segunda-feira, 6 de maio de 2013 | | 0 comentários

Lula faz-me rir

"Você pode fazer o jogo político, aliança política, coalizão política, mas não precisa estabelecer uma relação promíscua para fazer política."

A frase foi dita pelo ex-presidente Lula em entrevista para um livro que tratará dos dez anos de governo petista no Brasil, conforme registrou a imprensa no final de semana.

Segundo Lula, o “PT precisa voltar a acreditar em valores que a gente acreditava e que foram banalizados por conta da disputa eleitoral”.

Não sei se é para rir ou chorar. Porque ouvir Lula falar isto é quase uma piada.

Justamente ele, que há menos de um ano não se importou em posar ao lado do ex-prefeito e hoje deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) - condenado por corrupção e procurado pela Interpol – só para garantir alguns segundos a mais na propaganda de rádio e TV na campanha que levou o ex-ministro Fernando Haddad (PT) à Prefeitura de São Paulo.

Quem senão Lula & cia. banalizou os valores petistas por conta das disputas eleitorais?

Merece algum outro nome que não promíscua a relação que o petismo – Lula à frente - estabeleceu com outros partidos quando chegou ao poder para garantir a chamada governabilidade?

Ou será que Lula e a presidente Dilma Rousseff fizeram/fazem nomeações técnicas para seus ministérios?

Dilma, aliás, acaba de confirmar a nomeação do vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, para a Secretaria da Micro e Pequena Empresa visando unicamente garantir o apoio do PSD do ex-prefeito paulistano, Gilberto Kassab, ao projeto reeleitoral. Como fez ao nomear o senador Marcelo Crivella para o Ministério da Pesca em troca do apoio do PRB (leia-se evangélicos, Igreja Universal e TV Record) ao governo e à reeleição.

E aí surge Lula pregando a retomada dos antigos valores petistas, corrompidos – segundo diagnóstico dele próprio – por relações escusas em favor das eleições.

Até quando?

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Mais uma voz contra redução da maioridade penal

Trecho da entrevista do ex-presidente colombiano César Gaviria à “Folha de S. Paulo”:

O Brasil voltou a discutir a redução da maioridade penal. Qual é a sua posição?
Essas decisões não servem para nada. A única coisa que funciona são políticas integrais. Temos experiência na Colômbia. Medellín chegou a ter 300 mortes por 100 mil habitantes. Isso é mais do que qualquer guerra civil, é dez vezes a taxa do Brasil. Saímos por meio de trabalho social, tratamento integral. As empresas da cidade criaram fundações para levar educação e saúde aos meninos. É possível transformar um assassino de 14 anos num bom cidadão se a sociedade se mobiliza para fazê-lo. Esses problemas não mudam com leis, mudam quando a sociedade decide resolver. É o que as pessoas do Rio e de São Paulo têm de fazer. Se todas as empresas se dedicarem, verão como esses meninos sairão da violência. Dói em mim ver o que está ocorrendo no Brasil, pensando em soluções tão contraindicadas e alheias ao que está acontecendo no mundo.

Fonte: Fabiano Maisonnave, “Redução de maioridade penal e internação forçada vão fracassar no Brasil”, Folha de S. Paulo, 6/5/13, p. A-10.

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Um templo da leitura

Já escrevi neste blog sobre a famosa livraria Shakespeare and Company, de Paris (França). Agora ela pode ser conhecida melhor por meio do vídeo a seguir.

É, sem dúvida, um inspirador templo da leitura e arte.


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Viajando pela NBA

Estava assistindo dia desses aos playoffs da NBA, jogo que definiu a classificação do Memphis Grizzlies sobre o LA Clippers. Durante a transmissão pela TV, falou-se muito do jogo do Atlanta Hawks no Philips Arena, em Atlanta, e do Boston Celtics no TD Garden, em Boston. 

São duas arenas que eu conheço - em uma delas, a de Atlanta, até assisti a um jogo.

Costumo dizer que uma viagem proporciona uma série de benefícios, entre eles um sentimento de "pertencimento" (sei que a palavra é feia, mas não consigo definir de outra forma). Você conhece um lugar e, a partir disto, sempre que o vê na TV, no jornal ou na Internet por algum motivo sente-se íntimo de lá. É uma sensação curiosa - e já adianto: é preciso ter alma de viajante para captá-la.

Quem acompanha este blog e o Piscitas - travel & fun teve a oportunidade de conferir mais sobre as duas arenas. As postagens podem ser vistas aqui, aqui e aqui.

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Um aperto de mão

Se algum dia na vida
você de mim precisar
saiba que sou seu amigo
pode comigo contar.

O mundo dá muitas voltas
a gente vai se encontrar
quero nas voltas da vida
a sua mão apertar.

PS: gosto muito desta singela canção - cujo compositor desconheço. Ela é cantada nas missas na hora de desejar às pessoas a “paz de Cristo”. Lembra minha infância e me faz crer em valores que em algumas ocasiões eu achei que tivessem sido perdidos.

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Divagações sobre um país

Li um texto neste domingo (5/5) na “Folha de S. Paulo”, assinado pelo jornalista Janio de Freitas, que me trouxe à mente uma conversa tida pouco mais de um ano atrás com um ex-colega de trabalho.

Estávamos com viagem marcada para os EUA, onde ele nunca havia estado. Num dos muitos bate-papos que costumávamos ter, madrugada adentro, lembro que discutíamos a cultura norte-americana e o jeito norte-americano de ser. Meu colega nutria um pré-conceito em relação ao povo e ao país. Algo que podia se resumir no conceito de que “os norte-americanos são arrogantes”.

Tentei explicar que não se podia generalizar a imagem de um povo de tal maneira. Aleguei que sim, há uma porção de gente arrogante por lá (como por aqui e em qualquer lugar), mas encontraríamos também pessoas generosas e humildes. Manifestei ainda que a noção dos EUA como centro do universo fazia parte, de alguma forma, da cultura deles. Os norte-americanos crescem acreditando na missão de “salvar o mundo” – e a carga cultural que reforça este conceito é grande, basta ver Hollywood.

Pois bem: viagem feita, tempos depois questionei-o novamente a respeito do assunto. Ele dessa vez foi ponderado. Derrubou de certa forma os pré-conceitos. Disse que continuava achando o governo norte-americano imperialista, mas que o povo, de fato, exibe contornos diversos como em qualquer país. Gente arrogante, gente boa. Entendeu também que guerras, disputas e um certo grau de superioridade (porque via de regra só se vai à guerra quando você se acha melhor que o adversário) estão no “sangue”, fazem parte da cultura norte-americana.

Não que isto seja certo ou normal (não gosto de usar estes conceitos, mas assim a explicação fica mais simples), contudo é mais fácil entender o outro quando conhecemos suas razões. Tivéssemos nascido lá e é provável que pensaríamos como eles.

Fiquei satisfeito e feliz por constatar que este meu conhecido mudou de alguma forma sua visão de mundo com a viagem. Afinal, este era um dos meus objetivos ao aceitar ciceroneá-lo por lá – para mim, uma viagem não é apenas conhecer pontos turísticos e sim buscar viver e entender (ainda que de modo raso) a cultura de um lugar. Sendo assim, posso considerar ao menos esta parte da missão cumprida!

O mesmo texto me fez lembrar de um livro que considero exemplar na dissecação da alma norte-americana. Foi escrito pelo colega jornalista Rodrigo Alvarez e se chama “No país de Obama”. Recomendo!

Também lembrei dos episódios do famoso chef inglês Jamie Oliver e sua “America’s Road Trip”. Em um dos episódios, ele vai ao interior da Geórgia - um dos principais estados sulistas, que guarda registros históricos da Guerra Civil e possui traços culturais marcantes da cultura escravocrata.

Cozinhando com os locais, em busca dos temperos e segredos locais, Oliver procura entender como a crise financeira que eclodiu no final de 2008 atingiu os norte-americanos. Ele encontrou, em meio a um povo trabalhador, relatos dramáticos. Como o de uma jovem senhora, dona de um famoso restaurante, tradição de família, que se viu forçada, pela primeira vez em 40 anos, a demitir funcionários – para ela, uma dor quase inconsolável. O movimento caíra bruscamente e não houve outra alternativa.

Nesse restaurante, Oliver acompanhou o preparo do Pit Barbecued Hog, um porco assado de modo artesanal – o que deu fama ao local.


Em uma fazenda, a família informara que deixaria de participar de um festival anual tradicional na região, uma competição de comida, porque não tinha dinheiro para pagar o diesel da viagem até um estado próximo. Oliver custeou o combustível.

De uma outra família, o chef ouviu sobre a dificuldade de pagarem pelos serviços médicos. Foi quando comentou que, na Inglaterra, embora também atingida pela crise, o acesso à saúde era gratuito, bancado pelo governo.  

Em meio a estes relatos, Oliver visitou uma cidadezinha conservadora, reduto do partido republicano, onde vivem alguns ricaços. Ele foi a um tradicional chá da tarde das “senhoras de família”. Lá, tentou falar sobre a crise e ouviu, de um modo seco e objetivo, que aquele não era um assunto tratado nas reuniões. Ficou claro que, embora em dificuldades, a chamada alta sociedade local preferia “fingir” que estava tudo bem.

Foi, porém, na periferia de uma cidade, onde viviam alguns desabrigados, que ele ouviu o relato mais chocante daquele trecho da viagem. Um relato partido de alguém que estava na miséria, mas mantinha suas duras convicções a respeito da sociedade e do país. Um relato que evidencia como os EUA são, afinal, uma nação dividida, divisão que se traduz na política (republicanos e democratas), no modo de enxergar os estrangeiros e o mundo em geral. Ao falar sobre a crise, um dos desabrigados afirmou:

- Vocês (ingleses) ao menos têm uma rainha. Nós temos um negro...

Referência, claro, ao presidente Barack Obama, do partido democrata.

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"Silvio Santos e a imprensa"

(...) Ao elogiar Keila Jimenez, colunista da Folha, Silvio (Santos) aproveitou para fazer uma acusação grave: "Você é imparcial. Não torce pra ninguém. Faz aquilo que tem que fazer. Faz a comidinha de pensão legal. O que é justo é justo. Tem uns bobalhões aí que, de vez em quando, começam a ganhar um dinheirinho por fora e começam a falar bem de alguém e mal de alguém. Eu não vou falar o nome porque estou com raiva".

Com tanta experiência no ramo, e em nome dos princípios editoriais do SBT, Silvio deveria não apenas dizer quem é o jornalista que recebe "por fora" como informar quem paga.

Fonte: Mauricio Stycer, Folha de S. Paulo, “Ilustrada”, 5/5/13 (leia a íntegra aqui).

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Frase

"Muita gente se engana com bijuteria. E é preciso ficar atento: uma bijuteria bem feita até brilha, mas continua sendo uma bijuteria. A gente precisa buscar as joias e elas são raras."
Marcos Ramalho, padre da Paróquia São Benedito

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Atenção tripulação...

...pouso autorizado. E vai descendo, descendo...

 

... descendo, descendo...




... descendo, descendo...




E pousou...





* As fotos são do amigo Thiago Mettitier

sábado, 4 de maio de 2013 | | 0 comentários

Versos de uma canção

We'll meet again
Don't know where
Don't know when
But I know
We'll meet again
Some sunny day

(“We´ll meet again”, de Hughie Charles e Ross Parker)

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Ainda sobre os aeroportos

Postei aqui recentemente minha avaliação sobre o preparo do Brasil para a Copa do Mundo, especialmente no que diz respeito aos aeroportos. 

Pois bem: compare meu relato com as informações sobre os melhores aeroportos do mundo, cujo novo ranking foi divulgado esta semana.

E assista agora à reportagem veiculada pela EPTV Campinas a respeito do caos no aeroporto de Viracopos ontem (3/5).

sexta-feira, 3 de maio de 2013 | | 2 comentários

Uma viagem rumo a Pecém

Semana passada tive a oportunidade de conhecer a região do Porto de Pecém, em São Gonçalo do Amarante (CE). Tinha certa expectativa pelo lugar dada a “propaganda” que se faz dele Brasil afora como um dos grandes projetos de desenvolvimento do país, um dos principais da região Nordeste e talvez o principal do estado do Ceará.

Imaginava, portanto, algo grandioso (já postei neste blog e no Piscitas – travel & fun que tudo na vida é uma questão de expectativa, a surpresa ou decepção é proporcional ao grau de expectativa que se nutre em relação a uma pessoa, um lugar, etc).

O Porto de Pecém surgiu ainda como projeto, ideia, em meados da década de 1990, no governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Foi inaugurado em 2002 apresentando como uma de suas principais vantagens o fato de ser um dos portos mais próximos para exportações aos Estados Unidos e Europa.

Pois bem: durante o trajeto de cerca de 50 quilômetros entre a capital Fortaleza e Pecém, um distrito de São Gonçalo, praticamente não vi placas indicando o famoso porto. Elas só surgem, e com certa abundância, quando se chega à cidade (seja o vilarejo de Pecém ou São Gonçalo propriamente). Pensei: como pode um dos principais projetos de desenvolvimento do país ser tão mal sinalizado?

Tampouco havia placas indicando Pecém ou São Gonçalo. Sabe-se que é para lá porque se olha no mapa ou no GPS. Aliás, nem Cumbuco - uma das praias mais famosas do estado - tinha seu acesso indicado na rodovia (chegar até ela exige que se acesse a tal Lagoa do Bananal; se ninguém tivesse me dito isto talvez eu estivesse procurando até agora...).

Há duas formas de chegar até o porto: pela rodovia CE-085 (que cruza o interior) ou pela via que margeia o litoral. Imaginei que o acesso pela rodovia seria melhor e mais rápido. Engano: embora esteja em condições até razoáveis, oferecendo aqui e acolá belas paisagens, a estrada possui pista simples (um trecho chamado de anel viário está em duplicação, mas não se vê nada mais do que uma pista de areia esperando pavimentação e uma ponte que liga nada a lugar nenhum).


Isto exige muita paciência devido aos longos congestionamentos de caminhões com destino ao porto. Em razão disto, tornou-se comum o uso do acostamento (de terra e esburacado) pelos carros e eu não tive outra alternativa também caso quisesse chegar ao destino num horário adequado.



A partir do momento que você deixa a CE-085 em direção à praia (afinal, o porto está lá...), terá ainda que percorrer longos quilômetros. E correrá o risco de se perder em uma ou outra estrada que surge do nada. Apenas quando aparece uma rotatória vem a luz: uma placa. Não espere perguntar para algum outro motorista porque nesse momento o tráfego já é quase nulo (não sei qual trajeto os caminhões tomam porque em dado momento eles sumiram..).

Na volta, optei por seguir via litoral e reduzi o trajeto em mais de uma hora (só não sei se seria assim o dia todo – certamente o tráfego de caminhões por ali é reduzido porque muitos trechos são de uma avenida que corta os bairros rumo a Fortaleza).

E o porto, afinal? Um pedacinho de estrutura num canto de terra em meio a um mar incrivelmente esverdeado e brilhante pelos raios do sol. Vi apenas um ou dois daqueles guindastes gigantes que movimentam os contêineres. Uma ou duas docas, quatro berços disponíveis (posso estar enganado nos números, não vi o projeto nem a carta náutica, estou apenas falando das minhas impressões – para se ter uma ideia, o Porto de Paranaguá, no Paraná, possui 28 berços).




Ou seja: o grande projeto de Pecém me pareceu um porto isolado, pequeno, de acesso difícil (não pelas condições da estrada e sim pela falta de placas na pista) e aparentemente com pouco movimento em comparação ao que se imagina de um porto - para quem já conheceu o de Santos, no litoral paulista, e o de Valparaíso, no Chile.

Em tempo: segundo o governo do Ceará, no ano passado o Porto de Pecém movimentou 4,15 milhões de toneladas de produtos, 22% a mais do que em 2011.

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Nós e os outros

(...) Nós nos tornamos responsáveis pelo que cativamos porque é no outro que nos reconhecemos. Como que refletidos em espelhos variados, garantimos a certeza da nossa existência a partir de onde reverberamos. É a partir do outro que tomamos posse de quem somos. Do outro. E não dos outros. Um de cada vez montando o rico mosaico que compõe nossa personalidade.

Porque não existe Fulano. Existe o Fulano que se lê nos olhos de quem o recebe. Dois olhos e não milhares. Porque senão não é pessoa, é persona. Uma imagem de si que se irradia sem se alterar pela convivência, pelo recebimento, pela relação com o alheio. Um Fulano a partir de si, que mal se reconhece, mesmo com um bilhão de curtidas.

Fonte: Denise Fraga, “Megafones”, Folha de S. Paulo, Equilíbrio, 30/4/13.

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Mensagem de celular

Hoje recebi uma mensagem pelo celular: "Oi, tudo bem? Como você está? Anda sumido".

Sábado passado tinha recebido outra: "Você está de boa? Ia te convidar para comermos um pastel e colocar o papo em dia".

As mensagens me fizeram pensar: era tão pouco o que eu queria, é tão pouco o que eu quero, era tão pouco o que se espera... Da vida, das pessoas, do mundo...

Quando se tem algo que mereça ser chamado de amizade, é comum lembrar da pessoa, do amigo. É comum sentir saudade da convivência (no caso de amigos que moram em cidades diferentes).  É normal manifestar carinho quando se tem consideração por alguém, ainda que seja por meio de uma singela, mas significativa, mensagem de celular.

Pessoas que eu sequer imaginava que se lembrariam de mim, que estariam preocupadas com o meu "sumiço", manifestaram-se. Eis um presente da vida.

Sim, era tão pouco o que esperava, é tão pouco o que eu quero... Da vida, das pessoas, do mundo...

Um dia, talvez, quem sabe...

quinta-feira, 2 de maio de 2013 | | 0 comentários

Apenas uma imagem


* Retirado do blog do jornalista Zeca Camargo