sexta-feira, 2 de dezembro de 2011 | | 0 comentários

3 lições de uma sexta-feira

- Tolerância e paciência são virtudes a buscar a todo momento.

- Calma e serenidade são uma necessidade em muitos momentos.

- Nos momentos importantes da vida é que vemos quem realmente está ao nosso lado.

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Fragmentos de história 2

Mais duas reportagens de uma série que escrevi quando ainda era repórter do "Jornal de Limeira" sobre um personagem importante da história da nossa região e do Brasil: o senador Nicolau Pereira de Campos Vergueiro.



PS: as primeiras reportagens podem ser vistas aqui.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011 | | 0 comentários

O caso Félix

Preferi aguardar a passagem do tsunami político que culminou no afastamento do prefeito de Limeira, Silvio Félix (PDT), para postar aqui algum comentário. Por três motivos: 1) esperar a poeira abaixar; 2) analisar a questão com mais racionalidade e menos emoção; e 3) estive fora por alguns dias e não pude escrever.

Agora, uma semana após a operação do Ministério Público (MP) e Polícia Militar que resultou na prisão de 12 pessoas (incluindo a então primeira-dama Constância Félix e os filhos do prefeito agora afastado, Murilo e Maurício), é possível analisar os episódios com mais tranquilidade.

O primeiro ponto a ressaltar é que não há nenhuma ação judicial instaurada contra o grupo e sim uma investigação. A prisão foi decretada pela Justiça com o objetivo de que as 12 pessoas não atrapalhassem as investigações.

Isto posto, é importante e necessário salientar que, embora o prefeito afastado não seja alvo da investigação nem mesmo a prefeitura, não há como cogitar a possibilidade de um eventual enriquecimento ilícito de sua família sem que isto passe pelo cargo que ele ocupava. Ou seja, por questões da administração municipal (a prática brasileira mostra que um eventual enriquecimento ilícito pode estar ligado a favorecimentos e superfaturamento em licitações).

É provável, portanto, que em algum momento a investigação chegue a negócios da Prefeitura de Limeira.

O segundo ponto a ressaltar envolve os bastidores políticos. Quem não os acompanha (ou seja, a ampla maioria da população) pode ter se surpreendido com algumas questões trazidas à tona pela investigação do MP. Contudo, quem sabe o que se passa além do “oficialismo” dos governos e das declarações públicas já tinha ouvido falar há anos de compras suspeitas feitas pela família Félix.

Era comum no meio político (e qualquer um poderá confirmar numa conversa de bastidores) ouvir histórias sobre eventuais negociatas. Registre-se que ouvir histórias não significa que os fatos tenham ocorrido e sim que as conversas existiam. Negar isso hoje é ser mentiroso.

Sendo assim, era previsível que em algum momento algo viesse à tona, ainda que – registre-se novamente – como foco de investigação. Para usar um ditado comum que se ouviu muito desde a última quinta-feira, Félix “abusou da boa vontade”.

Em suas entrevistas, o prefeito alegou ser rico desde antes de ocupar o cargo. Rico não é a palavra mais apropriada, o correto é milionário. É isto que o prefeito agora afastado pretendeu mostrar para justificar o atual patrimônio de sua família. Qualquer limeirense sabe, porém, que a história não é bem essa. Félix era um empresário bem sucedido sim, mas o crescimento do patrimônio de sua família nos últimos anos é espantoso.

De modo que ao MP coube a tarefa de ligar os pontos, tornar claras e numéricas as conversas de bastidores que se ouviam há pelo menos seis anos.

O fim da carreira política de Félix é melancólico (sim, eu estou sentenciando o fim da carreira política dele). A situação envolvendo sua família é humilhante. E o caso sequer foi parar na Justiça ainda na forma de uma ação judicial.

De todo este episódio, uma lição pode ser tirada: o Brasil, aos poucos, está mudando. O que se viu com a família Félix seria impensável anos atrás.

PS: não custa lembrar que as mesmas conversas de bastidores que se ouviam a respeito do prefeito agora afastado também ecoam em relação a outros membros da administração municipal (alguns deles devem estar morrendo de medo). É esperar para ver...

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Frase

“Onde estou? O que estou fazendo da minha vida? Quem sou eu? Quantas perguntas sem resposta...”
Anônimo, ouvida hoje no trabalho

quarta-feira, 30 de novembro de 2011 | | 0 comentários

"Decolagem autorizada!"

“Se nossa vida fosse dominada por uma busca da felicidade, talvez poucas atividades fossem tão reveladoras da dinâmica dessa demanda – em todo o seu ardor e seus paradoxos – como nossas viagens. Elas expressam – por mais que não falem – uma compreensão de como poderia ser a vida, fora das restrições do trabalho e da luta pela sobrevivência.”
Alain de Botton em “A arte de viajar”, Editora Rocco, p. 17


Caros leitores, vou lhes confessar uma coisa: fazia mais de um ano que eu não viajava (sim, isto para mim conta muito...) e quando me vi decolando novamente, aquela fantástica máquina voadora partindo rumo a um novo lugar, senti com força todas as emoções que sempre me acompanharam nas viagens.


Emoções indescritíveis que só um viajante apaixonado pode sentir.


Em 2012, o mundo será minha casa! Quero ouvir muitas vezes: "tripulação, decolagem autorizada!"

sexta-feira, 25 de novembro de 2011 | | 0 comentários

Eles conseguiram...

... colocar Limeira no "Jornal Nacional" por causa de suspeita de corrupção.



E domingo tem o "Fantástico" com as "primeiras-damas da corrupção"...

terça-feira, 22 de novembro de 2011 | | 0 comentários

Frase

"A minha alma é isto: aqui vivo, aqui sofro. Porque a vida neste país é um sofrimento, como você sabe, e os livros me salvam."
Rafik, livreiro iraquiano, citado no livro "101 dias em Bagdá", de Asne Seierstad

segunda-feira, 21 de novembro de 2011 | | 0 comentários

Fragmentos de história 1

Quando ainda era repórter do "Jornal de Limeira", decidi certa vez escrever uma série de reportagens sobre um personagem importante da história da nossa região e do Brasil: o senador Nicolau Pereira de Campos Vergueiro.

A série foi fruto de pesquisas feitas nos arquivos do Senado Federal, via Internet. O resultado pode ser revisto aqui, em imagens.


A seguir, duas das seis reportagens, publicadas originalmente no caderno "Jornal de Domingo":


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Frase

"Entre o Universo e o Submarino, entre tudo o que existe e além das leis conhecidas, nada é branco e preto ou quadrado e redondo, assim como, muito provavelmente, nada está ligado a leis inalteráveis."
Luiz Biajoni, na resenha "Uma obra-prima" no site Amálgama

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O dia em que eu irritei o governador

O ex-governador Mário Covas (1930-2001), do PSDB, era o que se pode chamar de uma figura. Turrão, sangue espanhol, não tinha papas na língua. Nem fazia questão de sair agradando todo mundo – um estilo muito diferente do seu então vice e hoje governador Geraldo Alckmin (PSDB).

Como repórter do “Jornal de Limeira”, tive alguns encontros interessantes com Covas. O Estado fervilhava naquela época com o início do programa de concessões rodoviárias (e os pedágios) e as mudanças na educação (a tal progressão continuada). A cada lugar que o governador ia, surgiam os repórteres com os mesmos questionamentos: “E o preço do pedágio?”, “O aluno vai passar de ano sem aprender?”.

Covas não deixava barato. Respondia à altura o que muitas vezes considerava provocação. Em outras ocasiões, chegava a ser mesmo mal-educado diante de um profissional cuja função é questionar.

Certa vez, o governador tinha um compromisso agendado na cidade de Conchal. Faria lá entrega de viaturas para a polícia da região. Fui escalado pelo “JL” para cobrir o evento, mais especificamente para entrevistar a “fera”. Era período eleitoral e o então prefeito de Limeira, Pedro Kühl, buscava a reeleição pelo PSDB tendo como uma de suas bases de apoio a amizade com Covas. O adversário era o hoje prefeito Silvio Félix (PDT). A disputa estava relativamente apertada.

No dia anterior à visita, a assessoria do governador ligou para o jornal a fim de saber quais assuntos seriam abordados na entrevista. Isto parece ridículo, mas é praxe no meio.

Cumprido o protocolo, lá fui eu para Conchal. Aguardei as sempre intermináveis horas de discursos e puxa-saquismos tradicionais nas visitas de autoridades até que, no fim do evento, um assessor veio na direção da imprensa para avisar que o governador não daria entrevistas. Não me conformei. “Como assim?”, questionei. “Ligam num dia, fazem a gente vir até aqui e depois ele simplesmente não vai falar?”. A resposta foi curta: “A agenda está atrasada”.

Confesso que me irritei, mas não me preocupei muito. Sabia qual estratégia usar. Simplesmente aguardei no caminho entre o palanque e a van que trouxera o governador e me coloquei na frente dele, de modo que o forcei a pelo menos me ouvir. Na tumultuada roda que sempre se forma ao redor das autoridades, disparei uma pergunta que não havia sido passada à assessoria no dia anterior:

- Governador, em Limeira a disputa eleitoral está apertada entre o candidato do PSDB e do PDT. Os tucanos dizem por lá que se a oposição ganhar o Estado pode não mais ajudar a cidade. O que o sr. tem a dizer?

Covas enfureceu. Foi a segunda estratégia para fazê-lo parar e falar. O governador não deixava uma provocação passar em branco:

- Quem te pagou para fazer esta pergunta?

Mantive a calma e usei da ironia:

- Quem me pagou foi o Jornal de Limeira, Avenida Comendador Agostinho Prada, 2.651, em Limeira.

O tucano não se deu por rogado e repetiu a indagação. Eu repeti a resposta. Até que Covas falou: “Meu governo nunca discriminou nenhum partido...”. E seguiu citando exemplos de ajuda do Estado a cidades administradas pelo PT.

É importante salientar que, embora tenha sido uma provocação, a minha pergunta era pertinente. Aliados de Kühl usavam na campanha eleitoral o discurso de que o Estado deixaria de ajudar Limeira caso Félix vencesse – o que Covas negou (embora o governo dele tenha paralisado obras na cidade, como as da escola “Ely de Almeida Campos” e da duplicação da via Limeira-Piracicaba durante o fim da administração Jurandyr Paixão, com quem não mantinha laços de cordialidade).

Antes de Covas entrar na van, ainda tive tempo de fazer outra pergunta, uma das que estavam “combinadas” com a assessoria. E o governador se foi, bravo. Eu voltei ao jornal, satisfeito.

PS: uma outra visita de Covas a Limeira também rendeu uma boa matéria. Os professores estavam em greve e a situação esquentou, como pode-se ver na reportagem a seguir, assinada junto com a colega Renata Caram:


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Jornalismo pago e game-notícia

O jornalista Bill Keller liderou a construção do mais discutido modelo de negócios para a mídia no ano: o chamado "muro de cobrança" do jornal "The New York Times".

Inaugurado em março, o "paywall" do diário envolveu todas as plataformas e abriu um novo caminho para a velha discussão sobre cobrar ou não pelo conteúdo.

O pulo do gato do "NYT" foi montar um sistema flexível, que busca conciliar o modelo de assinaturas, originado do jornal impresso, com a corrida por audiência na web.

Cada internauta pode ler gratuitamente 20 textos do "NYT" por mês. A partir daí, o jornal oferece pacotes para leitores que querem ver o jornal sem restrições - o sistema contempla tablets e celulares. A assinatura começa em US$ 15 mensais (R$ 26).

O modelo, porém, tem "furos" propositais. A "home page" não é contada entre os 20 cliques gratuitos. Links colocados em redes sociais também não. Em seu mais recente balanço, divulgado no mês passado, o jornal disse ter 324 mil assinantes digitais.

"Está funcionando tão bem quanto esperávamos ou melhor", afirma Keller. Em setembro, após a implantação do novo modelo, ele deixou, a pedido, o cargo de editor-executivo do "NYT" e retomou sua função anterior, de colunista do jornal.

Folha - A era da informação totalmente gratuita acabou?
Bill Keller - Não sei se é o final de uma era, mas é certamente o fim de um mito. Os profetas da internet argumentavam que tudo era gratuito e que as pessoas não pagariam por nada, que a informação em todos os seus formatos seria livre. Mas então apareceu o iTunes e viu-se que as pessoas ainda queriam pagar por música. Desapareceu toda essa noção, que é um eco dos anos 60, de que tudo deveria ser gratuito, que o comércio é de certa maneira ilícito. É natural que as notícias sigam [esse caminho]. Isso não significa que as pessoas vão pagar por todo tipo de coisa. Jornalismo de serviço público exige muito tempo e investigação. É preciso ter advogados do seu lado. Jornalismo que exige ir a lugares longínquos e perigosos não estará disponível gratuitamente. Jornalismo muito local, aquele tipo realmente importante de jornalismo sobre o que está acontecendo na sua vizinhança, ou na capital do seu Estado, esse tipo de coisa ninguém está fazendo gratuitamente.

Em uma famosa palestra em 2007, o sr. chamou a internet de elemento de ruptura da imprensa. As coisas mudaram em que sentido desde então?

Keller - A internet mudou quase tudo na maneira como colhemos informação, como disseminamos informação e como pagamos pela informação. Ela causou ruptura de uma maneira que é ameaçadora, mas também de algumas maneiras muito boas. Nós agora usamos a internet não apenas para transmitir notícias, mas também para colher informação. Um exemplo óbvio é o da Primavera Árabe. Se só tivéssemos as mídias sociais, não seria suficiente. Mas as mídias sociais foram muito importantes em dar uma percepção do que estava acontecendo nas ruas. Algumas vezes você não tem como chegar até a rua, ir até o país. A maneira como apresentamos a informação hoje é totalmente diferente da de dez anos atrás. É mais rápido, mais gráfico, com vídeo e áudio quando achamos que eles acrescentarão algo. Todo mundo fica focado na circulação impressa, mas nós agora temos 40 milhões de usuários únicos. Estamos chegando a mais pessoas.

Fonte: Roberto Dias, “Caiu mito do jornalismo grátis, diz Keller”, Folha de S. Paulo, Mercado, 16/11/11 (para ler a íntegra, clique aqui - é preciso ter senha do jornal ou do UOL)

***

Videogame: plataforma versátil de entretenimento que pode ser utilizada em parceria com o jornalismo para noticiar acontecimentos.

A definição é do pesquisador e designer norte-americano Ian Bogost, um dos pioneiros no uso do termo "newsgames", modelo de jogo eletrônico que usa fatos em suas narrativas.

Ele é professor do Georgia Institute of Technology e fundador da Persuasive Games, que cria esse tipo de jogo.

(...) A seguir, trechos da conversa com Bogost:

Folha - Como é possível explorar jogos no jornalismo?

Ian Bogost - Os "newsgames" podem trazer ao campo do jornalismo propriedades dos jogos, como simulações de sistemas complexos e ferramentas de RPG. Além disso, indicam uma (de talvez muitas) novas formas de fazer jornalismo, além dos textos, dos vídeos e das trasmissões de áudio.

Folha - Você os vê como uma ferramenta complementar na tarefa de informar as pessoas?
Bogost -
Os "newsgames" só vão se tornar importantes se os jornalistas o utilizarem. Não estou sugerindo a substituição das formas atuais de distribuição de notícias pelos games: eles são complementares ao jornalismo tradicional. Esses jogos têm a capacidade de atrair pessoas para o conteúdo tradicional, como cartuns e charges fazem.

Fonte: Alexandre Orrico, “Game-notícia complementa o jornalismo, diz professor”, Folha de S. Paulo, Tec, 16/11/11 (para ler a íntegra, clique aqui)

quarta-feira, 16 de novembro de 2011 | | 0 comentários

Frase

“Sempre me pareceu que estaria bem onde não estou, e essa questão da mudança é um tema que estou sempre cogitando na minha alma.”
Charles Baudelaire, citado por Alain de Botton em “A arte de viajar”, Editora Rocco, p. 42)

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Gerson, o escolhido (?)

O secretário Gerson Hansen Martins acompanhou o prefeito Silvio Félix (PDT) na decisão do Campeonato Paulista da Segunda Divisão, no Pradão, ocasião em que o Independente venceu o Capivariano por 2 a 0 e conquistou o título. Foi há 15 dias. Mais recentemente, dr. Gerson – como é conhecido – esteve numa solenidade no 36° Batalhão da Polícia Militar, no Jardim Laranjeiras.

Não haveria nada demais se não fossem dois detalhes: 1) dr. Gerson é secretário da Saúde (nada a ver com esporte e segurança); e 2) ele nunca participou de eventos semelhantes.

Somados os fatores, tudo leva a crer que Félix já escolheu o candidato à sua sucessão (já que não tem um candidato natural, como este blog já comentou).

Dr. Gerson confidenciou a interlocutores recentemente que topa entrar na disputa pela cadeira principal do Edifício Prada.

De Félix, só partem elogios ao secretário. O prefeito o considera um bom administrador, “o melhor prefeito que a cidade poderia eleger”. A dificuldade do possível futuro candidato é a falta de traquejo político (o que sobra em Félix). Dr. Gerson é técnico (servidor de carreira na Secretaria da Saúde).

Ou seja, Félix quer repetir em Limeira o enredo que Lula fez em Brasília com a então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, uma técnica que nunca tinha disputado um cargo eletivo.

Ah, só para registrar: Dilma hoje é presidente do Brasil.

PS: hoje (e o cenário ainda pode mudar muito até julho de 2012, quando as candidaturas serão oficializadas), só um nome considerado natural poderia fazer Félix mudar de candidato. Este nome natural seria o do vice-prefeito Orlando José Zovico, recém-ingresso no PDT.

terça-feira, 15 de novembro de 2011 | | 0 comentários

Geração beat!!!

“O momento de Lucien Carr sob os refletores, como jovem e despreocupada estrela polar dos Beats – o brilhante e carismático Claude de Maubris, o celebrante sacrificial deles, estimulando-os a “Plonger au fond du gouffre/ Enfer ou Ciel, qu´importe?” (“Mergulhar no fundo do abismo/ Inferno ou Céu, o que importa?”) -, aqueles dias tranquilos tinham terminado havia muito tempo, numa noite quente de verão durante a guerra, quando Lucien tirou, ou recebeu, a vida de seu mentor submisso, seu perseguidor e brinquedo em suas mãos, seu criador e destruidor, David Eames Kammerer.”
James W. Grauerholz, no posfácio de “E os hipopótamos foram cozidos em seus tanques”, obra de William S. Burroughs e Jack Kerouac

segunda-feira, 14 de novembro de 2011 | | 0 comentários

Frase

"Hoje o ser humano precisa ter uma experiência autêntica na sua vida. (...) Dizem que o grande prazer na vida no final das contas é poder viajar. Eu fiz desse prazer a minha profissão."
Amyr Klink, navegador, no quadro "O que vi da vida", do programa "Fantástico", da TV Globo, exibido em 13/11/11. Para assistir, clique aqui. Vale a pena!!!