A exposição – chamada “Auswanderung nach brasilien über das Halbpachtsystem” – foi aberta no último dia 2 no Ballin Stadt, em Hamburgo, na Alemanha. Ela é composta por uma série de paineis com imagens raríssimas obtidas por Toco durante suas pesquisas nos últimos seis anos pelos arquivos da Europa. A mostra foi destaque em veículos da imprensa brasileira e internacional, como a Hamburg Magazin, a Kultur Port, a BrasilienMagazin e a Kultur News.segunda-feira, 14 de novembro de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 16:37 | 0 comentários
Limeira em destaque na Europa
A exposição – chamada “Auswanderung nach brasilien über das Halbpachtsystem” – foi aberta no último dia 2 no Ballin Stadt, em Hamburgo, na Alemanha. Ela é composta por uma série de paineis com imagens raríssimas obtidas por Toco durante suas pesquisas nos últimos seis anos pelos arquivos da Europa. A mostra foi destaque em veículos da imprensa brasileira e internacional, como a Hamburg Magazin, a Kultur Port, a BrasilienMagazin e a Kultur News.Marcadores: Alemanha, Ballin Stadt, imigração, imigrantes, Limeira, projeto, Toco
sábado, 12 de novembro de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 19:52 | 0 comentários
Frase
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 19:49 | 0 comentários
SWU - Snoop Dogg
Para ajudar, nada saiu como planejado, mas tá valendo.
Marcadores: música, Snoop Dogg
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 19:24 | 0 comentários
"Futuro é dos grandes jornais, diz analista"
"As questões mais sérias, de importância para o país, ainda são cobertas pelos grandes jornais, onde se faz reportagem muito bem. E há os pequenos veículos de jornalismo hiperlocal, um modelo crescente", afirmou Jan Schaffer, diretora do Instituto para Jornalismo Interativo da Universidade Americana.
"Quem está tendo problemas são os jornais regionais", disse em debate sobre o futuro da notícia no Center on Foreign Relations (Washington).
Para seu colega Tom Rosenstiel, que dirige o Projeto para Excelência no Jornalismo no Centro de Pesquisa Pew, pesquisas com o leitorado indicam que os grandes veículos se tornarão maiores.
"A concentração [de leitores] em cima vai aumentar", afirmou. "Os números indicam que há crise de financiamento, não de audiência."
Os analistas afirmam que os jornais de porte médio tendem a sobreviver apenas na versão digital, com edições dominicais impressas.
O desafio é criar um modelo rentável na transição para as plataformas digitais, onde os anúncios escasseiam e são baratos.
"No 'New York Times', enquanto quase dois terços da audiência vem das plataformas eletrônicas hoje, somente 15% da receita vem daí", diz Rosenstiel. Os dados são anteriores ao início da cobrança pelo acesso digital.
Mas ambos se dizem otimistas com a tecnologia. "Houve uma série de previsões sobre queda na qualidade, mas estudos mostram que jornalismo hoje é feito com o mesmo cuidado e as mesmas técnica de antes."
Rosenstiel e Schaffer afirmaram que, com a enorme capacidade de disseminação que as ferramentas digitais trazem, a reprodução e a ressonância do noticiário aumentaram. Por isso, disseram caber às empresas jornalísticas continuar investindo no conteúdo da cobertura.
"Falta repertório nessa cadeia de disseminação", afirmou. "Não há ainda nenhum grande site de engenharia - como o Google - investindo em bom jornalismo."
Schaffer vê um leitor mais seletivo. "O volume de informação é tamanho, há tanta coisa no meio disfarçada de notícia - campanhas políticas, publicidade -, que é preciso ter esperteza de consumidor para discernir o que é notícia de fato."
Marcadores: jornal, jornalismo
sexta-feira, 11 de novembro de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 16:50 | 0 comentários
Flagrante italiano 12 (ou flagrante japonês)
Tenho uma leve desconfiança a respeito dos japoneses, principalmente aqueles que viajam ao exterior. Eles devem bastante dinheiro... Uma vez, deparei-me com uma excursão de japoneses numa loja da Godiva na Grand Place, em Bruxelas. Quase não sobrou chocolate para eu comprar.
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 16:44 | 0 comentários
Frase
"A vida requer sacrifícios."
Léo Batista, radialista, locutor e jornalista, em discurso após receber da Câmara de Cordeirópolis a Medalha "João Pacífico" nesta sexta-feira
Marcadores: frase, Léo Batista, reflexão
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 16:42 | 0 comentários
Alckmin, Kassab, Constância e a eleição de 2012
Marcadores: Alckmin, Constância Félix, eleição, Kassab, política
segunda-feira, 7 de novembro de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 18:16 | 0 comentários
À flor da pele...
Que qualquer beijo de novela me faz chorar
Ando tão à flor da pele
Que teu olhar flor na janela me faz morrer
Ando tão à flor da pele
Que meu desejo se confunde com a vontade de não ser
Ando tão à flor da pele
Que a minha pele tem o fogo do juízo final
Um barco sem porto sem rumo sem vela cavalo sem sela
Um bicho solto um cão sem dono um menino um bandido
Às vezes me preservo noutras suicido
Marcadores: música, reflexão, Zeca Baleiro
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 18:05 | 0 comentários
"Il lavoro" (questões sobre o trabalho)
sábado, 5 de novembro de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 06:46 | 0 comentários
Transição
sexta-feira, 4 de novembro de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 05:56 | 0 comentários
Frase
Marcadores: Alain de Botton, Baudelaire, frase
quarta-feira, 2 de novembro de 2011 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 18:59 | 0 comentários
Lembranças italianas
Marcadores: alimentação, chocolate
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 18:57 | 0 comentários
"Lula, o câncer, o SUS e o Sírio"
Em 2010, Lula inaugurou uma Unidade de Pronto Atendimento do SUS no Recife dizendo que "ela está tão bem localizada, tão bem estruturada, que dá até vontade de ficar doente para ser atendido". Horas depois, teve uma crise de hipertensão e internou-se num hospital privado.
Lula percorreu todo o arco da malversação do debate da saúde pública. Foi de vítima a denunciante, passou da denúncia à marquetagem oficialista e acabou aninhado no Sírio-Libanês, um dos melhores e mais caros hospitais do país. Melhor para ele. (No andar do SUS, uma pessoa que teve dor de ouvido e sentiu algo esquisito na garganta leva uns 30 dias para ser examinada corretamente, outros 76, na média, para começar um tratamento quimioterápico, 113 dias se precisar de radioterapia. No andar de Lula, é possível chegar-se ao diagnóstico numa sexta e à químio, na segunda. A conta fica em algo como R$ 50 mil.)
Lula, Dilma Rousseff e José Alencar trataram seus tumores no Sírio. Lá, Dilma recebeu uma droga que não era oferecida à patuleia do SUS. Deve-se a ela a inclusão do rituximab na lista de medicamentos da saúde pública.
Os companheiros descobriram as virtudes da medicina privada, mas, em nove anos de poder, pouco fizeram pelos pacientes da rede pública. Melhoraram o acesso aos diagnósticos, mas os tratamentos continuam arruinados. Fora isso, alteraram o nome do Instituto Nacional do Câncer, acrescentando-lhe uma homenagem a José Alencar, que lá nunca pôs os pés. Depois de oito anos: 1 em cada 5 pacientes de câncer dos planos de saúde era mandado para a rede pública. Já o tucanato, tendo criado em São Paulo um centro de excelência, o Instituto do Câncer Octavio Frias de Oliveira, por pouco não entregou 25% dos seus leitos à privataria. (A iniciativa, do governador Geraldo Alckmin, foi derrubada pelo Judiciário paulista.)
A luta de José Alencar contra "o insidioso mal" serviu para retirar o estigma da doença. Se o câncer de Lula servir para responsabilizar burocratas que compram mamógrafos e não os desencaixotam (as comissões vêm por fora) e médicos que não comparecem ao local de trabalho, as filas do SUS poderão diminuir. Poderá servir também para acabar com a política de duplas portas, pelas quais os clientes de planos privados têm atendimento expedito nos hospitais públicos.
Lula soube cuidar de si. Delirou ao tratar da saúde dos outros quando, em 2006, disse que "o Brasil não está longe de atingir a perfeição no tratamento de saúde". Está precisamente a
Marcadores: Elio Gaspari, Lula, saúde
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 18:01 | 0 comentários
O mundo e eu
Marcadores: Alain de Botton, comportamento, filosofia, reflexão, vida
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 17:32 | 0 comentários
O problema das drogas
Marcadores: criminalidade, drogas, Limeira, segurança



