O que está por trás dos grandes sucessos do cinema, analisado pelo filósofo esloveno Slavoj Zizek:
terça-feira, 21 de julho de 2015 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 13:21 | 0 comentários
Um guia para a ideologia
Marcadores: cinema, filosofia, ideologia, Slavoj Zizek
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 05:21 | 0 comentários
Frase
Marcadores: filosofia, frase, Luiz Felipe Pondé
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 05:15 | 0 comentários
A teoria do egoísmo responsável
Marcadores: filosofia, futuro, reportagem, sociedade, telejornalismo, trabalho, TV Cultura
quarta-feira, 28 de maio de 2014 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 19:19 | 0 comentários
Espaço público, segregação e sociedade
Nos EUA, as elites parecem desesperadas em não se misturar com os demais. Vida comum é saudável, e uma democracia vibrante precisa de lugares públicos que misturem diferentes classes. A camarotização é uma ameaça à democracia, ao espírito do bem comum. Os esportes costumavam ser essa arena. Mas a camarotização dos estádios tem repetido a segregação.
O maior erro é pensar que serviços públicos são apenas para quem não pode pagar por coisa melhor. Esse é o início da destruição da ideia do bem comum. Parques, praças e transporte público precisam ser tão bons a ponto de que todos queiram usá-los, até os mais ricos. Se a escola pública é boa, quem pode pagar uma particular vai preferir que seu filho fique na pública, e assim teremos uma base política para defender a qualidade da escola pública. Seria uma tragédia se nossos espaços públicos fossem shoppings centers, algo que acontece em vários países, não só no Brasil. Nossa identidade ali é de consumidor, não de cidadão.
Fonte: Raul Juste Lores, “Camarotes de VIPs são uma ameaça ao espírito democrático”, Folha de S. Paulo, Poder, 28/4/14.
Marcadores: comportamento, filosofia, Michael Sandel, Raul Juste Lores, sociedade
segunda-feira, 7 de abril de 2014 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 12:53 | 0 comentários
"Deveres da amizade"
Fonte: Hélio Schwartsman, “Folha de S. Paulo”, Opinião, 6/4/14, p. 2 (íntegra aqui).
Marcadores: amizade, filosofia, Hélio Schwartsman, reflexão
segunda-feira, 18 de março de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 18:00 | 0 comentários
O bom selvagem (sobre a natureza humana)
(...) Engana-se
quem pensa que a tradição marxista comece com Marx, ela começa com Rousseau e
seu bom selvagem. O princípio é que o homem é bom e a sociedade é que o
perverte. A perversão do bom selvagem pelo "Das Kapital" é apenas uma
decorrência do princípio do Rousseau, só que para Marx não partimos do bom
selvagem, mas sim chegaremos a ele quando superarmos esta sociedade má.
Marcadores: comportamento, filosofia, Luiz Felipe Ponde, reflexão
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 18:22 | 0 comentários
Reflexões sobre o ato de viver
(...) Sou um homem de obsessões. Uma delas é que não controlamos a vida. Mas, mesmo assim, devemos tentar ter algum controle sobre ela. Ao final, sempre somos derrotados. Se pensarmos nisso, nada vale a pena. Mas, antes da morte, tudo vale a pena justamente porque nunca venceremos a batalha. Não há qualquer outra dignidade na vida além da do herói épico que combate 1 milhão de inimigos.
(...) Sou um vocacionado à tristeza, mas resisto bem. As pessoas a minha volta sempre me salvam, mesmo que sem querer. Livros e filmes como esses me deixam felizes porque vejo neles o que vejo em mim: o sentido da vida que brota do fracasso, do impasse. (...)
Fonte: Luiz Felipe Pondé, "Intimidade", Folha de S. Paulo, Ilustrada, 7/1/13, p. 12.
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quarta-feira, 26 de setembro de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 20:05 | 0 comentários
A ética nossa de cada dia
Estamos vivendo tempos de uma ética utilitarista. Ou, melhor
dizendo, da deturpação dos princípios utilitaristas. Do eudemonismo natural
para uma moral egoísta. Isto se revela em dois tipos de atitudes: 1) a
avaliação do que é bom ou mau (ou, dito de outra forma, do que vale a pena ou
não) com base nas consequências que algum ato possa trazer para o indivíduo; e
2) a consideração do que vale a pena ou não com base numa suposta superioridade
ideológica em relação a outras correntes de pensamento.
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domingo, 26 de agosto de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 19:47 | 0 comentários
Qual o valor do dinheiro?
Ao que tudo indica, nem o normalmente conservador Conselho Federal de Medicina (CFM) resistiu à pressão e já vai, pelas beiradas, aceitando a barriga de aluguel. Oficialmente, o CFM está apenas permitindo que uma mulher não aparentada ceda a outra seu útero por razões altruísticas, mas admite que não tem como saber se há ou não pagamento envolvido.
Como bom utilitarista, penso que, se um acordo qualquer é desejado pelas duas partes e não prejudica terceiros, esse não é um assunto no qual o Estado e suas autarquias possam interferir. Não tenho, portanto, nada contra barriga de aluguel, comércio de órgãos, prostituição e jogos de azar. É claro, porém, que minha posição está longe de ser unânime.
Quem articula com maestria argumentos contrários aos meus é Michael Sandel, no recém-lançado "O Que o Dinheiro Não Compra". Para o professor de Harvard, a crescente monetização da sociedade, além de afastar ricos de pobres, pode muitas vezes destruir valores como altruísmo, solidariedade, patriotismo etc.
Ele apresenta tantos exemplos e articula tão bem suas ideias que é difícil discordar. O que me incomoda no discurso de Sandel é que ele põe tanta ênfase na ideia de que o dinheiro degrada tudo o que toca que acaba favorecendo um certo reacionarismo de esquerda, que rejeita o avanço do mercado mesmo quando isso pode ser benéfico para a maioria.
É claro que a "commoditização" da vida cria uma série de problemas e injustiças. Só que também tínhamos problemas e injustiças antes da invenção do dinheiro. Colocando as coisas em perspectiva histórica, o paulatino avanço dos mecanismos de mercado por diferentes aspectos da vida também é responsável pela era de pujança material e sanitária sem precedentes de que até as populações mais miseráveis do planeta se beneficiam. Será que devemos mesmo criar zonas sagradas que não podem ser tocadas pelo dinheiro?
Fonte: Hélio Schwartsman, "Zonas sagradas", Folha de S. Paulo, Opinião, 26/8/12, p. 2.
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quarta-feira, 2 de novembro de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 18:01 | 0 comentários
O mundo e eu
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segunda-feira, 25 de julho de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 19:06 | 0 comentários
Frase
"O trabalho técnico, mecânico e acelerado abole o tempo do pensamento, que exige virtudes atribuídas ao preguiçoso: paciência, lentidão, devaneio, acaso - o imprevisto."
Adauto Novaes, em ensaio publicado no caderno "Ilustríssima", da "Folha de S. Paulo", ontem (24/7/2011). Para ler a íntegra, clique aqui - é preciso ter senha do jornal ou do UOL.
