sexta-feira, 2 de dezembro de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 20:55 | 0 comentários
3 lições de uma sexta-feira
Marcadores: reflexão
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 15:51 | 0 comentários
Fragmentos de história 2
Mais duas reportagens de uma série que escrevi quando ainda era repórter do "Jornal de Limeira" sobre um personagem importante da história da nossa região e do Brasil: o senador Nicolau Pereira de Campos Vergueiro.
PS: as primeiras reportagens podem ser vistas aqui.
Marcadores: história, Jornal de Limeira, Limeira, senador Vergueiro
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 18:07 | 0 comentários
O caso Félix
Marcadores: corrupção, Limeira, política, prisão, Silvio Félix
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 14:35 | 0 comentários
Frase
Marcadores: frase
quarta-feira, 30 de novembro de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 20:23 | 0 comentários
"Decolagem autorizada!"
Caros leitores, vou lhes confessar uma coisa: fazia mais de um ano que eu não viajava (sim, isto para mim conta muito...) e quando me vi decolando novamente, aquela fantástica máquina voadora partindo rumo a um novo lugar, senti com força todas as emoções que sempre me acompanharam nas viagens.
Emoções indescritíveis que só um viajante apaixonado pode sentir.
Em 2012, o mundo será minha casa! Quero ouvir muitas vezes: "tripulação, decolagem autorizada!"
sexta-feira, 25 de novembro de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 15:47 | 0 comentários
Eles conseguiram...
... colocar Limeira no "Jornal Nacional" por causa de suspeita de corrupção.
E domingo tem o "Fantástico" com as "primeiras-damas da corrupção"...
Marcadores: Constância Félix, corrupção, Limeira, Silvio Félix
terça-feira, 22 de novembro de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 19:19 | 0 comentários
Frase
"A minha alma é isto: aqui vivo, aqui sofro. Porque a vida neste país é um sofrimento, como você sabe, e os livros me salvam."
Rafik, livreiro iraquiano, citado no livro "101 dias em Bagdá", de Asne Seierstad
Marcadores: Asne Seierstad, frase, guerra, Iraque
segunda-feira, 21 de novembro de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 19:59 | 0 comentários
Fragmentos de história 1
Quando ainda era repórter do "Jornal de Limeira", decidi certa vez escrever uma série de reportagens sobre um personagem importante da história da nossa região e do Brasil: o senador Nicolau Pereira de Campos Vergueiro.
A série foi fruto de pesquisas feitas nos arquivos do Senado Federal, via Internet. O resultado pode ser revisto aqui, em imagens.
A seguir, duas das seis reportagens, publicadas originalmente no caderno "Jornal de Domingo":
Marcadores: história, Limeira, senador Vergueiro
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 18:21 | 0 comentários
Frase
"Entre o Universo e o Submarino, entre tudo o que existe e além das leis conhecidas, nada é branco e preto ou quadrado e redondo, assim como, muito provavelmente, nada está ligado a leis inalteráveis."
Luiz Biajoni, na resenha "Uma obra-prima" no site Amálgama
Marcadores: frase
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 04:39 | 0 comentários
O dia em que eu irritei o governador
Marcadores: Jornal de Limeira, jornalismo, Mário Covas
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 04:06 | 0 comentários
Jornalismo pago e game-notícia
Inaugurado em março, o "paywall" do diário envolveu todas as plataformas e abriu um novo caminho para a velha discussão sobre cobrar ou não pelo conteúdo.
O pulo do gato do "NYT" foi montar um sistema flexível, que busca conciliar o modelo de assinaturas, originado do jornal impresso, com a corrida por audiência na web.
Cada internauta pode ler gratuitamente 20 textos do "NYT" por mês. A partir daí, o jornal oferece pacotes para leitores que querem ver o jornal sem restrições - o sistema contempla tablets e celulares. A assinatura começa em US$ 15 mensais (R$ 26).
O modelo, porém, tem "furos" propositais. A "home page" não é contada entre os 20 cliques gratuitos. Links colocados em redes sociais também não. Em seu mais recente balanço, divulgado no mês passado, o jornal disse ter 324 mil assinantes digitais.
"Está funcionando tão bem quanto esperávamos ou melhor", afirma Keller. Em setembro, após a implantação do novo modelo, ele deixou, a pedido, o cargo de editor-executivo do "NYT" e retomou sua função anterior, de colunista do jornal.
Bill Keller - Não sei se é o final de uma era, mas é certamente o fim de um mito. Os profetas da internet argumentavam que tudo era gratuito e que as pessoas não pagariam por nada, que a informação em todos os seus formatos seria livre. Mas então apareceu o iTunes e viu-se que as pessoas ainda queriam pagar por música. Desapareceu toda essa noção, que é um eco dos anos 60, de que tudo deveria ser gratuito, que o comércio é de certa maneira ilícito. É natural que as notícias sigam [esse caminho]. Isso não significa que as pessoas vão pagar por todo tipo de coisa. Jornalismo de serviço público exige muito tempo e investigação. É preciso ter advogados do seu lado. Jornalismo que exige ir a lugares longínquos e perigosos não estará disponível gratuitamente. Jornalismo muito local, aquele tipo realmente importante de jornalismo sobre o que está acontecendo na sua vizinhança, ou na capital do seu Estado, esse tipo de coisa ninguém está fazendo gratuitamente.
Em uma famosa palestra em 2007, o sr. chamou a internet de elemento de ruptura da imprensa. As coisas mudaram em que sentido desde então?
Keller - A internet mudou quase tudo na maneira como colhemos informação, como disseminamos informação e como pagamos pela informação. Ela causou ruptura de uma maneira que é ameaçadora, mas também de algumas maneiras muito boas. Nós agora usamos a internet não apenas para transmitir notícias, mas também para colher informação. Um exemplo óbvio é o da Primavera Árabe. Se só tivéssemos as mídias sociais, não seria suficiente. Mas as mídias sociais foram muito importantes em dar uma percepção do que estava acontecendo nas ruas. Algumas vezes você não tem como chegar até a rua, ir até o país. A maneira como apresentamos a informação hoje é totalmente diferente da de dez anos atrás. É mais rápido, mais gráfico, com vídeo e áudio quando achamos que eles acrescentarão algo. Todo mundo fica focado na circulação impressa, mas nós agora temos 40 milhões de usuários únicos. Estamos chegando a mais pessoas.
A definição é do pesquisador e designer norte-americano Ian Bogost, um dos pioneiros no uso do termo "newsgames", modelo de jogo eletrônico que usa fatos em suas narrativas.
Ele é professor do Georgia Institute of Technology e fundador da Persuasive Games, que cria esse tipo de jogo.
Folha - Como é possível explorar jogos no jornalismo?
Ian Bogost - Os "newsgames" podem trazer ao campo do jornalismo propriedades dos jogos, como simulações de sistemas complexos e ferramentas de RPG. Além disso, indicam uma (de talvez muitas) novas formas de fazer jornalismo, além dos textos, dos vídeos e das trasmissões de áudio.
Folha - Você os vê como uma ferramenta complementar na tarefa de informar as pessoas?
Bogost - Os "newsgames" só vão se tornar importantes se os jornalistas o utilizarem. Não estou sugerindo a substituição das formas atuais de distribuição de notícias pelos games: eles são complementares ao jornalismo tradicional. Esses jogos têm a capacidade de atrair pessoas para o conteúdo tradicional, como cartuns e charges fazem.
Marcadores: Internet, jogos, jornal, jornalismo
quarta-feira, 16 de novembro de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 18:10 | 0 comentários
Frase
Marcadores: Charles Baudelaire, frase, vida
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 18:04 | 0 comentários
Gerson, o escolhido (?)
Marcadores: dr. Gerson, eleição, Limeira, política
terça-feira, 15 de novembro de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 16:51 | 0 comentários
Geração beat!!!
Marcadores: Jack Kerouac, literatura, reflexão
segunda-feira, 14 de novembro de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 16:38 | 0 comentários
Frase
"Hoje o ser humano precisa ter uma experiência autêntica na sua vida. (...) Dizem que o grande prazer na vida no final das contas é poder viajar. Eu fiz desse prazer a minha profissão."
Amyr Klink, navegador, no quadro "O que vi da vida", do programa "Fantástico", da TV Globo, exibido em 13/11/11. Para assistir, clique aqui. Vale a pena!!!
Marcadores: Amyr Klink, frase, reflexão




