Nada mais forte do que o poder da oração para trazer de volta a serenidade e aplacar a raiva.
Junto disso, vem o perdão - talvez o mais difícil dos sentimentos, pois não há como existir se não partir do fundo do coração.
Serenidade e perdão, bons ingredientes para recomeçar.
domingo, 18 de novembro de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 12:00 | 0 comentários
Serenidade e perdão
Marcadores: comportamento, perdão, reflexão, vida
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 09:51 | 0 comentários
Um passeio por Chicago
Flagrei o casalzinho aí (ou seriam apenas "bons amigos"?) passeando tranquilamente pela região do Navy Píer, em Chicago (EUA):
O Navy Píer é uma área muito legal da cidade. Mistura marina com recreação (parque de diversões, o Museu das Crianças e barzinhos diversos).
Além de entretenimento, o local proporciona uma das mais belas vistas de Chicago, seja do seu "skyline", olhando para a parte urbana, seja do lago Michigan e suas tranquilas águas esverdeadas, sobre as quais voam gaivotas e albatrozes pacificamente, num belíssimo balé.
E se por acaso um fog invadir a paisagem, deixando o céu ainda mais cinzento e um tanto assustador (com um certo ar de Gotham City, a cidade fictícia do Batman), acredite: o cenário continuará interessante e belo:
* A primeira foto do Navy Píer é de Carlos Giannoni de Araujo; todas as demais são minhas
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 09:16 | 0 comentários
Direto do toca-CD (23)
And here's to you, Mrs. Robinson,
Jesus loves you more than you will know. (Wo wo wo).
God bless you please, Mrs. Robinson,
Heaven holds a place for those who pray
(Hey hey hey, hey hey hey).
We'd like to know
A little bit about you
For our files.
We'd like to help you learn
To help yourself.
Look around you. All you see
Are sympathetic eyes.
Stroll around the grounds
Until you feel at home.
(...)
What's that you say, Mrs. Robinson?
"Joltin' Joe has left and gone away"
Hey hey hey, hey hey hey.
("Mrs. Robinson", de Paul Simon)
Marcadores: música
sexta-feira, 16 de novembro de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 08:30 | 0 comentários
A reputação
“(...) as pessoas praticam o que Paul Valéry chamou de ‘profissões
delirantes’, aquelas carreiras que dependem de segurança pessoal e da opinião
dos outros em vez de habilidades comprovadas. As profissões delirantes, eu
arriscaria dizer, compreendem literatura, crítica, design, as artes visuais,
atuação, publicidade, toda a mídia (...). Mas todas as profissões delirantes,
não há padrões estabelecidos, exigem apresentações e alianças, protetores e
patrocinadores, professores famosos ou aplauso de alguém célebre. Em resumo,
dependem da mais instável de todas as posses: reputação.”
Edmund
White, “City Boy – Minha Vida em Nova York” (p. 192-3)
Marcadores: literatura, profissão
quinta-feira, 15 de novembro de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 17:16 | 0 comentários
"Cidades aéreas" (3)
Agora sim chegou a vez de Chicago (EUA) na série que retrata as cidades vistas do alto. As imagens foram feitas a partir do observatório da Willis Tower:
Leia também:
- "Cidades aéreas" (1)
- "Cidades aéreas" (2)
- Chicago!
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 16:01 | 0 comentários
Frase
"A força da TV vem do noticiário, do que seleciona para noticiar. A simples escolha de uma notícia é uma decisão editorial, em TV mais forte que qualquer editorial explícito."
Paulo Francis, jornalista, em "Televisão, o grande eleitor americano" (crônica tirada do livro "Paulo Francis - Diário da Corte", p. 22)
Marcadores: frase, Paulo Francis, telejornalismo, TV
terça-feira, 13 de novembro de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 17:19 | 0 comentários
NY contra o crime: um exemplo
“Em Nova York, pagávamos para o motorista de táxi esperar na
calçada até termos trancado a porta de entrada com segurança. Estávamos sempre
conscientes de qualquer pessoa em nossa proximidade imediata. Ninguém ficava
conversando na rua, mas tínhamos de estar alerta o tempo todo. Cuidávamos de
ter sempre ao menos 20 dólares no bolso toda vez que saíamos de casa, para o
ladrão não nos dar um tiro por frustração, mas tínhamos também o cuidado de não
levar mais – nem de estar muito bem-vestidos. Sempre que saíamos à noite,
deixávamos o rádio ligado e a luz acesa para desencorajar os ladrões. Ao nos
aproximarmos de nosso prédio, já preparávamos a chave com a mão no bolso para
não perder nem um segundo mais que o necessário diante da porta. Caminhávamos
em linha reta pela calçada e só no último momento virávamos para nossa porta,
para não dar nenhum indício de nossas intenções ou nossa vulnerabilidade a
algum malandro de plantão. No metrô, ninguém olhava para os outros passageiros.
(p. 52-3)
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 16:23 | 0 comentários
Lições e virtudes
(...) Cada golpe recebido no passado foi também uma maneira de aprender alguma lição, e evitar armadilhas no futuro.
O verdadeiro caminho está baseado nas quatro virtudes, e querer limitá-lo à sua manifestação física, é querer deixá-lo mais pobre – porque o corpo tem seus limites.
A alma, entretanto, é tão grande como o universo, e pode entender tudo que o amor nos ensina.
O verdadeiro guerreiro está sempre armado com três coisas: a espada radiante da pacificação, o espelho cristalino da sabedoria e amizade, e a joia preciosa da luz Divina. E esta luz Divina não está no céu nem na terra, está dentro de cada um.
Fonte: blog do Paulo Coelho, "O caminho do guerreiro", postado em 13/11/12.
Marcadores: blog, comportamento, Paulo Coelho, reflexão, vida
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 16:15 | 0 comentários
Luzes da cidade
No momento em que é relançada em Limeira a campanha "Luzes da Cidade", eis minha modesta contribuição (em tempo: minhas luzes são naturais e artificiais):
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 15:40 | 0 comentários
Constatação
Fico espantado
em constatar como algumas pessoas não têm coração.
Marcadores: comportamento, reflexão, vida
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 15:32 | 0 comentários
"Julgamento para a história"
Fixadas pelo Supremo Tribunal Federal as
penas que recaem sobre os principais acusados do mensalão, o julgamento de um
dos maiores escândalos da história republicana vai chegando ao seu desfecho.
Leia também:
- O que sobrou deste julgamento, jurídica e politicamente?
- Nada no processo desdiz a atuação de José Dirceu na compra de votos
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 08:30 | 0 comentários
Mais um pouco de Boston
Para fechar à altura da cidade as postagens sobre Boston, seguem as imagens da baía local (Boston Harbor), às margens do oceano Atlântico:
Em tempo: o prédio de arquitetura futurista é o tribunal de Justiça local.
Leia também:
- "Cidades aéreas" (1)
- Canções de Boston
segunda-feira, 12 de novembro de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 17:07 | 0 comentários
A amizade
“(...) dava para dizer quem eram os melhores amigos de uma pessoa porque eram aqueles que ela nunca encontrava – só um amigo de verdade aceitaria ser infindavelmente esquecido.”
Edmund White, “City Boy – Minha Vida em Nova York” (p. 192)
Marcadores: amizade, literatura
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 12:30 | 0 comentários
"Os jornais vão, sim, acabar"
Podem me chamar de Cassandra. Eu não
ligo. Essa figura mítica grega, a quem Apolo ensinou os segredos da profecia,
passou a ser tida por louca quando tentou comunicar aos troianos suas previsões
de catástrofe e desgraças, todas realizadas.
Marcadores: jornais, jornal, jornalismo, Marion Strecker
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 11:30 | 0 comentários
"Pise na grama!"
Já escrevi neste blog diversas vezes sobre a forma como nós, brasileiros, e os estrangeiros valorizamos (ou não) o espaço público. Os exemplos vieram geralmente dos parques vistos mundo afora. Só para registrar mais um, seguem flagrantes do Public Garden, o parque no coração de Boston (EUA):
Em tempo: dia desses, caminhando pelo Parque Cidade, em Limeira, uma pessoa me abordou falando justamente da ocupação dos espaços públicos. E como esta pessoa é leitora do blog, o que muito me honra, brincou: "eu sei que aqui não pode pisar na grama...".
* As fotos são minhas e de Carlos Giannoni de Araújo
Leia também:
- Espaço público
- As áreas verdes
- A "invasão" dos espaços públicos
Marcadores: Boston, espaços públicos, EUA, parques, viagens





