Ou ache a jornalista (as fotos são dos bastidores da cobertura do carnaval 2012):
Tá, eu sei que isto é uma inutilidade, mas é só para descontrair mesmo.
* Reflexões sobre uma incessante busca *
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 17:59 | 0 comentários
Ou ache a jornalista (as fotos são dos bastidores da cobertura do carnaval 2012):
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 22:30 | 0 comentários
Marcadores: cassação, Limeira, Silvio Félix
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 21:52 | 0 comentários
Marcadores: Câmara, Limeira, política, prefeitura, vereadores
domingo, 26 de fevereiro de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 19:09 | 0 comentários
Marcadores: corrupção, Limeira, política, Silvio Félix
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 20:04 | 0 comentários
Terminou hoje o Segundo Reinado.
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 20:02 | 0 comentários
"Sei que não dá para mudar o começo mas, se a gente quiser, vai dá para mudar o final!"
Elisa Lucinda, atriz e poeta
Esta frase já apareceu aqui no blog, na íntegra do poema "Só de sacanagem" (leia aqui). Reproduzi este trecho por julgar bastante oportuno para esta sexta-feira, 24 de fevereiro.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 20:23 | 0 comentários
Marcadores: corrupção, Limeira, MP, Silvio Félix, vereadores
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 19:17 | 0 comentários
Segundo o Moderno Dicionário Michaelis de Língua Portuguesa, trata-se de um "pequeno grupo de malfeitores associados, dirigidos por um chefe e dedicados especialmente ao roubo e latrocínio".
Marcadores: língua portuguesa
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 11:08 | 0 comentários
"Eu diria que pode haver pessoas que ficam marcadas pelos fatos dolorosos, tristes da vida para sempre. Eu não deixo que essas coisas me marquem, porque se não a gente segue considerando a realidade como foi naquele momento. Hoje a realidade é outra. O mundo vai variando."
Jaime Ortega y Alamino, cardeal-arcebispo de Havana (Cuba), em entrevista à "Folha de S. Paulo" (para ler a íntegra, clique aqui - é preciso ter senha do jornal ou do UOL)
Marcadores: Jaime Ortega
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 11:03 | 0 comentários
Conversei com um experiente político. Ele está um pouco afastado da cena local neste momento, mas conhece bem o meio e seus meandros. Dele, ouvi uma frase inequívoca: "Eu tenho certeza que não cassa". A referência, claro, era ao julgamento do prefeito afastado Silvio Félix (PDT) pela Câmara Municipal, marcado para começar na próxima quinta-feira.
A experiência desse político e sua facilidade de interlocução com os diversos atores envolvidos neste episódio, da situação e oposição, levaram-me a crer que suas palavras - repito, ditas de modo inequívoco - devem se confirmar nos próximos dias.
Depois que o "Jornal de Limeira" mostrou em sua edição do último sábado o encontro de Félix com vereadores de sua base aliada (ou o que restou dela, notadamente Iraciara Bassetto, do PV, e Silvio Brito, seu fiel escudeiro, do PDT), tendo a concordar com a avaliação feita pelo tal político com quem conversei.
A cassação sempre foi uma tarefa difícil - reunir dez votos contra Félix na Câmara era algo quase impensável. Contudo, ela se tornou mais palpável depois que os vereadores votaram, por unanimidade, pela abertura da comissão processante (CP). O balde de água fria, a confirmar o que se previa originalmente, foi jogado na reunião final da CP, no último dia 14. Mudar esse quadro, desde então, tornou-se uma tarefa praticamente intransponível.
Até que vereadores da oposição animaram-se com o que consideraram um erro estratégico dos governistas em mexer no vespeiro antes do tempo (deviam deixar para jogar a pá de cal diretamente na sessão de julgamento e não antecipar isso na reunião derradeira da CP).
Noves fora, tudo somado, tendo a seguir o que disse o experiente político: "não cassa". Embora saiba que, em política, tudo pode mudar - e Limeira já cansou de assistir a viradas de mesa aos 45 minutos do segundo tempo.
Em tempo: confirmando-se a previsão do tal experiente político, há que se considerar o restante de sua análise. Para ele, o cenário político tende a se transformar num verdadeiro "inferno" com a volta de Félix ao comando do Executivo. Fala-se numa "caça às bruxas" (e o prefeito afastado é expert nisso) e também em novas articulações de oposicionistas para eventualmente afastar o pedetista do cargo mais uma vez, sem contar os problemas que certamente surgirão para ele perante a Justiça.
Assim, vai faltar tempo e tranquilidade para algo crucial: discutir e planejar o futuro da cidade, o que passa necessariamente pela eleição de outubro.
Marcadores: Câmara, corrupção, política, Silvio Félix, vereadores
sábado, 18 de fevereiro de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 08:47 | 0 comentários
Marcadores: Câmara, corrupção, Limeira, política, Silvio Félix, vereadores
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 18:16 | 0 comentários
"A glória da amizade não é a mão estendida, nem o sorriso carinhoso, nem mesmo a alegria da companhia. É a inspiração espiritual que vem quando você descobre que alguém acredita e confia em você."
Ralph Waldo Emerson, escritor e filósofo norte-americano
(No original: "The glory of friendship is not the outstretched hand, nor the kindly smile, nor the joy of companionship. It is the spiritual inspiration that comes to one when he discovers that someone else believes in him and is willing to trust him".)
Marcadores: frase
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 16:53 | 0 comentários
Nas últimas semanas, perdi a conta dos leitores que me encorajaram a comentar "A Separação", de Asghar Farhadi. Para não estragar o prazer de quem ainda não assistiu ao filme, só algumas anotações.
1) Em Teerã, num tribunal, um homem e uma mulher discutem, cada um tentando ganhar a guarda da filha. Eles tinham o sonho comum de ir embora do país (oferecendo à menina, como se diz, um futuro melhor) e já estavam com visto e autorização para viajar, mas eis que o marido desistiu do projeto porque ele deve se ocupar do velho pai, doente e demente. Adiar a viagem é impossível: a autorização que eles conseguiram logo vencerá.
A mulher quer se separar do marido, para viajar e levar a filha para o exterior, como planejado. O marido se opõe.
Provavelmente, no lugar do juiz, eu apoiaria o dever para com o velho genitor contra o sonho (quem sabe, frívolo) de um futuro diferente. Esta mulher quer o quê? Enfiar o sogro num asilo só para respirar o ar de Paris ou Nova York?
Agora, se, em vez de juiz, eu fosse terapeuta do casal, talvez não me deixasse enternecer pela "nobre" decisão do marido. Afinal, qual melhor desculpa do que um pai doente para justificar nossas desistências? É frequente: a gente "se sacrifica" em nome de obrigações sagradas e tradicionais, e, de fato, esses compromissos nos servem para renegar nossos desejos.
Você também conheceu uma tia que nunca se casou porque "teve que" criar o sobrinho cuja mãe morreu cedo? Ótimo, sobretudo para o sobrinho; mas há uma chance de que esse nobre sacrifício tenha sido o jeito que a tia encontrou para fugir de uma vida amorosa e sexual que ela desejava, mas que ela também sobretudo temia.
2) Aparentemente, é a mulher que, insensível à devoção filial do marido, pede a separação. Alguém poderia suspeitar, aliás, que ela esteja apenas se aproveitando da ocasião para decretar o fim de uma relação que talvez já tenha acabado há tempos.
Mas é possível que o verdadeiro responsável pela separação seja o marido: será que a opção de cuidar do velho pai não é o jeito que ele encontrou para forçar a mulher a querer se separar dele? Eu não fiz nada, só "tenho que" honrar meu pai, é você que não me aguenta e é você que quer se separar. É o estilo passivo-agressivo: a iniciativa sempre parece ser do outro.
3) Mesmo se eu não professasse nenhuma ideia oposta às do regime, mesmo se meu desejo sexual fosse integralmente permitido pela polícia dos costumes, eu fugiria de Teerã -apenas por saber que há direções nas quais meus sonhos seriam punidos, caso se aventurassem por lá. Também fugiria de qualquer Irã ou Cuba do mundo porque não tolero ficar num lugar de onde é difícil, se não proibido, sair.
4) O marido não é um santo, mas parece fazer uma escolha generosa: renuncia ao projeto de emigrar por fidelidade ao pai.
Mas nunca é fácil saber no que consiste a verdadeira fidelidade. No caso, ela consiste em cuidar do pai demente ou em correr atrás do que ele talvez quisesse para nós?
Ou seja, imaginemos que (banalmente) meu pai sonhasse com a minha liberdade: será que eu lhe seria mesmo fiel no dia em que, para assisti-lo, eu renunciasse a meu próprio desejo?
5) O diretor do Ministério da Cultura do Irã declarou à Folha que "A Separação" é "contrário ao sistema político iraniano", o que, segundo ele, seria demonstrado pelo sucesso do filme no Ocidente.
Bizarro, entre outras coisas, porque o filme contém uma defesa do islã popular como grande e necessária garantia moral.
Seja como for, as ditas plateias ocidentais talvez estejam um pouco cansadas de assistir a visões caricaturais de mundos exóticos, nos quais, graças a alguma tradição, sempre se sabe qual é a coisa certa.
Talvez nós, plateias ocidentais, notoriamente narcisistas, estejamos mais interessadas no cotidiano de nossa própria experiência, ou seja, no conflito nunca resolvido entre as dívidas com nosso passado e as dívidas com nosso futuro.
A dívida com o passado pode ser exigente e incômoda (como ocupar-se de um pai demente), mas ela é, por assim dizer, pacífica: estabelecida e tranquila. Enquanto a dívida com o futuro é sempre inquietante, sem resposta: qual será a viagem que devo a mim mesmo?
Caro diretor do Ministério da Cultura do Irã, não gostamos de "A Separação" porque seria anti-iraniano (que não é), mas porque conta uma história próxima das histórias da gente.
Fonte: Contardo Calligaris, "A Separação", Folha de S. Paulo, Ilustrada, 16/2/12
Em tempo: como costuma dizer um amigo - "Será?"
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| Postado por Rodrigo Piscitelli às 16:42 | 0 comentários
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