa, com 121
jornalistas assassinados. O que esse número representa?
Jim Boumelha - É um número terrível, precisamos chamar
atenção para ele. Se fossem cem médicos ou cem advogados assassinados em um
ano, não se falaria em outra coisa no mundo.O mais preocupante é que a soma de mortes tem se mantido num
patamar muito alto a cada ano que passa.
Folha - Os países em guerra civil lideram o ranking de mortes de
jornalistas, mas não chegam à metade do total de casos no mundo. Por quê?
Boumelha - As pessoas acham que a maioria das mortes acontece nas
coberturas de guerra, mas isso não é verdade. A maior parte dos assassinatos que nós temos registrado é fruto
de perseguição a profissionais que estão fazendo reportagens nos lugares em que
costumam trabalhar no seu dia a dia. É muito barato matar um jornalista. A impunidade é muito grande. Em vários países, esta tem sido a melhor forma de silenciar um
jornal ou interromper uma série de reportagens investigativas. Na maior parte das vezes, os alvos desses assassinatos por
encomenda são jornalistas que não são famosos. Por isso, os crimes acontecem e
muita gente nem se lembra dos nomes das vítimas.
Fonte: Bernardo
Mello Franco, "É muito barato matar um jornalista hoje no mundo", Folha
de S. Paulo, Mundo, 10/1/13.
Leia também:
- Profissão: perigo
- Profissão: perigo (2)
Marcadores: jornalismo, jornalista, profissão, violência
terça-feira, 30 de outubro de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 18:05 | 0 comentários
A missão
"Na sua opinião, que características importantes um jornalista precisa ter?"
(...)
"A capacidade de ver com seriedade", respondeu ela por fim. "Através da observação paciente, da acumulação meticulosa de detalhes e de um apetite voraz pela verdade, o quadro mais amplo surgirá. É dever do repórter defender os fracos e acender um farol nos cantos mais tenebrosos da experiência humana."
Annalena McAfee, "Exclusiva" (p. 151)
Marcadores: Annalena McAfee, jornalismo, jornalista, literatura
quinta-feira, 25 de outubro de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 20:28 | 0 comentários
Profissão: perigo (2)
O ano de
2012 tem sido particularmente trágico para os jornalistas - e, consequentemente, o jornalismo. O número de
assassinatos de profissionais da imprensa assusta. O caso mais grave talvez
seja o México, embora o Brasil não fique muito distante no ranking.
Marcadores: Imprensa, jornalismo, jornalista, mídia, violência
quinta-feira, 27 de setembro de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 22:32 | 0 comentários
A profissão
- (...) Mas o jornalismo parecia uma profissão de macho
alfa.
- O jornalismo consiste em um bando de idiotas fingindo ser
machos alfas – comenta ela. (...)
- Estou farta da pirataria das agências de notícias –
explica ela. – Seria bom desgrudar o ouvido do telefone e sair para fazer
reportagens de vez em quando.
Tom Rachman, “Os imperfeccionistas” (p. 216)
Marcadores: jornalismo, jornalista, Tom Rachman
domingo, 19 de agosto de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 20:50 | 0 comentários
Ainda a questão do diploma para jornalistas
Parece-me despropositada a tentativa do Senado de contornar a decisão do Supremo que extinguiu a necessidade de diploma para o exercício da profissão de jornalista aprovando uma proposta de emenda constitucional (PEC) que reintroduz a exigência.
O Legislativo brasileiro adora um projetinho de regulamentação profissional. Pesquisa rápida no site da Câmara revela a existência de 6.893 itens cuja ementa faz referência a algum ofício. Difícil coadunar isso com o espírito da Carta, que, em seu artigo 5º, XIII, determina: "É livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer".
É até razoável defender a regulamentação para ofícios que requeiram um saber técnico bastante preciso, como medicina e engenharia, ou exijam perícia específica, como piloto de avião, e cuja ausência represente risco físico para a população. Um jornalista até pode divulgar informações falsas que provocam grandes estragos. Mas é bobagem buscar um conjunto de matérias teóricas que capacitem o estudante a tornar-se um bom repórter.
Podemos afirmar que o engenheiro, para fazer com que a ponte fique em pé, precisa ter cursado cálculo I e II e conhecer noções de física que podem ser aprendidas nas escolas politécnicas. O médico, para receitar uma droga, precisa saber algo de bioquímica e farmacologia. Mas o que dizer do jornalista? O que ele precisa além de noções de português (em tese obtidas com a alfabetização) e de disposição para estudar o assunto de que vai falar? Ao que consta, o MEC não reconhece as disciplinas verdade I, II, III e IV.
Ninguém se torna ético só porque assistiu a aulas de ética na faculdade. Afirmar, como se faz por aí, que a exigência do curso de jornalismo é garantia de bom comportamento no exercício da profissão faz tanto sentido quanto dizer que quem vai à missa não comete pecados.
Fonte: Hélio Schwartsman, "Nada mais que a verdade", Folha de S. Paulo, Opinião, 19/8/12, p. 2.
Marcadores: diploma, Hélio Schwartsman, jornalismo, jornalista
segunda-feira, 13 de agosto de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 16:54 | 0 comentários
A visão do outro
Assistindo à primeira temporada de “Clube dos
Correspondentes”, série da Globo News, comecei a pensar no Brasil e nas nossas
falhas (ou desafios, chame como preferir).
Marcadores: Brasil, Globo News, jornalista, TV
domingo, 5 de agosto de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 11:17 | 0 comentários
Ameaças a jornalistas de Limeira chegam à SIP
As ameaças a jornalistas de Limeira durante o processo de cassação do ex-prefeito Silvio Félix (PDT), em apuração no Ministério Público, repercutiu agora na SIP (Sociedade Interamericana de Imprensa). A questão aparece em relatório elaborado durante reunião da organização em abril em Cádiz, na Espanha.
O documento enumera os fatos mais relevantes do período. Entre eles, cita:
"18 de janeiro de 2012 - Jornalistas de Limeira (estado de São Paulo) foram ameaçados de morte por meio de correspondências eletrônicas após cobrir investigações do Ministério Público Estadual sobre familiares e pessoas ligadas ao prefeito da cidade, Silvio Félix (PDT). Os e-mails intimidatórios exigiam que repórteres da Gazeta de Limeira, do Jornal de Limeira e da TV Jornal parassem de noticiar as denúncias de enriquecimento ilícito que pesam contra familiares de Félix."
Marcadores: jornalismo, jornalista, Limeira, Silvio Félix