Um interessante exemplo de como tecnologia e educação ajudam a resolver problemas tão comuns por aqui.
Tecnologia pode ser conseguida, já educação...
domingo, 31 de janeiro de 2010 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 16:39 | 0 comentários
Exemplo do outro lado do mundo
Marcadores: cidade, reportagem
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 16:32 | 0 comentários
Contrários
Só quem já provou a dor
Quem sofreu, se amargurou
Viu a cruz e a vida em tons reais
Quem no certo procurou
Mas no errado se perdeu
precisou saber recomeçar
Só quem já perdeu na vida sabe o que é ganhar
Porque encontrou na derrota o motivo para lutar
E assim viu no outono a primavera
Descobriu que é no conflito que a vida faz crescer
Que o verso tem reverso
Que o direito tem avesso
Que o de graça tem seu preço
Que a vida tem contrários
E a saudade é um lugar
Que só chega quem amou
E que o ódio é uma forma tão estranha de amar
Que o perto tem distâncias
E que esquerdo tem direito
Que a resposta tem pergunta
E o problema solução
E que o amor começa aqui
No contrário que há em mim
E a sombra só existe quando existe alguma luz.
Só quem soube duvidar
Pôde enfim acreditar
Viu sem ver e amou sem aprisionar
Quem no pouco se encontrou
Aprendeu multiplicar
Descobriu o dom de eternizar
Só quem perdoou na vida sabe o que é amar
Porque aprendeu que o amor só é amor
Se já provou alguma dor
E assim viu grandeza na miséria
Descobriu que é no limite
Que o amor pode nascer
* Letra fenomenal do padre Fábio de Melo
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 16:13 | 0 comentários
Esse tal de SUS
Sou defensor do Sistema Único de Saúde (SUS). Nado contra a maré.
Quem tem um plano de saúde qualquer - e paga caro por isso - sabe da dificuldade para conseguir uma consulta com um especialista ou um exame de alta complexidade. Por que, então, no SUS não admitimos nenhuma demora (tenho experiências na família em que o atendimento público foi mais ágil e eficiente que o privado...)? Claro que uma falha não deve justificar a outra, mas temos que ser justos e levar em conta a alta demanda pelos serviços no SUS.
Além disso, em poucos lugares do mundo o Poder Público se dispôs – até com uma certa pretensão – a bancar um sistema de saúde gratuito e universal (ou seja, para todos os cidadãos) como no Brasil. Veja os Estados Unidos e a luta do presidente Barack Obama para reformar o sistema de saúde, ampliando o acesso aos serviços.
A isso se soma o fato do SUS ser um sistema novo, com pouco mais de 20 anos, passível de correções.
O fato de ser defensor do SUS, porém, não impede que eu veja seus problemas e teça críticas. Quando, por exemplo, um governante precisa recorrer ao sistema privado para ser atendido (e 99,9% dos governantes fazem isso) é sinal evidente de que não confiam no sistema que gerenciam e defendem em suas campanhas.
Melhor do que eu, quem abordou a questão foi o jornalista Fernando de Barros e Silva, da “Folha de S. Paulo”, em sua coluna “A saúde de Lula” (30/1/10):
“Lula brinca com tudo, mas foi contrariado e recebeu os primeiros atendimentos longe da UPA (Unidade de Pronto-Atendimento) de que tanto havia gostado. Dormiu na suíte triplex do Real Hospital Português, uma instituição privada. Nada contra esse cuidado. A saúde de Lula é uma questão de Estado.
O problema não está no zelo com o presidente, mas num sistema público que não consegue suprir demandas básicas dos brasileiros. (...)
Um exame laboratorial pelo SUS para diagnosticar um câncer pode levar seis meses, até um ano. A morte muitas vezes chega antes.
Mas cerca de 150 milhões de brasileiros estão condenados ao atendimento precário do SUS. O sistema foi concebido, no entanto, para atender a todos, gratuita e integralmente, conforme o sonho da Constituição de 1988, que decretou uma sociedade do bem-estar de nível nórdico num país com nível de renda que era um décimo do europeu.”
* Para ler todo o artigo, clique aqui (é preciso ser assinante da “Folha” ou do UOL)
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 18:56 | 4 comentários
Miep Gies, uma mulher, uma história
Miep Gies sempre recusou o rótulo de heroína. Considerava-se simplesmente um ser humano que fez o que era preciso ser feito. “Eu ajudei pessoas que estavam necessitando. Qualquer um pode fazer isso, não?”, perguntava humildemente.Não, poucos podem. Poucos poderiam fazer o que ela fez.
Miep foi uma das cinco pessoas que esconderam por dois anos oito judeus – entre eles Anne Frank, a autora do famoso diário - num esconderijo anexo a um escritório durante a perseguição nazista na Segunda Guerra Mundial. Durante esse tempo, Miep e os outros quatro foram o único contato do grupo de judeus com o mundo exterior.
“Eu estou no fim da fila, de uma longa fila de bons holandeses que fizeram o que eu fiz ou mais – muito mais – durante aqueles tempos terríveis e sombrios”, disse em certa ocasião.
Miep ajudou mais pessoas - um jovem ficou escondido em sua casa. Ela diz que 20 mil holandeses esconderam judeus dos nazistas. Miep fez sua pequena parte e também o marido dela, Jan. “É sempre melhor tentar do que não fazer nada porque não tentar seguramente é um completo fracasso”, escreveu.
Coragem? “Ajudar pessoas que estão em perigo não é uma questão de coragem, mas de tomar uma decisão que qualquer ser humano tem que tomar em sua vida quando distingue entre o bom e o mau”, afirmou certa vez. Nem sempre, porém, é fácil fazer essa distinção, principalmente em tempos sombrios.
Miep soube distinguir e agir. E o esforço valeu a pena? “É verdade que para minha grande tristeza não fomos capazes de salvar Anne, mas conseguimos estender a vida dela em dois anos e nesse período ela escreveu o diário com uma mensagem de tolerância e compreensão.” Miep foi responsável por preservar essa mensagem. Foi ela que entrou no esconderijo e pegou o diário de Anne Frank. Foi ela que posteriormente o entregou ao pai da garota, Otto.
A cada ano, em 4 de agosto – o dia em que as oito pessoas que estavam no esconderijo foram denunciadas (somente Otto sobreviveu aos campos de concentração) –, as cortinas da casa de Miep ficavam fechadas e o telefone fora do gancho.
Miep morreu em 11 de janeiro último, aos 100 anos de idade, pouco mais de um mês antes de comemorar mais um aniversário (em 15 de fevereiro).
Dedicado à memória de Miep, de Anne Frank e de todos os que sofreram as agruras da guerra e da insensatez humana.Em tempo: mais informações no site oficial de Miep e no site da Casa de Anne Frank.
Marcadores: história, homenagem, personalidade
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 18:53 | 1 comentários
A vida é matemática - ou sobre acasos
Para quem não sabe, o naufrágio do Titanic causou a morte de 1.517 pessoas – entre elas o pai de Millvina, chamado Bertram (a mãe e uma irmã sobreviveram). Não havia salva-vidas para todos os passageiros no maior transatlântico do mundo na época.
O segredo da vida é saber usar na hora certa e de modo apropriado as quatro operações básicas da matemática: somar quando é preciso somar, subtrair quando é preciso subtrair, multiplicar quando é preciso multiplicar, dividir quando é preciso dividir. Quando aplicamos alguma dessas operações na hora errada, o resultado da conta costuma ser desastroso.
Portanto, ainda que você não goste de matemática, é obrigado a praticá-la cotidianamente.
Em tempo: algumas - poucas - pessoas arriscam-se a equações mais elaboradas, como raiz quadrada, logaritmos, etc. Estas pessoas são especiais.
Marcadores: Pensamento, reflexão, vida
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 16:51 | 0 comentários
Filosofia barata (mas faz sentido!)
Na vida, algumas vezes precisamos olhar no retrovisor...
Marcadores: Pensamento
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 16:40 | 0 comentários
Exportações recuam em Limeira e região
A crise mundial afetou diretamente o mercado externo em 2009. A região de Limeira, uma das mais industrializadas do Brasil, é mostra disso. As exportações despencaram em várias cidades, depois de uma ascensão em 2008. Em Limeira, a queda nos negócios externos foi de 24% no ano passado comparando com o ano anterior. A queda mais drástica foi em Piracicaba (-71%). Americana (-35%) e Cordeirópolis (-34%) também tiveram um desempenho ruim.
Iracemápolis foi exceção: suas exportações cresceram 250% - com a ressalva de que a base de comparação era baixa.
Os índices de queda das exportações na região superaram porcentualmente o do Brasil. As vendas externas do país caíram 22,2% no ano passado. Apesar disso, a balança comercial nacional teve superávit (leia mais aqui).
Em 2009, Limeira exportou US$ 378,906 milhões. Isso representa US$ 120 milhões a menos do que o valor verificado em 2008 – US$ 498,888 milhões (ano em que as exportações limeirenses bateram recorde). Os principais destinos dos produtos da cidade em 2009 foram, pela ordem: EUA, Japão, Argentina, Nigéria e China.
A análise das exportações de Limeira mostra uma queda da posição chinesa. O gigante asiático havia sido o segundo destino dos produtos limeirenses em 2008 (clique aqui e veja reportagem feita por mim ainda para o "Jornal de Limeira"). Em 2009, caiu para o quinto lugar.
No ranking das importações (ou seja, dos produtos comprados por Limeira), o domínio chinês ficou evidente. A China confirmou sua ascensão e ocupou no ano passado o primeiro lugar na lista de fornecedores estrangeiros de Limeira – em 2008, ainda ocupava o segundo lugar e no ano anterior foi a quinta colocada. Em seguida, no ranking de fornecedores, aparecem Itália, EUA, Japão e Argentina.
Como as importações recuaram 11% em 2009, Limeira ainda fechou sua balança comercial com saldo positivo (US$ 253,529 milhões), apesar da queda das vendas externas.
Desde o ano 2000, Limeira já exportou US$ 3.552.745.736,00 (traduzindo: três bilhões, 552 milhões, 745 mil e 736 dólares ou cerca de R$ 7 bilhões).
Voltando ao ano da crise, Piracicaba viu suas exportações despencarem. A cidade vendeu a outros países um total de US$ 749,567 milhões, contra US$ 2,575 bilhões em 2008. No caso de Americana, os negócios com o exterior somaram US$ 232,059 milhões em 2009, contra US$ 357,783 milhões no ano anterior.
As exportações de Cordeirópolis atingiram US$ 23,987 milhões no ano passado, contra US$ 36,565 milhões registrados em 2008. Com essa queda, a cidade foi ultrapassada por Iracemápolis, que vendeu para o exterior US$ 62,776 milhões em 2009, ante US$ 17,965 milhões do ano anterior.
Exportações de Limeira ano a ano:
2000 .......... US$ 271.520.968,00
2001 .......... US$ 264.219.131,00
2002 .......... US$ 252.190.664,00
2003 .......... US$ 281.594.368,00
2004 .......... US$ 302.695.350,00
2005 .......... US$ 449.564.541,00
2006 .......... US$ 439.849.457,00
2007 .......... US$ 413.318.031,00
2008 .......... US$ 498.888.787,00
2009 .......... US$ 378.906.439,00
Fonte: Ministério do Desenvolvimento
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 15:34 | 1 comentários
O pacotão de bebedouros de Félix
O governo Silvio Félix (PDT) vai gastar R$ 136.850,00 para construir 38 bebedouros em áreas públicas. Isso dá um total de R$ 3.601,00 por unidade. Eta bebedouro caro! Em tempo: a vencedora da licitação – modalidade carta-convite – foi a empresa Maxxi Service Comercial Ltda. Ela apresentou um valor R$ 139,75 menor do que o da segunda colocada (a Amplitude Engenharia).
Se o bebedouro for igual aos recentemente construídos no Parque da Cidade, realmente está bem carinho...
O resultado da licitação saiu na página 20 do Jornal Oficial do Município desta quinta-feira, 28/1/2010. Na mesma página, consta outra licitação - também modalidade carta-convite - para construção de rampa e escada na ligação entre a Avenida Costa e Silva e João Gazeta, no Jardim Novo Horizonte. Total: R$ 31,9 mil. Eta escadinha cara! A obra será feita pela R. Maluf Engenharia e Construções.
Marcadores: dinheiro público, Limeira, política
terça-feira, 26 de janeiro de 2010 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 18:18 | 1 comentários
26/1/2010 (um poema visual)
A chuva...
E o fim da tarde...
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 16:54 | 1 comentários
Um grito pela Justiça
De vez em quando, muito de vez em quando, dá vontade de perder a paciência e a compostura. Esse caso todo do mensalão do DEM no Distrito Federal e a resistência nojenta que seus protagonistas demonstran é um desses momentos. E vou roubar (já que isso é apropriado para a ocasião) os gritos das torcidas:
"Ei, Arruda, vai tomar no c.!"
domingo, 24 de janeiro de 2010 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 19:10 | 2 comentários
A visita de Dilma
Estava preparado para o famoso mau-humor da pré-candidata do PT à Presidência da República, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). Estava preparado para uma “operação de guerra” que costuma caracterizar visitas desse tipo, com seguranças por todo lado. Estava preparado para a correria e o amontoado de repórteres.
Não acreditei que estava ali sozinho (refiro-me aos colegas de imprensa). Acreditei menos ainda quando Dilma, demonstrando disposição, aceitou falar de imediato, sem frescuras. Para quebrar o gelo, e aproveitando que estava sozinho e tinha tempo para isso, recorri a um cumprimento. “Boa tarde. A senhora poderia responder a uma pergunta, rapidinho?”. Ela fez que sim com a cabeça. Iniciei com uma pergunta básica para conquistar a confiança dela. “Qual a expectativa de estar em Limeira para assinar um contrato de quase R$ 43 milhões?”
Dilma respondeu com muito bom humor. E respondeu com exclusividade para a TV Jornal!
Na saída, novamente um alerta ao câmera e nos prostramos bem em frente à escada do palanque. A ministra teria que passar por ali. Uma assessora pediu algumas vezes para que nos afastássemos um pouco para evitar a queda de alguém, mas não conseguia me mexer pois o cordão dos puxa-sacos estava lá, firme. A ministra desceu, recebeu uma série de cumprimentos e abraços, posou para fotos e saiu desta vez em disparada (ela tinha hora para pegar um avião em Piracicaba, falou um assessor).
Arrisquei uma pergunta, desta vez direta (afinal, não havia mais tempo): “Ministra, preparada para a campanha?”. Sem parar, Dilma respondeu: “Meu querido, agora é a hora de governar. Campanha é em outra hora”. Olhei para o lado e não vi nenhum colega de imprensa. Mais uma vez não acreditei que a resposta tinha sido exclusiva. Como ninguém ficou ali esperando, já que não havia outro caminho para Dilma passar?
As exclusivas se devem à minha insistência. Quando é para lutar por uma entrevista, eu realmente não desisto. E ali, naquele dia, mais do que ouvir a ministra, nosso desafio (meu e do Pereira) era ouvi-la com exclusividade. Cumprimos nosso papel! (Em tempo: a reportagem foi ao ar no "Jornal da Cidade" de sábado, 23/1, e será reprisada no "Fatos & Notícias" desta segunda, 25/1.)
PS: leia as impressões e bastidores da visita no campo de mensagens desta postagem.
* A segunda foto foi gentilmente enviada pela colega Virgínia Valle.
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 16:14 | 3 comentários
Ele é "o cara" da noite em Limeira
Lugar agradável, decoração típica e diferenciada, público bonito e qualificado, um amplo cardápio de bebidas e comidas e shows especiais, que alternam o melhor do rock ao melhor da MPB.
Como Gino não é pessoa que se acomoda, surge agora uma pizzaria – ou melhor, uma forneria – no piso superior do Maverick. Para quem não conhece, é um lugar pequeno e, também por isso, aconchegante e agradável. Pizzas diferenciadas, como não se vê em Limeira, uma boa carta de vinhos para uma cidade média do interior e tão carente de boas opções de entretenimento, uma massa especial e entradas apetitosas (o pão com alho e atum é magnífico).
Se puder, experimente todos os tipos de pizza (claro que não de uma única vez!). É o que eu vou fazer.
Está dada a dica, ou melhor, estão dadas as dicas. Ah, esqueci de dizer algo importante: você pode tomar um chope e comer uma pizza e, em seguida, descer para o bar e se divertir com cervejas variadas e música de qualidade. O pagamento conjunto pode ser feito na saída.
Soma-se a tudo isso o atendimento atencioso do proprietário.
Em tempo: o Maverick Bar e agora Forneria mostra como uma sociedade precisa de pessoas criativas, ousadas e empreendedoras para progredir. Resumo todas essas características em uma palavra: inquietação. São essas pessoas, as inquietas, que movem o mundo porque aliam justamente as três características que disse antes à coragem necessária para agir.
Inquietemo-nos todos, então! Abaixo o comodismo!
PS: qual será a próxima novidade do Gino, hein?
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 15:46 | 0 comentários
Os EUA e os 12 meses de Obama
Infelizmente, o acesso só é permitido para quem é assinante do UOL ou da própria “Folha”. Se você é assinante e ainda não leu, clique aqui.
Para quem não é assinante, reproduzo um trecho que considero um bom resumo do que Banks fala:
“PERGUNTA - Os EUA de Obama se tornaram mais respiráveis?
Marcadores: entrevista, Obama, Opinião
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 15:05 | 2 comentários
Os limites de Félix
Você acha que o prefeito de Limeira, Silvio Félix (PDT), tem mesmo poder em seu partido fora dos muros da cidade?
Olhe a nota que saiu dia 19/1 na coluna da jornalista Bruna Lencioni na "Gazeta de Limeira": "Félix avisou semana passada que vai comunicar seu partido, o PDT, para pressionar a sigla sobre a questão do Horto. Ele falou que o PDT deve se posicionar e defender o Executivo de Limeira, para que seja costurado um acordo no ano eleitoral. 'Vou falar no meu partido que politicamente não há como apoiar o governo Lula enquanto não houver uma solução sobre o Horto', disparou".
Agora olhe o que saiu na imprensa nacional: "A Executiva Nacional do PDT se reuniu na noite desta terça-feira e decidiu pelo apoio à candidatura da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, pelo PT à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, embora a aprovação oficial só ocorra em junho, na convenção do partido" ("O Globo", 19/1)
Cada um que tire as próprias conclusões...
Aliás, o governo Félix levou um direto do secretário estadual Sydnei Beraldo (Gestão Pública). Durante visita a Cordeirópolis na última segunda-feira, o secretário disse que consultou há tempos a Prefeitura de Limeira sobre a instalação do Poupatempo na cidade, mas não teve resposta até agora. Félix rebateu dizendo que trata da questão diretamente com o gabinete do governador José Serra (PSDB).
De uma forma ou de outra, Limeira segue sem o Poupatempo. Sinal de que o governo de Limeira não deve ter muito prestígio junto ao tal "gabinete do governador".
Aliás, vale para Félix o mesmo que aconteceu com o ex-prefeito Jurandyr Paixão (já falecido) e o mesmo que eu disse pessoalmente ao ex-prefeito Pedro Kühl: rei morto, rei posto (restam três anos de reinado...).
