tá chegando from Isca Online on Vimeo.
As férias estão acabando e um novo ano letivo está prestes a começar. As aulas voltam segunda-feira e desta vez terei duas turmas - a minha turma predileta, agora no quinto semestre, e uma turma ainda desconhecida, no terceiro semestre. Para a primeira, Jornal-Laboratório 2; para a segunda, Ética e Legislação. São duas disciplinas que me atraem, uma pelo fazer, outra pelo pensar.
Já ressaltei aqui que a força impulsiva dos jovens me motiva. Na turma para a qual lecionei Jornal-Laboratório 1, isto é marcante. Há alunos com gostos e talentos diversos. E alguns deles correm atrás. Além do blog "Missão Repórter", já apresentado aqui, eles estão elaborando um novo projeto, no qual misturam ousadia, criatividade e talento. Pude dar uma olhada e vi que o resultado é fantástico - e olha que ainda não está pronto!
Embora minha disciplina tenha foco especificamente no jornalismo impresso, fico entusiasmado com a iniciativa digital e televisiva desses estudantes. Tenho certeza que essa mesma força motriz que os move vai permear o semestre e resultar em ótimos trabalhos. Em Jornal-Laboratório 2, por exemplo, o desafio será fazer o inusitado. Tenho certeza que eles vão conseguir! Talento para isso não falta.
***
Aos alunos: aproveitem ao máximo as oportunidades da faculdade, as conversas com os professores, as aulas e as curtições. Tenham certeza que isso contribui de forma decisiva para a formação profissional. E, tão importante quanto isso, tenham certeza que estes tempos deixarão imensa saudade.
Bom semestre a todos nós!
PS: uma mostra do que os alunos estão preparando pode ser conferida no vídeo que ilustra esta postagem.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 08:32 | 0 comentários
Volta às aulas - ousadia, criatividade e talento
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 17:39 | 1 comentários
Nós, os jornalistas
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 21:42 | 2 comentários
A lista
Responda rápido: o que há em comum entre Amy Winehouse, Ana Carolina, Barack Obama, Chico Buarque, Elis Regina, Fidel Castro, João Gilberto, Maria Bethânia, Nelson Motta, Paulinho da Viola, Regina Casé, Ronaldo Boscoli, Tom Jobim, Toquinho, Vinícius de Moraes e eu, Rodrigo Piscitelli?
Pensou? Não sabe?
Estamos todos listados (em etiquetas) no blog do publicitário - e amigo - Cristiano Persona. Vê-se pela lista que é uma grande honra a minha inclusão. Acho que por essa nem eu imaginava. Aliás, mal sei como me dei conta dessa singularidade. Seja como for, valeu!
Em tempo: excluí dois nomes da lista. Um deles (Mario Persona, a quem admiro) apenas para dificultar a adivinhação. O outro (Luciana Gimenez) foi por... deixa para lá...
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 19:33 | 1 comentários
Dedicado a mim
Em geral, as músicas, frases e poemas que reproduzo aqui são dedicadas a alguma pessoa em especial. Nem sempre - ou quase nunca - a pessoa a identifica. Sem problema: se fosse para ser algo direto, teria dito diretamente. Desta vez, porém, decidi escrever algo dedicado a mim - que quero passar além do Bojador. É de autoria de um de meus poetas favoritos.
"Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu.
Mas nele é que espelhou o céu."
(trecho de "Mar Português", de Fernando Pessoa)
terça-feira, 27 de janeiro de 2009 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 08:57 | 0 comentários
What? Where? How?
Came in from a rainy Thursday
on the avenue
thought I heard you talking softly
I turned on the lights, the TV
and the radio
still I can't escape the ghost of you
What has happened to it all?
Crazy, some say
Where is the life that I recognize?
gone away
But I won't cry for yesterday
there's an ordinary world
Somehow I have to find
and as I try to make my way
to the ordinary world
I will learn to survive
Passion or coincidence
once prompted you to say
"Pride will tear us both apart"
Well now pride's gone out the window
cross the rooftops
run away
left me in the vacuum of my heart
What is happening to me?
Crazy, some say
Where is my friend when I need you most?
Gone away
Papers in the roadside
tell of suffering and greed
here today, forgot tomorrow
ooh, here besides the news
of holy war and holy need
ours is just a little sorrowed talk
And I don't cry for yesterday
there's an ordinary world
Somehow I have to find
and as I try to make my way
to the ordinary world
I will learn to survive
every one
is my world, I will learn to survive
any one
is my world, I will learn to survive
("Ordinary Wolrd", de Duran Duran)
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 08:46 | 0 comentários
A árvore de Versailles
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 17:56 | 1 comentários
"Vamo, vamo Winner!"
Sempre fui apaixonado por esporte. Durante anos, cruzei o Estado de São Paulo - e outros estados - para acompanhar as partidas da minha Internacional. Com a Inter, vivi momentos de alegria e tristeza, que só o esporte pode proporcionar. Estive no Maracanã para ver Inter e Botafogo. Acompanhei de perto conquistas memoráveis e campanhas medonhas. Vivi títulos e rebaixamentos. Vivi, eis o que o esporte proporciona.
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 17:43 | 0 comentários
Pílulas de fim de mês
>>> Este blog ficou alguns dias sem atualização por motivos profissionais. Estive em Franca fazendo um trabalho e só agora consegui ligar o computador. Espero que vocês tenham sentido a ausência de atualização (hehehe).
>>> Por falar em Franca, vivi naquela cidade uma situação curiosa (para dizer o mínimo). Entrei numa banca para comprar um jornal local e duas revistas de tiragem nacional. E não é que não encontrei nenhuma das revistas? Após procurar muito, pedi a ajuda de uma atendende. Ela mal sabia das publicações. Depois de muita enrolação, viu uma das revistas escondidinha na bancada. "Achei!", disse ela. Como eu sabia qual era o assunto da capa, estranhei de cara. Fui olhar a data: fevereiro de 2006! Isto mesmo, uma revista de três anos atrás. Diante do desconforto gerado pela situação, a atendente resolveu consultar o dono da banca. E ele soltou a pérola: "Ainda não recebi essas revistas deste mês". Isso dia 23! Ora, fui a uma banca que não tem revistas...
>>> Ainda em Franca, enquanto descansava no hotel, comecei a mexer no celular. E não é que descobri um serviço de acesso ao MSN! Que fantástico! Pelo celular, eu conseguia conversar com meus amigos via MSN. E também podia ler blogs e comentários! São as maravilhas da tecnologia. Eu em Franca lendo pelo celular um blog que um amigo acabara de atualizar em Limeira.
>>> Esta minha nova vida tem sido corrida. Mais do que eu mesmo imaginei.
>>> Conviver com pessoas é uma eterna fonte de aprendizado. Em razão disso, procuro sempre me cercar de pessoas com que tenho algo a aprender, ainda que estas tenham pensamentos distintos dos meus (e é bom que tenham). Eu, por exemplo, tenho aprendido nos últimos dois anos uma grande lição de tolerância. Embora não compartilhe dela ao extremo, é sempre bom tê-la por perto para que possa refletir sobre as situações da vida. Em tempo: admiro muito quem pode oferecer essas lições (e obrigado pelo capuccino!).
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 17:40 | 1 comentários
Reflexões sobre a mídia (e o cabelo de Ronaldo)
Em razão de minhas futuras aulas na faculdade, estou fazendo alguns estudos sobre ética. Isso tem me estimulado - até comentei hoje com um amigo sobre a importância de pararmos de vez em quando para refletir sobre a profissão. Nesse campo, e longe de querer ser acusatório ou provocativo, gostaria de reproduzir algumas indagações feitas pelo jornalista Rogério Christofoletti em seu recém-lançado livro "Ética no Jornalismo" (Editora Contexto). Aí vão elas:
- É possível fazer colunismo social sem promiscuidade com as fontes?
- O que pensar de jornalistas que combinam manchetes, após as entrevistas coletivas?
- Jornalistas dos cadernos de veículos conseguem manter independência editorial após viajar à custa de uma montadora para uma feira internacional?
- Quando o jornalista pode entrevistar parentes ou amigos?
- Como relatar casos de violência, discriminação, sequestros e suicídios sem contribuir para a estigmatização das pessoas envolvidas?
- O jornalista pode acumular funções, sendo assessor de imprensa de manhã e repórter à tarde?
- Até onde se pode ir para conseguir a manchete do dia?
Em tempo: o livro aborda um pouco a "idiotização da mídia" no caso das celebridades. Pois é isso que me parece estar ocorrendo com a cobertura sobre o atacante Ronaldo no Corinthians. Com o perdão da expressão, já encheu o saco. E não se trata de crítica barata porque sou palmeirense. Admiro o esforço de Ronaldo, mas não dá para, dia após dia, ver notícias como "Ronaldo mostra a barriga pela primeira vez", "Ronaldo entra no balde de gelo pela primeira vez no Timão", etc...
E para quem pensa que isto vem apenas da imprensa sensacionalista, engana-se. O UOL, um dos mais respeitados portais de notícia do país, trazia há pouco o seguinte destaque em sua página principal: "Ronaldo reduz o volume de cabelo com corte de R$ 15". Definitivamente não dá!
PS: gostaria muito de ver, tanto em relação a essa questão do Ronaldo como também sobre os questionamentos anteriores, a opinião do editor de Esportes do Jornal de Limeira, Cristiano Kock Vitta.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 16:47 | 1 comentários
Novas pílulas
>>> Pronto, chegou o que faltava: cerveja de chocolate. O novo produto é da cervejaria Sapporo, do Japão. As vendas serão feitas pela Internet (uma caixa com três latinhas custará cerca de R$ 35). E tem mais: a Chocolat Brewery terá prazo limitado de venda (de 14 a 23 deste mês). O site da empresa é http://www.sapporobeer.jp. Em tempo: a notícia sobre a novidade me foi enviada por um amigo, fiel companheiro de cervejadas. Pois este amigo bem que podia encomendar uma caixa para experimentarmos... Que tal?
>>> A companhia aérea US Airways, aquela do avião que pousou emergencialmente no Rio Hudson, em Nova York, na semana passada, acaba de enviar um cheque de US$ 5 mil a cada um dos 150 passageiros. É a compensação pelas perdas de bagagens, etc. Isso cinco dias depois do acidente. No Brasil, é preciso esperar décadas para uma indenização...
>>> A Secretaria Estadual da Educação implantará em Limeira até o final de 2009 o programa que transforma as salas de informática de escolas estaduais em espécies de "lan houses", deixando-as abertas em período integral.
>>> No dia da posse de Barack Obama na presidência dos Estados Unidos, reproduzo o comentário feito pelo jornalista Fernando Rodrigues em sua coluna na "Folha de S. Paulo" dia desses: "Como escreveu o festejado comentarista da CNN Fareed Zakaria, ´o novo presidente dos EUA será julgado pela habilidade de salvar o capitalismo´". Faz sentido.
>>> Agradeço as manifestações de Paulo Silas, Sérgio Lordello Duarte e Reinaldo Bastelli. A todos, minha gratidão.
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 10:27 | 0 comentários
Obama, a restauração (?)
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 10:21 | 0 comentários
O julgamento de Hefesto
Hefesto sentou-se à mesa junto com os comensais. Imaginava uma celebração. Viu-se num julgamento. À moda antiga. Sequer houve um simulacro de contraditório. Nada. Na tábula, só acusadores. “Hipócrita! Infiel!” Em dados momentos, insinuava-se uma compaixão. Pobre Hefesto. Sentiu a dor dos indefesos. Depois, buscou no fundo da alma a força dos injustiçados e deixou escorrer por entre os lábios o veneno da vingança, perdido. Não, Hefesto jamais o usaria.
Numa mistura de ódio e dor, ele aguardou a sentença. Viu sorrisos, que lhe pareceram ainda mais debochadores. Houve tempo para que um dos acusadores ensaiasse compaixão. Desnecessária. A compaixão brevemente transformou-se em remorso, engolido a seco, corroendo as entranhas. Ainda assim, Hefesto sentiu-se naquele momento guarnecido por uma gota de bom-senso. Sim, restava uma gota.
À volta, Hefesto olhava e via hipocrisia. Sarcasmo. Justamente daqueles que escolhidos a dedo foram. O torpor fez com que não mais distinguisse mentira de verdade. Sendo assim, decidiu acreditar em tudo. E sendo assim, aplicou a si próprio a lei do silêncio. Decidiu nada mais falar. E assim será. Por todo o sempre.
Por fim, Hefesto não foi condenado. Jamais seria. Talvez seja esta a pior das condenações, aquela que não escapa aos lábios, mas que se transmite pelos olhos e que fica na mente, à espera de um novo julgamento – ou seria uma nova sessão de tortura?
“Vinho para todos!”, gritou Hefesto. E celebraram, como se nada houvera passado, como se nada houvera sido falado naquela noite.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 11:49 | 0 comentários
Paisagens britânicas
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| Postado por Rodrigo Piscitelli às 11:16 | 2 comentários
As manobras de Serra
Ainda não se sabe com exatidão quais as reais intenções do governador José Serra (São Paulo) e do seu partido, o PSDB, com a indicação - anunciada há pouco pelo UOL - da nomeação do ex-governador Geraldo Alckmin como novo secretário estadual de Desenvolvimento.
Dois fatos, porém, já são certos: 1) Alckmin volta à cena política, galgado por um "inimigo íntimo" (ele e Serra travaram árduas disputas nos bastidores do PSDB paulista); 2) Serra fortalece suas alianças internas na tentativa de ser presidente da República em 2010.
Há um outro ingrediente em questão: a nomeação se dá justamente no momento em que despontavam na mídia os nomes do vice-governador Alberto Goldman e do secretário-chefe da Casa Civil, Aloysio Nunes Ferreira, como eventuais candidatos tucanos ao governo paulista. Ou seja: partiu do chefe Serra o balde de água fria (Alckmin é cotadíssimo para disputar o cargo que já ocupou por anos).
domingo, 18 de janeiro de 2009 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 19:40 | 0 comentários
Pilhéria
Idiota, segundo o Moderno Dicionário da Língua Portuguesa: “falta de inteligência”, “estúpido, parvo, pateta”; “ignorante”; “doente de idiotia”, “pessoa com nível mental a um quinto, ou menos, do nível normal do grupo de idade cronológica a que pertence”.
Burro, segundo o mesmo dicionário e na acepção que interessa aqui: “indivíduo estúpido, grosseiro, teimoso ou muito ignorante”.
Filho da puta: bem, esta expressão não consta do dicionário.
Some todos os ingredientes e o resultado será: eu (com todo o respeito que a minha mãezinha merece)!
PS: esta postagem é uma brincadeira. Indelicada, mas ainda assim uma brincadeira. Portanto, riam se quiserem.

