* Quem perdeu alguma reportagem da série pode vê-la aqui: abertura, atacantes, histórias, Martorelli e Silas.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 19:25 | 0 comentários
"25 anos de uma conquista" - parte 6 (final)
* Quem perdeu alguma reportagem da série pode vê-la aqui: abertura, atacantes, histórias, Martorelli e Silas.
Marcadores: 1986, campeonato paulista, futebol, Inter de Limeira, reportagem, título
quinta-feira, 8 de setembro de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 18:23 | 0 comentários
Só uma constatação
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 18:16 | 0 comentários
"25 anos de uma conquista" - parte 5
* Para ver as quatro primeiras reportagens, basta checar as postagens anteriores.
Marcadores: 1986, campeonato paulista, futebol, Inter de Limeira, título
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 17:57 | 0 comentários
Previsões sombrias (as eleições de 2012)
terça-feira, 6 de setembro de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 20:03 | 0 comentários
"25 anos de uma conquista" - parte 4
Para acompanhar as três primeiras reportagens, basta checar as postagens anteriores.
Marcadores: 1986, campeonato paulista, futebol, Inter de Limeira, reportagem, título
sábado, 3 de setembro de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 09:39 | 0 comentários
25 anos
Quando acordei na manhã daquela quinta-feira, 4 de setembro de 1986, repeti tudo o que fazia rotineiramente. Tomei café, banho, troquei de roupa e fui para o grupo escolar “Brasil”. Quando lá cheguei, percebi que havia algo diferente no ar. Éramos centenas de crianças, como de costume, mas existia um alvoroço além do normal. Já na classe, soubemos que não haveria aula. Fora decretado ponto facultativo, uma espécie de feriado fora de hora. Motivo: o time da cidade tinha sido campeão paulista na noite anterior.
Marcadores: 1986, campeonato paulista, futebol, Inter de Limeira, título
quinta-feira, 1 de setembro de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 22:35 | 0 comentários
"25 anos de uma conquista" - parte 3
PS: as duas primeiras reportagens estão nas postagens anteriores.
Marcadores: 1986, campeonato paulista, esporte, futebol, Inter de Limeira, reportagem, título
quarta-feira, 31 de agosto de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 22:05 | 0 comentários
"25 anos de uma conquista" - parte 2
PS: a parte 1 da série de reportagens pode ser vista aqui.
Marcadores: 1986, campeonato paulista, Inter de Limeira, reportagem, título
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 22:01 | 0 comentários
Frase
Marcadores: consumo, Internet, propaganda, publicidade, redes sociais
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 18:27 | 1 comentários
“Test drive”
Marcadores: carro, Lamborghini, veículos
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 17:52 | 0 comentários
O futuro das cidades
Folha - São Paulo pretende adensar as áreas centrais para aproximar as pessoas dos empregos e da infraestrutura que já existe. A cidade não vai se tornar desagradável, cheia de prédios altos?
Alexandros Washburn - Não é agradável caminhar pela Quinta avenida? Não há nada de errado com prédios altos. A questão é como esses prédios se encontram com a rua. Aqui você tem uma regra que diz que os prédios devem ser recuados. Mas aí o que você tem é rua fechada com muros e grades.
Folha - E como deve ser?
Washburn - O muro da rua tem que ser feito do tecido dos prédios, com lojas, janelas nos primeiros andares. Você tem que sentir que as extremidades da rua estão abertas para você. E que as pessoas estão olhando para você. É preciso projetar desde a linha de um prédio à do outro. Em vez de recuar o prédio cinco metros, construir direto na calçada. Deixa uns três metros livres na calçada. E aí põe uma árvore, depois a guia. E então decide: vou pôr uma ciclovia ou vou pôr os carros para estacionar aqui? Alguém precisa desenhar isso. Hoje, está por conta própria.
Folha - Nova York enfrentou resistência dos moradores para implementar a ciclovia do East Side?
Washburn - Tem havido um pouco de resistência. Mas isso é parte do processo de compreensão de como a mistura da via com as bicicletas funciona. Em minha perspectiva, o pedestre é o mais importante. Caminhar é a atividade mais importante na cidade. Tanto pelo lado cultural como pela sustentabilidade. Nova York tem muita sorte por lutar por ótimas ruas. Você conhece a música "Empire State of Mind", da Alicia Keys? É sobre caminhar em Nova York. Tem outra do Frank Sinatra. As ruas de Nova York são tão boas para andar que as pessoas escrevem músicas sobre isso.
Folha - O que torna a cidade "caminhável"?
Washburn - Entre os edifícios, há uma quantidade limitada de metros. Então é preciso decidir quantos metros para caminhar, quantos metros para árvores, quantos metros para bicicletas, para carros. Decidir que o pedestre é o foco é uma decisão política importante para a cidade. É por isso que Nova York é uma cidade vibrante. Caminhar na rua em Nova York é minha experiência favorita. O espaço público é muito importante para construir confiança entre as pessoas de todas as classes e etnias.
Folha - Como colocar o pedestre em primeiro lugar em uma cidade projetada para carros, como São Paulo?
Washburn - Cidades são projetos de longo prazo. Os carros estão em primeiro lugar há 50 anos. Agora é a vez do pedestre. É uma questão de equilíbrio, não de eliminação. Quando você toma a decisão de colocar o pedestre em primeiro lugar, você adota um ponto de vista. Você vê os problemas através dos olhos de um cidadão caminhando pela rua. Não são soluções mutuamente exclusivas. Por exemplo, como pedestre, é bom ter carros parados paralelamente à calçada. Eles formam uma barreira ao movimento da rua. Carros e pessoas podem andar juntos, mas a questão é perguntar primeiro ao pedestre.
Cerca de 2.500 pessoas se reuniram na praça Vinicius de Moraes, em frente ao palácio do governo do Estado, no Morumbi, para protestar no fim de semana contra a violência e clamar por segurança. Foi provavelmente o maior ato público (e talvez o primeiro) patrocinado pelos moradores dessa parte rica da cidade.
O Morumbi se consolidou como bairro nobre - ou bairro "mais esnobe" - de São Paulo entre o final de 1960 e o início de 1970. Foi para lá que correu uma certa elite, a "elite do Milagre", fugindo do convívio urbano e dos problemas da cidade.
Com seus palacetes escondidos atrás de muros altíssimos, fortalezas de morar, o bairro se desenhou como sintoma e reação à inviabilidade da vida civilizada em São Paulo. O sonho do exclusivismo, da ostentação e da segregação social tinha naquela arquitetura de novo-rico, ao mesmo tempo monumental e sombria, a sua materialização.
É até irônico que a primeira residência do bairro tenha sido a Casa de Vidro, projetada por Lina Bo Bardi no início dos anos 1950 - um marco da arquitetura moderna paulistana e da sua ambição de se integrar simbioticamente à natureza. A evolução do Morumbi pós-1970 tratou de moer essa pequena utopia privada e outras ilusões.
O fato é que o bairro também já deixou faz tempo de ser a ilha da fantasia do novo-riquismo paulistano. A cidade real, com suas tensões e mazelas, o engolfou em poucas décadas: o trânsito local é muito ruim, a região foi povoada por favelas, as ruas sinuosas onde se enfileiram mansões à venda parecem mais inóspitas do que pacatas.
Muito longe de estar entre os lugares mais violentos da cidade, o Morumbi também não está no topo dos mais seguros. Até julho, registrou mais roubos de carros e roubos em geral do que Pinheiros e Perdizes, para citar dois exemplos.
A ascensão e a decadência histórica do bairro - à luz daquilo que aspirava- não deixam de ser um retrato do progresso à paulistana.
Marcadores: arquitetura, cidade, Fernando de Barros e Silva, planejamento, São Paulo, urbanismo, violência
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 08:26 | 0 comentários
"25 anos de uma conquista" - parte 1
Para quem pediu, para quem não viu, para quem quer rever, segue a primeira reportagem da série especial que preparamos na TV Jornal para comemorar o jubileu de prata do título de campeã paulista de 1986 da Internacional de Limeira, a primeira conquista de um time do interior:
* Mais detalhes sobre a série podem ser lidos aqui.
Marcadores: 1986, campeonato paulista, futebol, Inter de Limeira, reportagem, título
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 08:23 | 0 comentários
"O decoro que falta"
Para salvá-la da cassação, a maioria dos deputados levou em conta que as imagens eram de 2006. Portanto, de antes do exercício de seu mandato.
Ao abraçar esse sofisma, a Câmara desce mais um degrau na escala de sua credibilidade. Embora tenha ocorrido em 2006, é verdade, o fato só ficou conhecido neste ano. São de agora os seus efeitos e o dano para a imagem do Poder Legislativo. E o pior de tudo: os eleitores de Jaqueline Roriz a escolheram sem ter acesso a essas imagens.
Não é a primeira vez que o espírito de corpo prevalece no Congresso. Essa tem sido a praxe. Alguns ali argumentam até sobre a necessidade de transferir para o Supremo Tribunal Federal o poder de julgar processos como o de Jaqueline Roriz. Seria uma saída macunaímica. Um misto de preguiça, covardia e falta de responsabilidade.
A laborfobia dos deputados se expressa nos cerca de seis meses gastos na análise de imagens autoexplicativas. Daí para a falta de coragem é um pulo. Por fim, terceirizar o julgamento equivale a produzir uma crise política com data marcada. Na primeira cassação via STF o Congresso se insurgiria.
Qual é problema de um deputado votar para cassar um colega flagrado recebendo dinheiro? Nenhum. A não ser quando o próprio político teme ser o próximo réu. Nessas horas, o decoro que falta protege todo tipo de desvio.
Marcadores: cassação, Congresso, corrupção, decoro, Fernando Rodrigues, Jaqueline Roriz, política
terça-feira, 30 de agosto de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 20:55 | 0 comentários
Um carro
No estacionamento, fiquei em dúvida entre estes dois...
... aí escolhi o da esquerda...
... para fotografar e sonhar (porque fotografar e sonhar ainda não custam nada).
Marcadores: carro, Lamborghini, veículos
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 20:43 | 0 comentários
Direto da Câmara Federal...
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