“Porque aunque los cubanos puedan suscribirse a las ofertas de Netflix si sus parientes en el exterior asumen el pago del servicio… ¿dónde y cómo podremos ver la tercera temporada de House of Cards si bajar por un correo electrónico doméstico un archivo de 4 megabytes es casi una misión imposible y ver un corto de dos minutos en YouTube uno de los siete trabajos de Hércules?”
quarta-feira, 29 de julho de 2015 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 11:31 | 0 comentários
Conhecendo Cuba
Marcadores: Cuba, El País, Leonardo Padura
quarta-feira, 2 de outubro de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 10:58 | 0 comentários
História viva
O protesto mostrado nas fotos - flagrado em Niagara Falls, no Canadá, em abril de 2012 - era em favor da libertação de espiões cubanos detidos na Flórida (EUA) há anos.
Para entender bem esta história, recomendo a leitura do livro "Os últimos soldados da Guerra Fria", do jornalista Fernando Morais:
Marcadores: Canadá, Cuba, curiosidades, EUA, Fernando Morais, Fidel Castro, Guerra Fria, história, literatura, protesto, viagens
segunda-feira, 26 de agosto de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 05:21 | 0 comentários
Frase
Marcadores: Cuba, Eliane Cantanhêde, frase, governo, politica
sexta-feira, 23 de agosto de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 23:05 | 0 comentários
Você topa financiar a ditadura cubana?
(...) Nesse tipo de contrato do governo cubano, os médicos não têm as liberdades usuais dos profissionais do Brasil. Eles não são autorizados a viajar, participar de congressos ou fazer manifestações políticas contra o sistema de saúde do Brasil e muito menos de Cuba. Qualquer desvio no cumprimento desse “pacto de bom comportamento” implica o retorno imediato do médico a Cuba e outras represálias posteriores.
(...) Para a grande maioria dos médicos cubanos, viajar para trabalhar em outro país (mesmo nos países mais pobres da África) é um sacrifício desejável. O salário mensal de um profissional da saúde em Cuba não supera os R$ 100,00. Mais de seis vezes abaixo do salário-mínimo brasileiro. Mesmo no caso em que o governo brasileiro pagasse um décimo do que paga a um análogo local, ainda assim haveria uma infinidade de galenos cubanos interessados.
Quanto à qualidade, existem em Cuba, como em quase todos os países, médicos excelentes e médicos ruins. Talvez o diferencial seja quanto ao número. Quando eu fiz as provas do vestibular para entrar na universidade em Havana, a carreira menos concorrida era a de medicina. Os candidatos que queriam garantir não ficar fora da universidade colocavam medicina como última opção (ao contrário do que acontece no Brasil e em boa parte do mundo). Isso foi resultado de uma política populista da ditadura, a formação de médicos em grandes quantidades.
Todo professor sabe que não é a mesma coisa ministrar uma aula para 20 estudantes e para 50. Considerando os custos da educação médica e o nível de vida paupérrimo em Cuba, não é de estranhar que a qualidade, em média, tenha sido comprometida pela quantidade dos mesmos.
Entendo que os Conselhos de Medicina brasileiros possam se sentir ameaçados diante do possível aumento da concorrência. Dou razão a eles quando exigem que os médicos cubanos não sejam tratados como exceção e passem pelas mesmas provas por que passa todo profissional formado no estrangeiro. Segundo as estatísticas do Revalida, exame atual, somente 20% dos médicos formados em Cuba (incluídos os brasileiros) passam nas provas.
Devo dizer também que a “escola latino-americana” de medicina em Cuba somente aceita, sem pagar os custos do curso, candidatos indicados pelos partidos políticos favoráveis ao regime dos Castros.
Sou a favor, sim, da vinda de médicos cubanos ou de qualquer outra parte do mundo para cuidar da saúde dos brasileiros, mas não na forma de “pacote” firmado entre governos com interesses espúrios e que restringem explícita ou implicitamente as liberdades individuais.
terça-feira, 16 de abril de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 05:30 | 0 comentários
A arquitetura que liga Miami e Cuba
Cuba e Miami (EUA) parecem mesmo estar umbilicalmente ligadas - via de regra em oposição.
Não vou entrar no mérito da parte histórica (para isto, recomendo a leitura de "Os últimos soldados da Guerra Fria", do escritor Fernando Morais). É que vi recentemente na Internet que Cuba discute uma forma de restaurar e preservar seus históricos prédios em arquitetura art decó.
Pois é inevitável lembrar do Art Decó District, uma das principais atrações de Miami Beach, na famosa Ocean Drive, a principal avenida da cidade. Ou seja: os membros da diáspora cubana têm razões para se sentir em casa naquele pedaço de chão.
A diferença - como se vê nas fotos - é que enquanto em Miami os prédios já foram restaurados, estão preservados e viraram atração turística, em Cuba... Bem, por lá os prédios também são atração turística (só não se sabe até quando...).
Em tempo: acho que preciso acelerar minha visita a Cuba...
sábado, 23 de fevereiro de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 05:00 | 0 comentários
Caso Yoani: em favor da liberdade de expressão
Lamentáveis os protestos - embora legítimos - contra a jornalista cubana Yoani Sánchez durante sua recente visita ao Brasil.
Não é o ato em si que critico (sou radical defensor das liberdades de imprensa e de expressão) e sim o que o motivou.
Por mais que a revolução cubana mova paixões meio século depois de concretizada, é inaceitável qualquer tipo de censura à livre manifestação da opinião, bem como são inaceitáveis as restrições ao acesso à informação isenta e à difusão de pensamentos como ocorre em Cuba.
Será que os manifestantes anti-Yoani ignoram que o ato feito por eles é proibido no regime castrista que tanto admiram? Será que ignoram o fato de que em Cuba eles não poderiam manifestar oposição ao pensamento oficial? Não se dão conta de que é justamente a possibilidade do ato que eles protagonizaram que motiva a luta da jornalista?
Tanto que ela reconheceu, apesar de se ver alvo de ataques por vezes ferozes e agressivos, preferir o barulho dos protestos numa democracia ao silêncio das ditaduras.
Algo semelhante, aliás, ao que a própria presidente Dilma Rousseff já manifestou ao falar da mídia.
Como registrou o limeirense Flávio Guimarães de Luca em
texto publicado no Painel do Leitor da “Folha de S. Paulo”: “Talvez tenha
faltado a essa turba a oportunidade de morar - e de tentar se manifestar - em
países como a extinta Alemanha Oriental, a Coreia do Norte ou mesmo em Cuba, de
onde parecem ter vindo seus conceitos de liberdade de expressão”.
“Por falar nisso, é preciso habitar um museu contíguo ao
Vaticano para acreditar que o regime cubano deva ser imitado. Se viver ali
fosse bom ou mesmo tolerável, o governo de Havana não teria passado mais de 50
anos impedindo viagens de cidadãos ao exterior. E não há sucessos na saúde e na
educação que compensem a ausência de liberdades tão fundamentais como a de
dizer o que pensa ou a de viver num outro país”, comentou o filósofo Hélio
Schwartsman em artigo também na “Folha de S. Paulo”.
Marcadores: Cuba, democracia, Yoani Sánchez








