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segunda-feira, 31 de agosto de 2015 | | 0 comentários

Pelo bem comum

Mensagenzinha filosófica que eu flagrei em um banheiro de Montreal, no Canadá:


"Você pode querer deixar sua marca na vida, mas não deixe nenhuma no banheiro. Por favor, use a escovinha."

domingo, 20 de abril de 2014 | | 0 comentários

Os murais de Montreal

Já mostrei aqui exemplos de cena grafiteira de Montreal, no Canadá, uma das mais bonitas e vibrantes do mundo. Na postagem anterior, o foco principal foi a região do Quartier des Spectables, o Bairro dos Espetáculos.

Agora volto ao tema, com exemplos flagrados no St. Laurent Blvd., o Boulevard São Lourenço:





 



Leia também:

Os murais da Filadélfia

terça-feira, 8 de abril de 2014 | | 0 comentários

Igloofest: balada abaixo de zero

Segunda maior cidade do Canadá, na porção francesa do país, uma vida cultural movimentada, até no inverno. Estive em Montreal, em fevereiro, para conhecer uma festa diferente. Eram nove horas da noite, estava nevando, temperatura próxima de dez graus negativos. Fui até a Igloofest, uma das maiores festas de música eletrônica do mundo, para mostrar que é possível sim se divertir abaixo de zero.

 

 
  
Vista-se com uma roupa aquecida para encarar os desafios do inverno canadense e entre no clima da festa. A oitava edição, este ano, bateu recorde de público: 85 mil pessoas nos quatro finais de semana do evento, entre janeiro e fevereiro, bem mais que as 63 mil do ano passado.

Dany Galant, de 27 anos, prestigiou quatro noites. E garantiu que o frio não impede a diversão. “Sim, é possível se divertir no inverno em Montreal. A Igloofest é uma grande festa”, disse.

Diversão não falta. E a música eletrônica é só pano de fundo pra galera agitar. É preciso mesmo muita agitação para espantar o frio. Na boate a céu aberto, com neve caindo. Nos tambores do “Guitar Hero” gigante. Na sessão de fotos para uma rede social. Ou, para os corajosos, no escorregador do castelo de gelo.




   
A Igloofest é, na verdade, uma espécie de parque de diversões gelado. E divertido. O figurão aí embaixo, Vicent Di Paula, é prova disso. “Esta é a roupa para a festa hoje”, falou. Duas francesas também fizeram questão de provar que existe vida noturna com a neve. Uma delas até arriscou falar português. “Eu estudei comunicação...”.



A Igloofest recebe alguns dos maiores DJs do mundo. E é no palco principal que a galera bota pra ferver. Como uma grande boate. Sob as estrelas, com temperatura negativa. Para provar que diversão não tem limites. Ou melhor, não respeita nem termômetro.


A Igloofest acontece no Parque Jean-Drapeau, no Old Port de Montreal.

* Texto original de reportagem para o programa "Mais Cultura" (TV Cultura, seg.-sex., 13h):

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014 | | 0 comentários

Transporte (con)gelado

Quem é apaixonado por carros não deve morar em países muito frios. Na neve, os veículos ficam simplesmente assim:



E não adianta limpar. Porque as ruas ficam assim:


As vias ganham uma mistura de sal e areia para que seja possível trafegar sobre a neve. Vira uma verdadeira melequeira. A única saída, portanto, é deixar o carro na garagem durante o inverno:


Ah, caso a opção seja pela bicicleta, é melhor também tomar cuidado...


PS: as fotos foram feitas recentemente em Montreal, no Canadá.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013 | | 0 comentários

Viajando por aí



A estrutura aí do vídeo - filmado pelo cinegrafista Richard Bently - é o Atomium. Erguido em 1958 em Bruxelas, capital da Bélgica, para a Expo 58, ele tem 103 metros de altura e oito vértices. Subindo no topo é possível ter uma bela vista da região.

O Atomium simboliza um cristal elementar ampliado 165 bilhões de vezes. Não guarda nenhuma relação específica com a história e a cultura locais. Ainda assim, virou um dos símbolos da cidade, atraindo milhares de turistas de todo o mundo.

É curioso constatar como algumas estruturas erguidas sem nenhum sentido específico que não marcar um grande evento acabam virando símbolos dos lugares. É o caso da famosa torre Eiffel, erguida em Paris em 1889 para a Exposição Universal daquele mesmo ano. 

Quando foi feita, virou alvo de grande polêmica e muitas críticas, já que não guarda nenhuma relação com a arquitetura da cidade. Com o passar do tempo, porém, a torre tornou-se provavelmente o maior símbolo de Paris, diria até que um ícone.

Em Montreal, no Canadá, ocorreu algo semelhante. Um dos principais símbolos locais, talvez o principal, é a Biosfera, uma estrutura de ferro em formato de globo (como um gigante globo da morte que vemos nos circos). 

Tal como em Paris e Bruxelas, a estrutura foi erguida para a Feira Mundial de 1967. Ela domina a paisagem no parque Jean Drapeau, nas margens do rio São Lourenço, junto da ilha de Notre Dame. É lá que fica o Circuito Gilles Villeneuve, onde é disputado o Grande Prêmio do Canadá de Fórmula-1.









domingo, 10 de fevereiro de 2013 | | 0 comentários

"Pousos e decolagens" (6)

No meu mais recente giro por Estados Unidos e Canadá, experimentei nada menos do que cinco companhias aéreas. Não posso reclamar de nenhuma delas. Só recomendo atenção com os preços convidativos da Delta Airlines (usei-a para os trechos São Paulo-Atlanta-São Paulo, Atlanta-Nova Orleans, Boston-Toronto e Chicago-Atlanta) nos voos domésticos – se você tiver que despachar uma bagagem qualquer terá que desembolsar 50 dólares.

No caso da JetBlue (trechos Nova Orleans-Nova York e Washington D.C.-Boston), não há cobrança e sobra simpatia.

A Southwest (trecho Las Vegas-Chicago) também cobra, mas só no caso de excesso de bagagem (o meu caso, por duas libras, embora a atendente tenha me dado a oportunidade de tirar algo da mala). Paguei 50 dólares…



A Air Canada (trecho Toronto-Montreal) tem preços bons, mas as taxas canadenses costumam custar mais do que o próprio bilhete – portanto, atenção. Na foto, o aeroporto Pierre Elliott Trudeau, em Montreal.




Sobre a United Airlines (trecho Montreal-Las Vegas), nada a citar.

Todos os voos foram tranquilos e as aeronaves, via de regra, novas – talvez a exceção tenha sido a Southwest, mas nada que chegasse a preocupar. Aliás, o serviço de bordo da empresa é meio bagunçadinho – não há numeração de assento, então você senta onde tiver lugar, o que nem sempre é legal.

Voei em Boeing, Embraer, DCs e Airbus. O voo de Boston (EUA) para Toronto (Canadá) foi feito num pequeno avião, quase um executivo.

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quarta-feira, 17 de outubro de 2012 | | 0 comentários

Espetáculo!!!

Viajar por vezes proporciona experiências incríveis, únicas, indescritíveis. 

Eu, por exemplo, não consigo encontrar palavras para descrever à altura tudo o que vivi durante os episódios que mostro a seguir - talvez o amigo Carlos Giannoni de Araujo, que me acompanhou, consiga exprimir o que vimos.

Em Nova York (EUA):


Em Boston (EUA):



Em Montreal (Canadá):




* As fotos são minhas e do Carlos

segunda-feira, 25 de junho de 2012 | | 0 comentários

Chinatown(s)

Os chineses estão invadindo o mundo! Não bastassem ser mais de 1,7 bilhão em seu próprio país, ainda estão presentes em grandes colônias em qualquer cidade média ou grande do mundo.

Na Filadélfia (EUA):



Em Toronto (Canadá):




Em Montreal (Canadá):


E olha que estas são apenas as cidades nas quais fotografei Chinatown porque o bairro existe em todo lugar!

sábado, 9 de junho de 2012 | | 0 comentários

O circuito de Montreal

Abaixo, foto de Luca Bruno/AP, divulgada no UOL ontem, sobre o treino para o GP do Canadá de Fórmula 1, em Montreal:


Curioso, parece que eu conheço este asfalto, esta curva...



Em tempo: o Circuito Gilles Villeneuve fica na Île de Notre-Dame, uma ilha artificial feita ao lado do Parque Jean-Drapeau, junto ao rio St. Lawrence. O lugar é meio aberto ao público durante o ano. Como se vê na foto, havia uma grade bloqueando o acesso à pista, mas pelo que vi os demais espaços funcionam como um parque.

* A primeira foto, da AP, foi recortada por mim no Photoshop