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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014 | | 0 comentários

Delícias de São Paulo

Brigaderia


Queijaria


Luderia

terça-feira, 25 de junho de 2013 | | 0 comentários

O maior espetáculo da Terra!

Ainda não assisti a nada mais bonito e espetacular do que o Cirque du Soleil. E ainda não encontrei palavras que possam descrevê-lo. Vale a pena em todos os sentidos! 


Em tempo: para mim, "Amaluna" - o espetáculo que vi em Montreal (Canadá), no ano passado - ainda é o melhor.

segunda-feira, 1 de abril de 2013 | | 0 comentários

Prazeres da vida

Domingão, cervejão, churrasco com os amigos... Foi assim que o dia começou! 

E terminou com um futebol básico (em tempo: a Inter venceu o Novorizontino por 1 a 0):


E para fechar, imagens captadas no Limeirão:





Fala a verdade, foi um belo domingo com um belo fim de tarde, não?

terça-feira, 5 de março de 2013 | | 0 comentários

Quando o provincianismo limeirense aparece...

Limeira avança em diversas áreas, mas não deixa de demonstrar um certo provincianismo irritante.

A ascensão de um novo grupo ao poder político da cidade trouxe isto um pouco mais à tona.

Muitas das chamadas “forças vivas” da cidade e dos chamados “formadores de opinião” sempre cobraram mudanças em setores da vida pública. Um exemplo? A gestão da pasta de Esportes. Sempre ouvi dizer que a secretaria municipal da área era tímida, para não dizer ineficiente. Sobravam queixas de todos os lados.

Aí quando o prefeito resolve mexer, surge uma saraivada de críticas.

Sei que o ser humano é resistente a mudanças, mas seria muito exigir um mínimo de coerência daqueles que sempre cobraram isto?

Não estou defendendo pessoas, sequer conheço os novos membros da pasta de Esportes e considero ainda cedo para qualquer avaliação, mas não posso deixar de atribuir as críticas ao provincianismo.

Também não entendo a resistência à ocupação de calçadas por bares e lanchonetes. Tampouco as restrições a alvarás de funcionamento em alguns lugares que claramente se tornaram corredores de entretenimento, como a avenida Saudades e a rua Farmacêutico Jacob Fanelli.

Que me perdoem todos que moram próximos (eu moro!), mas é inaceitável que o desenvolvimento de uma cidade seja bloqueado em razão do interesse de alguns.

Em qualquer lugar do mundo, cidades com entretenimento e lazer desenvolvidos têm nas calçadas em frente a bares, padarias e lanchonetes um saudável espaço de convivência coletiva – que, aliás, é a função primordial das cidades, serem espaços de convivência.

Se há abusos, que se normatize, mas sou contra simplesmente proibir que as calçadas sejam ocupadas.

Há lugares, como na avenida Maria Buzolin, onde o dono de um bar fez melhorias no passeio público– inclusive com uma rampa para cadeirantes. Lá, a calçada é larga e permite tranquilamente o uso por mesas e pedestres. Mesmo assim, ele vem sendo cobrado por fiscais da prefeitura.

Será que Limeira pode definitivamente pensar grande? Até quando o provincianismo vai prevalecer?

Nesta tarefa, a de mudar pensamentos e enfrentar resistências, a participação do poder público (sendo mais direto, do prefeito) é fundamental.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012 | | 0 comentários

O que Limeira ganha com o rodeio?

Gostaria de saber, afinal, o que Limeira ganha com a festa do peão, agora renomeada de rodeio.

Não se trata de nenhum comentário crítico por preconceito, é apenas uma curiosidade, um questionamento mesmo. Quanto a festa rende de impostos aos cofres públicos? O município gasta algo com o evento, ainda que na infraestrutura indireta? Se sim, quanto?

A população tem direito de saber as respostas.

Trata-se, como todos sabem, de um evento estritamente particular, pertencente a duas ou três pessoas, que assumem os riscos e ficam com os eventuais lucros.

Nada contra este princípio, mas é forçoso reconhecer que a festa está ficando elitizada (portanto, já não é mais popular) e traz efeitos colaterais para o setor de entretenimento e lazer.

Durante dois finais de semana, é visível como os bares e afins ficam esvaziados em razão do rodeio. Isto significa prejuízo para os empresários e também menor arrecadação de impostos para o município.

Estamos falando de dois finais de semana (período de maior receita para o setor) em um mês!

E não é só: embora elitizado, o rodeio atrai populares. O problema é que estes gastam o que não possuem para comprar ingressos que chegam a R$ 260 (fora estacionamento, etc). Resultado: as pessoas comprometem o orçamento mensal por causa de um ou dois dias na festa do peão.

Para quem acha exagero, saiba que eu conheço duas pessoas – um amigo e um colega de trabalho – que disseram nos últimos dias que não podiam sair mais este mês “porque já gastaram demais com o rodeio”.

E estou falando só do meu caso, quantos outros devem ter ouvido algo semelhante?

O mesmo foi dito pelo dono de um bar em Limeira nesta segunda-feira (17/9) numa conversa informal. Quando questionei os eventuais benefícios do rodeio, ele emendou: “não são só dois finais de semana, é o mês todo comprometido porque as pessoas gastam todo o dinheiro na festa e deixam de sair”.

Somado um problema ao outro, conclui-se que setembro (mês em que tradicionalmente ocorre o rodeio) é uma dor-de-cabeça para os empresários do setor de lazer.

Prejuízo para eles e também para os cofres municipais, que deixam de arrecadar em razão do movimento abaixo do possível nos bares e afins.

Por isso, é mais do que justo querer saber o que Limeira ganha com o rodeio.

Nada contra a festa tampouco contra seus organizadores, mas como cidadão me vejo no dever de levantar tal questionamento.

Em tempo: algum candidato a prefeito se arrisca a fazer o mesmo, questionar?

PS: ainda que eventualmente o rodeio renda muito para a prefeitura, há que se pensar em alternativas, pois quem gera emprego e renda durante todo o ano não merece ficar às mínguas durante um mês.

***

Aliás, ao tratar sobre lazer, nenhum candidato até o momento fez referência à chamada Lei do Fecha Bar (lei 3.626/03, complementada pela lei 4.078/06). Ela veta a abertura de bares, restaurantes e similares após 22h (ou 23h durante o horário de verão) se não possuírem um alvará especial.

O blog sabe de estabelecimentos instalados recentemente numa das principais áreas de lazer da cidade, a Avenida Saudades, que estão ameaçados de fechar justamente em razão da tal lei.

Um comerciante da área contou ao blog que está deixando de investir porque não consegue o tal alvará. Acontece que um bar vizinho possui a licença porque estava na avenida antes da vigência da lei. Isto numa avenida que se transformou em polo de lazer e entretenimento, concentrando a vida noturna da cidade com bares, pizzaria, boate e restaurante.

Ou seja: não dá para tratar de lazer em Limeira sem discutir essa lei.

Leia também:

terça-feira, 13 de março de 2012 | | 1 comentários

Mazzaropi - 100 anos: um caipira-empreendedor

No último dia 6, estive em Taubaté, no Vale do Paraíba, para gravar uma reportagem no Museu Mazzaropi. Ele fica junto do Hotel Fazenda Mazzaropi, na mesma área comprada por Amácio Mazzaropi em 1968 para construir os novos pavilhões da PAM, sua produtora cinematográfica.


O passeio valeu a pena! Logo na entrada do museu, há uma série de equipamentos antigos usados nas produções de Mazzaropi, muitos deles ainda carregando o emblema da Vera Cruz (a principal companhia de cinema brasileira nos anos 1950). Parte do material da Vera Cruz foi primeiro alugada e depois comprada por Mazzaropi para a PAM.



Depois, o visitante mergulha num verdadeiro túnel do tempo. Painéis com textos, fotos e vídeos contam a trajetória do homem que ficou conhecido como caipira, mas foi na verdade um grande empreendedor. Criou uma indústria de cinema "na marra" numa época em que tudo era artesanal e "amador" comparado ao profissionalismo de hoje.





Também estão lá os cartazes dos filmes e o estúdio original usado por Mazzaropi (atualmente, ele é o centro de convenções do hotel - comprado por uma família de Taubaté e mantenedor do museu).



Um dos locais mais interessantes - e emocionantes - de conhecer é a chamada Casa do Jeca. Trata-se da única estrutura original daquela área, um verdadeiro pasto há 40 anos, quando foi comprada por Mazzaropi. A Casa do Jeca acabou servindo de cenário para muitos filmes. É uma edificação simples, de tijolinhos, sem qualquer tipo de revestimento. São três minúsculos cômodos, sala, cozinha (com forno a lenha) e quarto, onde só cabe mesmo uma cama.






O hotel fazenda foi considerado o melhor do país durante quatro anos seguidos pela revista "Viagem & Turismo". Vale uma visita de final de semana para aproveitar toda a natureza e a bela infraestrutura de lazer, além de viver a emoção de estar num local histórico para o cinema brasileiro.
 



Em tempo: o lugar começou a ser usado por Mazzaropi a partir de 1975. O "caipira-empreendedor" produziu filmes até 1980 - ele atuou em 32 produções em toda sua carreira. Mazzaropi morreu um ano depois vítima de leucemia.

Em 2012, no dia 9 de abril próximo, será comemorado o centenário de nascimento deste grande artista - que, tivesse nascido nos Estados Unidos, teria uma estátua em cada cidade, mas como o Brasil não costuma valorizar sua história e sua memória...


Mais informações podem ser obtidas no
site do hotel.

PS: a série de reportagens que eu gravei lá será exibida a partir do dia 9 de abril no programa "A Hora Informação Verdade" (TV Jornal, segunda a sexta, 17h30-19h30).

sábado, 5 de março de 2011 | | 4 comentários

A polêmica da Lei Fecha Bar

A polêmica sobre a falta de lazer se instalou em Limeira há tempos, motivada por duas ações: uma lei criada em 2003 pelo vereador Miguel Lombardi (PR) que proíbe a abertura de bares e similares após 22h (23h durante o horário de verão, conforme lei de 2006) e a ação do Ministério Público visando fazer respeitar o nível de barulho permitido pela legislação.

A consequência dessas duas iniciativas foi um freio nos eventos. Grandes shows e bailes deixaram de ser realizados.

Mais recentemente, a realização de uma megaoperação de fiscalização da lei que ficou conhecida como Fecha Bar fez a polêmica crescer. Há 15 dias, policiais, guardas municipais e fiscais da prefeitura fecharam cinco lojas de conveniência em postos de combustíveis (uma outra lei municipal proíbe a venda e o consumo de bebidas alcoólicas nestes locais) e notificaram vários bares que não possuíam alvará especial para abertura após 22h.

O alvará especial foi instituído pela Lei Fecha Bar. Desde que entrou em vigor, 80 estabelecimentos conseguiram a permissão para estender o horário de abertura, segundo a prefeitura. Outros 90 aguardam decisão. No total, são cerca de dois mil bares e similares em Limeira.

O documento especial só é emitido após um parecer da Copar, a comissão de análise de riscos. Uma das questões analisadas pela comissão é o índice de criminalidade na região do estabelecimento. Então ficamos assim: se a região tem furtos, roubos e tráfico, não se discute o reforço da segurança – um DEVER do Estado. Mais fácil, proíbe-se a abertura de bares...

Autor da lei, Lombardi defende a regra e afirma que a população está satisfeita. Não é bem o que parece. O parlamentar, porém, faz uma ressalva: a ideia não era fechar casas noturnas e sim os “botecos” que geram insegurança. O fato, contudo, é que a lei – por seu caráter genérico (e é assim que deve ser, sob risco de discriminação) – afetou todo mundo.

Agora a situação parece ter chegado a um limite. Donos de bares, pessoas que vivem da noite (músicos, garçons, etc) e público em geral decidiram se mobilizar. Que assim seja! Chegou a hora de dialogar e buscar uma saída mais adequada para uma cidade que, na minha opinião, está ficando chata.

Não proponho o descumprimento das leis. Contudo, não posso aceitar que não exista um caminho alternativo e satisfatório para todos. Até porque, em outras cidades os bares e lojas de conveniência estão cheios de gente se divertindo.

Em tempo: como a polêmica foi apresentada esta semana no programa “A Hora Informação Verdade”, da TV Jornal (segunda a sexta, 17h45), muitos telespectadores enviaram mensagens com suas opiniões. Para enriquecer o debate, decidi reproduzi-las a seguir. Como não pedi autorização aos signatários, os nomes foram omitidos.

“De início, há que se questionar o sentido de liberdade contido na Constituição Federal, será que somos livres? Esse episódio está chamando a atenção, pois a Lei Fecha Bar está jogando a responsabilidade do aumento de criminalidade de modo geral na noite. Fechar bares não resolve, estão vendando os olhos da sociedade, dando a falsa sensação de segurança! Ademais a truculência com que age o poder publico constrange o direito de ir e vir, entre outros, e causa desconforto. Não é legal você frequentar um local e nele adentrar uma batalhão de policiais armados. Acredito no diálogo, que aliás parece não estar havendo.”


“Sou totalmente contra essa lei absurda do Fecha Bar. Acho essa lei totalmente inconstitucional, gera insatisfação popular, desemprego e ociosidade. Como se sabe, os bares não vendem só pinga e também não são frequentados só por baderneiros e, assim sendo, nos deixam sem nenhuma opção de lazer e entretenimento depois das 22h.”

“Sou radicalmente contra (a lei). Se não tem bebidas, aumenta absurdamente o uso de drogas. Se os senhores políticos não tivessem desviado as verbas públicas referente à educação, lazer etc... talvez não teria tanta desordem, vandalismo, brigas.”

“Eu acho que Limeira é uma cidade deserta. Não tem nada para famílias e nem para os adolescentes. Agora querem fechar os estabelecimentos e, lógico, os corretos. Temos que rever isso. Cidade onde tudo não pode.”

“Os bares já temos por demais. Mas nada impede de tê-los! Só que devemos analisar a perturbação dos vizinhos.Parabéns ao vereador pela lei.Fiscalização mais enérgica por parte da prefeitura.”

“Limeira sempre ficando para trás de outras cidades. Hoje, os jovens têm que ir para outras cidades, como Piracicaba e Americana, para poder se divertir. Isso só gera mais desempregos e prejuízo para a própria cidade.Nós, jovens, não temos aonde ir aos fins de semana e onde tem, fecha. Pergunto para o prefeito: temos que gastar nosso dinheiro em outras cidades para se divertir?”

“Sou jovem, trabalho e estudo todos os dias e só tenho a sexta e o sábado para sair e me divertir. Acho que Limeira já não tinha muita coisa para jovens, agora com a maravilhosa ideia de fechar estabelecimentos voltados para essa faixa etária estão forçando a gente a procurar cidades vizinhas. Fora o constrangimento quando estamos lá dentro e chega a polícia obrigando a fechar o local. Isso está sendo uma falta de respeito com a juventude que, querendo ou não, é o futuro da cidade. E tem mais: Limeira, pela sua população jovem, deveria ter muito mais lugares para suportar todos e não fechar os que tem. Quem estuda em faculdade e vem para a cidade pensando que aqui vai ter algo para fazer acaba se frustrando.”

“A respeito da Lei Fecha Bar, isto é uma verdadeira palhaçada com os comerciantes de Limeira em geral. A população, porém, também tem culpa por colocar os vereadores e o atual prefeito na Câmara e prefeitura. E tem mais: em Limeira não tem nada para se curtir a não ser posto de gasolina, só que o prefeito apoia isso (a lei), o alvará nunca vai sair da gaveta.”

“Trabalho com eventos já há um bom tempo nesta cidade e sempre vejo a falta de opção para os jovens. Sou um apreciador das noites em Limeira e fico indignado com o fechamento de alguns bares. A prefeitura demora tanto para emitir o alvará e para fechá-los é questão de minutos. Fica aqui a minha revolta!!!”

“Sou DJ, toco em festas em Limeira e não entendo porque algumas casas têm privilégios e outras não. Os jovens não estão nem podendo frequentar casa noturna com segurança e então vamos para onde? Para fora da cidade. Acorda senhor prefeito.”

“Sou contra a Lei Fecha Bar, pois sou músico de uma dupla sertaneja da cidade e por causa da lei estou deixando de tocar e, consequentemente, tendo a vida financeira e profissional prejudicada.”

“No caso das lojas de conveniência, basta um aviso proibindo o consumo das mercadorias adquiridas na loja no recinto do posto de combustível e segurança particular para manter a ordem.Quanto aos bares, é obrigação do proprietário manter a ordem no seu comércio e verificar a emissão de decibéis através de medições específicas. Proibir o trabalho e a diversão é coisa do tempo da Inquisição.”

“A respeito da Lei Fecha Bar, ela me lembra uma outra coisa que prejudica a cidade e a diversão do público jovem: a lei que proíbe fazer barulho depois das 22h. Sempre teve shows de bandas grandes na cidade, como no Gran e no Nosso Clube, agora por causa dessa lei não tem show na cidade também.”

domingo, 24 de janeiro de 2010 | | 3 comentários

Ele é "o cara" da noite em Limeira

Atende pelo nome de Gino Contin a pessoa responsável por garantir um toque diferenciado e de qualidade à noite limeirense. Anos atrás, ele viabilizou um sonho de ter um bar temático. Nasceu o Maverick, um lugar sem comparação em Limeira, o melhor lugar para se apreciar cervejas de todos os cantos, conforme já escrevi aqui. Não é à toa que atrai gente de todo o Estado.

Lugar agradável, decoração típica e diferenciada, público bonito e qualificado, um amplo cardápio de bebidas e comidas e shows especiais, que alternam o melhor do rock ao melhor da MPB.



Como Gino não é pessoa que se acomoda, surge agora uma pizzaria – ou melhor, uma forneria – no piso superior do Maverick. Para quem não conhece, é um lugar pequeno e, também por isso, aconchegante e agradável. Pizzas diferenciadas, como não se vê em Limeira, uma boa carta de vinhos para uma cidade média do interior e tão carente de boas opções de entretenimento, uma massa especial e entradas apetitosas (o pão com alho e atum é magnífico).

Se puder, experimente todos os tipos de pizza (claro que não de uma única vez!). É o que eu vou fazer.

Está dada a dica, ou melhor, estão dadas as dicas. Ah, esqueci de dizer algo importante: você pode tomar um chope e comer uma pizza e, em seguida, descer para o bar e se divertir com cervejas variadas e música de qualidade. O pagamento conjunto pode ser feito na saída.

Soma-se a tudo isso o atendimento atencioso do proprietário.

Em tempo: o Maverick Bar e agora Forneria mostra como uma sociedade precisa de pessoas criativas, ousadas e empreendedoras para progredir. Resumo todas essas características em uma palavra: inquietação. São essas pessoas, as inquietas, que movem o mundo porque aliam justamente as três características que disse antes à coragem necessária para agir.

Inquietemo-nos todos, então! Abaixo o comodismo!

PS: qual será a próxima novidade do Gino, hein?

* Se não bastasse tudo isso, o Maverick agora tem também os traços alegres e coloridos de Romero Britto na hora de ir embora.