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terça-feira, 20 de novembro de 2012 | | 0 comentários

Mais um pouco da Filadélfia

Para fechar o álbum de fotos sobre a Filadélfia, primeira capital dos Estados Unidos, seguem as imagens de um dos recantos mais tranquilos e românticos da cidade, as margens do rio Delaware (que divide os estados da Pennsylvania e Nova Jersey). Em destaque, a famosa Benjamin Franklin Brigde:







Leia também:

- "Cidades aéreas" (2)

- A Filadélfia da minha infância

- Memórias da Filadélfia

- Os murais da Filadélfia

quinta-feira, 8 de novembro de 2012 | | 0 comentários

"Cidades aéreas" (2)

Eu sei que havia mencionado na postagem inaugural desta série que a próxima cidade a ser retratada seria Chicago. Mudei de ideia. Achei melhor destacar a encantadora e histórica Filadélfia, primeira capital dos Estados Unidos.

As imagens foram feitas a partir da torre da prefeitura, um prédio de arquitetura bela e rebuscada. O que chama a atenção na cidade são as longas avenidas, que parecem levar ao infinito.


Entre as mais belas avenidas está a Benjamin Franklin Parkway, que leva ao famoso e valioso museu de arte local (aquele mesmo cujas escadarias aparecem em um dos filmes da série "Rocky - O Lutador", estrelada por Sylvester Stallone):





Olhando do lado oposto, é possível avistar o rio Delaware e a charmosa Benjamin Franklin Bridge. O rio divide os estados da Pennsylvania e New Jersey (ou seja, o que você vê na foto para lá do rio é outro estado):




* As fotos são minhas e de Carlos Giannoni de Araujo

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- A Filadélfia da minha infância

quarta-feira, 31 de outubro de 2012 | | 0 comentários

Que tal uma visita ao cemitério?

Não costumo celebrar o Dia das Bruxas, mas respeito a data como tradição (embora tenha restrições a algumas práticas). Pois navegando na Internet, mais precisamente no blog de turismo da “Folha de S. Paulo”, deparei-me com um texto que fazia alusão ao famoso “Halloween” e sugeria visitas a cemitérios famosos nesse dia.

Nunca tinha ligado uma coisa à outra. De fato, visitar cemitérios soa macabro e pouco usual, mas pode se revelar uma atividade interessante, principalmente para quem é ligado em história. Poucos lugares como um cemitério ajudam tanto a contar a história de uma localidade.

Foi no texto citado que descobri um outro site que lista os cemitérios mais famosos (e bonitos) do mundo, por motivos diversos. Na lista dos “12 mais”, estão três que eu conheci. Aproveito, então, o Dia das Bruxas para mostrar um pouco mais de cada um deles.

O primeiro a ser retratado é o Cemitério St. Louis #1, de Nova Orleans (EUA). É o mais antigo da cidade ainda preservado – é datado de 1789. Assim, abriga muitos dos moradores mais remotos e, dizem, até a rainha do vodu, Marie Laveau. Ele fica na Basin St. em uma das “fronteiras” do French Quarter, na divisa com Treme-Lafitte.

Como fui até lá no final da tarde, ele já estava fechado e eu apenas passei em frente.




Visitei, porém, outro histórico cemitério da cidade – o Lafayette #1. Ele fica um pouco afastado da área histórica, numa região residencial muito bonita, calma e arborizada, o Garden District. Para chegar até lá é preciso pegar um dos tradicionais bondes, descendo na St. Charles Ave. e acessando a Washington Ave.

O cemitério é de 1833 e muitos dos túmulos estão bem preservados. É comum encontrar por lá objetos como chupetas, balas e colares coloridos (tradicionalmente usados no Mardi Gras, o carnaval local).

A principal característica de St. Louis e Lafayette é o fato dos corpos serem colocados acima da terra, nas edificações tumulares que se parecem às vezes com pequenas moradias. Como Nova Orleans é ameaçada por inundações em razão de estar abaixo do nível do mar (diques tentam segurar a invasão das águas), evitou-se enterrar os corpos.








Outro cemitério que aparece na lista dos “12 mais” é o da Recoleta, em Buenos Aires (Argentina). O local atrai milhares de turistas não só por ficar numa das regiões mais bonitas da capital, o charmoso bairro que dá nome ao cemitério, junto a um parque, mas também por abrigar os restos mortais de Evita, a eterna primeira-dama argentina, quase uma santa nacional.

Tal como em Nova Orleans, o cemitério da Recoleta é conhecido também por deixar os corpos acima da terra, dentro de pequenas “moradias”. É possível ver vários caixões (em um túmulo mais preservado, cheguei a ver uma espécie de sala de estar para velar o morto, com duas cadeiras aveludadas, velas e flores, tudo muito bem cuidado e limpo).

Também está na lista o histórico Cemitério de Arlington, na cidade de mesmo nome, grudada em Washington D.C. O local é conhecido por abrigar os corpos de cerca de 300 mil soldados e familiares – sim, ele é exclusivo para militares. É um típico cemitério norte-americano, com as famosas lápides brancas colocadas diretamente no gramado. São tantas as lápides que elas parecem ondas brancas num mar esverdeado.




Arlington atrai turistas também por abrigar o famoso túmulo do soldado desconhecido, guardado por militares como um panteão nacional. Jovens soldados revezam-se durante todo o dia num ritual ininterrupto, assistido por uma turba silenciosa. Também merecem destaque os túmulos do ex-presidente John F. Kennedy e de sua esposa Jacqueline Kennedy Onassis.



Embora não apareça na lista, gostaria de citar outro cemitério que merece destaque. Ele fica na Filadélfia, a primeira capital dos EUA: o Christ Church Burial Ground. É pequenino e famoso por abrigar muitos dos fundadores da nação, aqueles que assinaram a Declaração de Independência e participaram das primeiras sessões legislativas do novo país.

Pequenas bandeiras (na primeira versão da flâmula norte-americana, feita por Betsy Ross) indicam onde estão os restos mortais dos “pais fundadores”.

Ali também está enterrado o corpo de Benjamin Franklin, um dos inspiradores da "revolução" norte-americana que levou à independência.


O cemitério é tão antigo e tão frágil que, embora seja permitido caminhar por entre as lápides, é preciso cuidado (tocá-las é terminantemente proibido, pois muitas estão desmanchando).

É o menor de todos os cemitérios citados nesta postagem e o único pelo qual se paga para entrar (o valor é simbólico, um ou dois dólares). Fica no centro histórico, chamado de Old City, mais precisamente no cruzamento da Arch St, com a Independence Mall East. Procure por Franklin´s Grave.






* As fotos são minhas e de Carlos Giannoni de Araujo

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domingo, 12 de agosto de 2012 | | 0 comentários

Inspiração

As ruas da Filadélfia, a primeira capital dos Estados Unidos, ficaram famosas na música e no cinema. Quando a elas se junta o brilho do sol da Filadélfia num final de tarde, é pura poesia:



Leia também:

- Memórias da Filadélfia

sábado, 7 de julho de 2012 | | 0 comentários

Brasil com "z"

Na Filadélfia (EUA), há uma longa e bonita avenida que liga a região da prefeitura e do Love Park ao museu de arte da cidade. A via - chamada Benjamin Franklin Parkway - é adornada em suas laterais com bandeiras de dezenas de países.

Em 2009, quando lá estive pela primeira vez, a bandeira do Brasil tinha um detalhe estranho:


Quando lá voltei, agora em abril, o azul do seu céu voltou a ser estampado no nosso lábaro (para quem não sabe, é sinônimo de bandeira):


* A primeira foto é minha; a segunda, de Carlos Giannoni de Araujo

quinta-feira, 28 de junho de 2012 | | 0 comentários

Os murais da Filadélfia

No meu blog Piscitas - Travel & Fun, no qual escrevo crônicas e relatos de viagens, fiz uma postagem sobre os murais da Filadélfia. A primeira capital dos Estados Unidos é conhecida pela arte nos muros de sua área urbana. Há até um passeio específico para quem quer ver os murais.

A postagem em questão foi feita após minha primeira visita à cidade, em 2009. Agora que estive lá novamente, fotografei outros murais. Eis abaixo:







segunda-feira, 25 de junho de 2012 | | 0 comentários

Chinatown(s)

Os chineses estão invadindo o mundo! Não bastassem ser mais de 1,7 bilhão em seu próprio país, ainda estão presentes em grandes colônias em qualquer cidade média ou grande do mundo.

Na Filadélfia (EUA):



Em Toronto (Canadá):




Em Montreal (Canadá):


E olha que estas são apenas as cidades nas quais fotografei Chinatown porque o bairro existe em todo lugar!