O tempo passa tão depressa, mas em mim deixou
Jovens tardes de domingo, tantas alegrias
Velhos tempos, belos dias (...)

* Reflexões sobre uma incessante busca *
segunda-feira, 8 de setembro de 2014 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 22:38 | 0 comentários
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 22:30 | 0 comentários
Marcadores: Beatriz Sarlo, viagem
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 22:00 | 0 comentários
O PT faz hoje a mesma propaganda do medo da qual foi vítima em eleições passadas e contra a qual saiu vitorioso em 2002, empurrado pelo slogan de que "a esperança vai vencer o medo".
E o PT faz hoje exatamente o que sofreu e criticou no passado porque virou, desde que chegou ao poder, um partido igual a todos os outros.
Um partido sem escrúpulos, abjeto, que faz tudo pelo poder e a quem tudo vale em razão do poder.
Como já decretei neste blog que o PT que eu conhecia morreu em 19/8/2009, não me surpreende que a tática do marqueteiro João Santana na atual campanha eleitoral leve exatamente ao mesmo lamaçal de outrora. O lamaçal dos partidos sem escrúpulos.
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 21:52 | 0 comentários
Marcadores: Lucerna, música, reportagem, Suíça, telejornalismo, Tod Machover, TV Cultura, viagens
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 20:58 | 0 comentários
Pobre o país em que o presidente diz ver imagens miraculosas do ex-líder morto. Triste o país no qual o presidente diz sonhar com recados do falecido transmitidos por aves e parafraseia orações para cultuar quem já se foi - tudo para conseguir popularidade...
* Leia também:
- A beatificação do fracasso
Marcadores: Chavez, geopolítica
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 20:42 | 0 comentários
48 horas já não são mais suficientes para falar todas as palavras,
para matar todas as saudades,
para bater todos os papos,
para tomar todas as cervejas
e cafés.
48 horas já não são mais suficientes para rever as pessoas amadas,
para relaxar, curtir, dormir
para caminhar, passear, saborear
para nada fazer
e tudo querer.
48 horas já não são mais suficientes para todas as visitas devidas,
para todos os presentes atrasados,
para todos os churrascos programados,
para todas os convites recebidos
e os abraços desejados.
48 horas simplesmente já não são...
já não dão...
quinta-feira, 4 de setembro de 2014 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 18:30 | 0 comentários
Marcadores: reportagem, telejornalismo, trabalho, TV Cultura
quarta-feira, 3 de setembro de 2014 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 17:37 | 0 comentários
Li hoje que um exame de DNA absolveu, após 30 anos, dois irmãos condenados por estupro e morte de uma garota nos Estados Unidos.
Um deles estava no corredor da morte.
Por histórias como esta, que levam à possibilidade de um inocente pagar com a vida por um crime que não cometeu, que sou radicalmente contra a pena de morte.
Mesmo que seja um único caso, a vida não tem volta. Só a possibilidade do sistema cometer um erro deste tamanho, e dele ser irreversível, já é suficiente para minha oposição à pena capital.
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 14:20 | 0 comentários
De Mauricio Stycer, crítico de TV, em artigo na "Folha de S. Paulo":
A busca por audiência é um motor natural na TV aberta. Menos natural é ver que programas têm sido criados sem qualquer outro objetivo a não ser este. Também me assusta a cara de pau de figuras como este candidato a rei da "bacciaria".
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 14:10 | 0 comentários
Marcadores: gastronomia, Peru, reportagem, telejornalismo, trabalho, viagens
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 13:46 | 0 comentários
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 13:42 | 0 comentários
Marcadores: economia, Guido Mantega, ICMS, universidade, USP
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 12:07 | 0 comentários
Um país em que o presidente não manda nada!
Um país onde os deputados não têm nem gabinetes!
Marcadores: reportagem, telejornalismo, trabalho, TV Cultura
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 10:04 | 0 comentários
(...) O futebol não pode, como querem muitos, estar acima do bem, do mal e das leis. Racismo é racismo em qualquer canto. Com ou sem a bola rolando. Contra o Aranha ou contra a menina negra M.D.M.R, mineira de Muriaé, atacada no Facebook depois de postar uma foto com o seu namorado branco.
Racismo é racismo. Ponto. Se era"normal" chamar de macaco no passado, que dane-se o passado, é hora de desmascarar a cara de pau da normalidade. Como disse o goleiro do Santos, naquele momento o racismo estava mostrando mais uma vez a sua face, a sua cara. Que seja punido. (...)
Concordo que as manifestações racistas nos estádios são horrorosas e que devemos nos empenhar em pôr um fim a esse tipo de coisa. Também repudio a violência das torcidas organizadas e o vandalismo. Mas, se vamos combater esses comportamentos, precisamos fazê-lo segundo as regras do direito penal, que exigem identificar os culpados e julgá-los em processo regular, no qual tenham direito a ampla defesa.
Ora, algumas pessoas estão devidamente identificadas, não estão? Pois que se abra um processo penal, que elas tenham o direito à ampla defesa e, se assim a Justiça considerar, que elas sejam punidas no rigor da lei. No estrito rigor da lei. E que se dê ampla divulgação a isso.