Quer reclamar? Gaste com um advogado... Ou procure o bispo... Ou mude de país!
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 07:25 | 0 comentários
Está difícil viver no Brasil!
Quer reclamar? Gaste com um advogado... Ou procure o bispo... Ou mude de país!
domingo, 17 de março de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 23:06 | 0 comentários
A vez do consumidor
Mais efetivo do que multas, a secretária nacional do
consumidor, Juliana Pereira, acredita que carimbar as empresas com o
"selo" de quem respeita ou desrespeita o consumidor é a melhor
alternativa para puni-las.
terça-feira, 16 de outubro de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 18:56 | 0 comentários
Dos EUA, um exemplo de respeito ao cliente
Já relatei neste blog o problema que tive durante minha estadia no hotel Travelodge em
Chicago (EUA) em abril deste ano. O problema se acentuou quando recorri ao site
Hoteis.com - do qual ERA cliente e no qual havia feito a reserva – para que
intermediasse uma tentativa de solução. O péssimo atendimento recebido e o
desinteresse do site em tentar ajudar me deixaram frustrado, irritado e com uma
sensação de total impotência.
domingo, 17 de junho de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 22:24 | 0 comentários
A pergunta que não quer calar...
As fotos a seguir foram tiradas numa loja qualquer na Filadélfia (EUA):
Alguém poderia explicar a razão dos tênis custarem bem mais no Brasil?
segunda-feira, 14 de maio de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 16:30 | 0 comentários
Atenção com o Hoteis.com
Caro leitor
quarta-feira, 31 de agosto de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 22:01 | 0 comentários
Frase
Marcadores: consumo, Internet, propaganda, publicidade, redes sociais
sábado, 2 de outubro de 2010 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 23:38 | 0 comentários
De novo a Net!
A jovem, muito “educada”, disse: “Em que posso lhe ajudar?”. Ou seja: ignorou minha queixa. Voltei a perguntar sobre a demora no atendimento. Ela admitiu que a lei falava em um minuto, mas havia muitas chamadas naquele momento. Eu disse apenas: “ora, mas não deviam estar preparados para isso?”. Ela desligou o telefone na minha cara.
Mais um contato, mais cinco minutos de espera e desisti de reclamar sobre a demora. Falei do meu problema com o acesso à Internet. E decidi recorrer à Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Não sei se vai dar resultado, mas registrei minha queixa. Cumpri meu dever de cidadão e consumidor consciente. Se as empresas não aprenderem por bem a respeitar os clientes, que aprendam por mal.
Abaixo a cópia da minha queixa formalizada na Anatel.


PS: para ler o meu problema anterior com a Net, clique aqui.
Em tempo: estou, sim, usando este espaço para tratar de uma questão pessoal. Quem sabe isso não estimula outros consumidores a reagir ou ainda faz a Net tomar alguma atitude...
quarta-feira, 25 de agosto de 2010 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 17:33 | 0 comentários
"Pagamos mais caro. E agora?"
A globalização contemporânea apresenta esta vantagem: amplia a capacidade do consumidor de comparar preços. Os computadores, jogos eletrônicos, celulares, roupas, tênis, perfumes, etc. são os mesmos pelos shoppings mundo afora. Aliás, os shoppings são iguais. Viagens internacionais mais frequentes e baratas e, sobretudo, a internet completam o quadro. Dá para saber o preço de um carro em qualquer país.
O consumidor brasileiro está ligado nisso e já toma consciência de como os mesmos produtos são muito caros por aqui. O artigo da semana passada, mais a reportagem e o comentário no "Jornal da Globo" de quinta-feira (19/8) trouxeram ampla variedade de e-mails e relatos de experiências diversas. Eis alguns exemplos:
Luiz Brandão chama a atenção para os remédios. Conta que um medicamento produzido pela AstraZeneca, chamado Nexium esomeprazol, custa na Argentina a metade do preço praticado no Brasil.
André Blau, de São Paulo, contou: "Minha esposa me comprou de presente um pulôver sem mangas, pelo qual ela pagou R$ 240. A peça não passou na primeira lavagem. Saiu com aparência feia e cheia de bolinhas. Aí, entrei na internet e comprei da Inglaterra malhas feitas de Cashmere misturada com lã merinos. Paguei cerca de R$ 60, inclusive com despacho. Paga-se com cartão de crédito. Na alfândega brasileira, passa sem pagar imposto todo pacote que tem até três ou quatro malhas".
Antonio Carlos Reis, de Piracicaba, contou sobre a diferença de preços entre uma mesma pick-up aqui e em Buenos Aires. E pergunta: "Minha mulher e eu podemos, num fim de semana, voar para Buenos Aires para um passeio romântico e de lá voltar na desejada pick-up? Pelo que sei sobre comércio exterior na esfera do Mercosul, não há imposto de importação".
Edson Pinto, que ajudou um filho a montar uma loja em shopping, conta dos custos elevadíssimos para fazer negócios no Brasil. São custos públicos, digamos assim, como os impostos e as infinitas taxas. Lá pelas tantas, relata, "entra o Ecad e exige o pagamento de taxas pela música que o caixa ouve no computador da loja; a prefeitura exige que a vitrine tenha faixas para evitar que os clientes desatentos batam a cabeça no vidro; o Procon passa e multa porque um determinado produto entre dezenas na vitrine não traz o preço".
E há custos privados, ou seja, aqueles cobrados pelos administradores dos shoppings. Tudo somado, diz nosso leitor, o empresário tende a colocar margens brutas muito elevadas, que lhe parecem a melhor saída para enfrentar os custos atuais e possíveis no futuro. Resultado: "Vira um jogo de malandragem necessária em que a lei da oferta e da procura clássica só se sustenta a curto prazo. Claro que poucos comprarão. Talvez se venda em quantidade suficiente para ganhar algum. Se não, parte-se para outro produto e a roda-viva continua até que o pequeno comércio, sonhado pelos jovens que acreditam inocentemente no País, vá se incorporar à estatística tenebrosa da mortalidade precoce de novos negócios no Brasil".
Tudo considerado, há cinco classes de problemas:
Impostos: não a há a menor dúvida, a carga tributária impõe custos elevados ao consumidor. O caso dos remédios é dramático: num medicamento de R$ 10 o governo pega R$ 3,50, mesmo para produtos de uso contínuo. Em produtos eletrônicos a carga pode chegar à metade do preço final.
O custo de fazer negócios no Brasil: uma pesquisa nacional da Firjan mostra que a abertura de uma empresa exige de seis a oito etapas burocráticas, pagamento de 12 a 16 taxas, tudo com 43 documentos (alvarás, licenças, etc.). Abrir uma empresa pequena no Rio, no ramo da alimentação, sai por mais de R$ 5 mil. Há Estados em que os bombeiros cobram R$ 2.500 para darem um alvará. Em Santa Catarina, a OAB local tabelou em R$ 2.681 o trabalho do advogado de assinar o contrato de abertura de empresa, em geral um contrato-padrão. Um estudo da Fiesp calcula que as empresas brasileiras gastam anualmente cerca de R$ 45 bilhões com a burocracia. Uma enormidade, equivalem a 1,5% do PIB. Incluem-se aqui custos trabalhistas e o dinheiro e a energia aplicados pelas empresas nas relações com o Fisco.
Custo da infraestrutura: fretes elevados e demorados, taxas e tempo perdido nos aeroportos, portos, etc.
Ineficiências: o trabalhador brasileiro, com educação comprometida, produz menos e absorve de maneira limitada as novas tecnologias.
Margens elevadas: ou porque o mercado é protegido ou porque, como diz Edson Pinto, é a defesa que o empresário, especialmente o menor, encontra para se manter à tona.
Soluções? Obviamente, é preciso reduzir a carga tributária. Não é simples, porém. O governo arrecada muito porque gasta muito. Logo, sem uma redução do gasto público, sem uma limitação no tamanho do Estado, não haverá como diminuir impostos.
Mas é possível adotar desde já algumas medidas emergenciais, como retirar a carga de produtos essenciais, como medicamentos.
Outras soluções foram indicadas pelos leitores: abertura dos mercados. Se, por exemplo, fosse possível ir a Buenos Aires, comprar o carro e trazê-lo para cá, essa competição pressionaria os preços brasileiros. (O leitor Reis pode passear na Argentina, mas não conseguirá comprar a pick-up nem circular com ela por aqui.)
André Blau conseguiu uma boa saída via internet. Há muitos sites confiáveis, mas isso é limitado a compras pequenas. E nem é bom falar muito, porque daqui a pouco vão tentar cortar essa onda.
Facilidades maiores nas compras de quem vem do exterior são limitadíssimas. E injustas. Beneficiam a parte da população que tem dinheiro para viajar. Impostos menores e abertura às importações beneficiariam a todos.
Reduzir burocracias e o custo de fazer negócios no País é muito possível. São mudanças no nível microeconômico, que podem ser feitas por prefeituras, por exemplo. Infelizmente, não temos visto esses temas na campanha eleitoral. Mas a consciência dos consumidores é cada vez maior. Um bom começo.
Fonte: Carlos Alberto Sardenberg, Opinião, "O Estado de S.Paulo", 23/8/2010 (link aqui)
Marcadores: consumo, economia, preço, Sardemberg
segunda-feira, 31 de maio de 2010 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 19:54 | 0 comentários
Lista de compras
Vi recentemente um interessante documentário sobre consumo em um desses canais a cabo tipo National Geographic, Discovery ou algo assim. Ele mensurava quanto um ser humano consume, em média, durante toda a vida. Confesso que nunca tinha parado para pensar a respeito. Confesso também que os números me surpreenderam.
Infelizmente, não me recordo o nome do documentário – ele realmente começou a me interessar depois que os números surgiram. Tive tempo, porém, de anotar alguns dados (lembrando que se trata da média, você pode não consumir algo da lista abaixo, mas haverá alguém que consumirá por você – a minha cota de chocolates, por exemplo, deve ser maior...).
O objetivo do documentário era despertar uma consciência ecológica sobre o nosso atual padrão de consumo.
Eis, portanto, a lista do que você consume durante a vida:
* 13.345 ovos
* 4.283 pacotes de pão de forma
* 5.272 maçãs
* 10.866 cenouras
* 10.000 barras de chocolate ou 8,2 quilos anuais de chocolate
* 845 latas de feijão
* 1.200 frangos
* 4 vacas
* 15 porcos
* 16.000 litros de leite
* 10.351 copos cerveja
* 1.694 garrafas vinho
Isso resulta em:
* 8,5 toneladas de lixo só de embalagens de comida
* 2.865 quilos de fezes
* 35.815 litros de gases emitidos
* 4.239 rolos de papel higiênico usados
Este é o tamanho do nosso consumismo desenfreado, o custo da nossa existência.
E então, despertou?
Ainda durante a vida, conhecemos 1.700 pessoas (sejam amizades eternas ou encontros efêmeros) e pronunciamos 123.205.740 de palavras. Leremos 2.455 exemplares de jornais, o que significa 1,5 tonelada. O papel usado na nossa leitura de jornais e livros exigirá o corte de 24 árvores. E daremos 415 milhões de piscadas de olhos.
PS (acrescentado em 5/6): acabei de rever o documentário. Foi no NetGeo. O nome dele é “As marcas da humanidade” e tem como base o consumo médio de um cidadão da Grã-Bretanha.
quinta-feira, 11 de março de 2010 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 18:25 | 0 comentários
Kabruska! (ou os problemas da Net)
Sexta-feira, 21h30. Tentei acessar a Internet. Sem sinal.
Sábado, idem.
Domingo, 20h. Nada.
Segunda-feira, 20h30. Nada.
O sinal só ressurgiu por volta da 1h30, já na madrugada de terça-feira. E caiu duas horas depois.
Este é o serviço dado (?) pela Net, pelo qual pago – junto com a TV a cabo e o telefone (que não uso, mas é parte obrigatória do tal combo) – R$ 174,90 por mês. Mais de R$ 2 mil por ano! E quando preciso... sem sinal.
Se esta fosse a primeira vez, vá lá, mas o problema é recorrente. Recorrente!
Se não bastasse o péssimo serviço (ou melhor, a falta do dito cujo), o atendimento do call center é lastimável, coisa para o Procon analisar.
Vejamos: liguei para a Net na segunda-feira (8/3) por volta das 13h50. Fui atendido por uma pessoa chamada Cíntia. Após citar meu problema, ela questionou se eu havia contatado o atendimento eletrônico nos dias anteriores. Respondi que não e completei dizendo que minha ligação tinha o único (único!) objetivo de pedir desconto pela falta do serviço durante três dias e não para solicitar que tomassem providências em relação ao problema – pois isso quem vai fazer sou eu, em junho, quando acabar o prazo pelo qual pago multa por cancelamento do contrato.
Com uma simpatia peculiar, a tal Cíntia reiterou que eu devia entrar em contato com o atendimento durante a ocorrência. Quando fui explicar que o problema era recorrente, que estava cansado e que queria apenas verificar a possibilidade do abatimento, não é que a exemplar funcionária desligou. Isto mesmo: a atendente da Net me deixou falando sozinho.
Claro que, para uma empresa do tamanho da Net, os R$ 2.098,00 por ano que eu entrego a eles não farão diferença. Para mim, porém, será um prazer deixar de dar parte do meu suado dinheiro para uma empresa que:
1) oferece um serviço (?) de péssima qualidade e
2) desrespeita o cliente.
Só para constar: além da tal Cíntia, fiz uma outra ligação à noite para a Net. Uma outra atendente, mais atenciosa (pelo menos não desligou o telefone na minha cara), apresentou como única solução uma visita técnica. Recusei. Afinal, outras quatro já foram feitas nos últimos meses...
Em tempo: enquanto escrevo este texto, o sinal da Net já caiu... São 3h40 – portanto, não foram nem três horas de acesso à Internet.
PS: numa ocasião anterior, em que tive o mesmo problema, a Net teve a ousadia de me informar, via call center, que eu tinha ficado sem sinal durante 19 dias no mês. Dezenove dias! Eles sabiam disso e ainda assim me cobraram o valor integral do serviço – R$ 49,90 (só a Internet, sem contar os demais itens do combo). Foi preciso que eu solicitasse o abatimento proporcional para ter um desconto. E qual não foi minha surpresa ao receber a conta: o desconto foi de R$ 1. UM REAL! Se 19 dias valem R$ 1, logo não deveria pagar R$ 49,90 por mês...
Mas esta é a Net.
* O serviço só foi restabelecido nesta quinta-feira, 11/3, por volta das 20h30.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 18:29 | 0 comentários
