Com quase 250 exibições, meu documentário "Planeta Água" recebeu uma avaliação cinco estrelas (hehehe) e um comentário elogioso. Se você ainda não viu, ele segue abaixo (no YouTube, basta clicar aqui). Modéstia às favas, ficou bem legal.
domingo, 30 de agosto de 2009 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 08:10 | 1 comentários
Cinco estrelas (hehehe)
quinta-feira, 27 de agosto de 2009 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 22:17 | 1 comentários
Tancinha ruma para candidatura em 2010
Ainda estamos em 2009, mas para o mundo político 2010 já começou!
Semana passada, recebi em casa um jornal (tipo folheto informativo) com realizações do governo do Estado específicas para Limeira. Confesso que nunca tinha recebido algo semelhante. É propaganda pura, direcionada. Imagino que o mesmo tenha sido feito para outras cidades paulistas. É José Serra colocando a "tropa" na rua.
Outro dia, vi a articulação de uma candidatura importante na política nacional ser delineada na minha frente. E ela passava pelo Edifício Prada, a sede do Executivo de Limeira.
Ontem, no programa "Fatos & Notícias" (que apresento diariamente às 11h30 com os colegas Ana Paula Sequinato e Luiz Biajoni na TV Jornal), perguntei para a primeira-dama de Limeira e presidente do Fundo Social do município, Constância Félix, se ela é pré-candidata a deputada, como se cogita no meio político.
Surpresa com a pergunta, Tancinha - como é chamada - hesitou por alguns segundos e disse: "Eu diria que não”. Questionei que a inclusão da expressão “eu diria que” tirou o peso da convicção que o simples “não” conferiria à resposta. Eis que Tancinha desandou a falar para tentar explicar. E, nessa tentativa, mudou o discurso. Admitiu claramente a possibilidade da candidatura. “Se precisar, serei”.
Em seguida, indagada sobre a difícil rotina de um político, ela iniciou a resposta com as seguintes palavras: “Não vai ser diferente do que é hoje”. Repare no “não vai ser”, uma expressão que indica um futuro certo – ou seja, de alguém que não só deve ser candidata, mas que já imagina como será a vida se eleita.
Ou seja: pela costura política de hoje (28/6), Tancinha será candidata. Disse isso a ela no programa e a primeira-dama apenas sorriu.
Quando o “Fatos” (como o chamamos carinhosamente nos bastidores) acabou, a entrevistada – surpresa com o inusitado da situação - falou, rindo, que da próxima vez faria como age em outra emissora de TV da cidade: anunciaria antes que não falaria de outro assunto (a entrevista era sobre uma ação social). Eu simplesmente respondi: “Não tem problema. Na hora do programa eu direi: ‘Tancinha, sei que você não quer falar disso, mas você será candidata?’”. Simples assim.
PS: Confesso que a pergunta para a primeira-dama fora premeditada. Havia combinado com a Ana Paula, que é a âncora do “Fatos”, que faria tal questionamento. Afinal, estamos em 2009, mas para o mundo político 2010 já começou!
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 22:11 | 1 comentários
Falou e disse!
Não sou um fã do goleiro Rogério Ceni, embora reconheça sua competência profissional. Confesso que o considero um tanto convencido. No entanto, não posso deixar de admitir que desta vez ele acertou em cheio ao comentar um recente episódio ocorrido na Portuguesa de Desportos:
"Achei lamentável e um absurdo o que aconteceu na Portuguesa. Não entendo por que as pessoas não vão ao Senado reclamar da mesma maneira. Se tivéssemos a mesma bravura para combater os políticos corruptos, talvez o nosso país fosse melhor. Existe uma inversão de valores na sociedade. A população não se revolta contra quem mexe no dinheiro, no bolso dela, mas sim contra um time que não ganhou em casa. Que crime o cara fez?".
Boa Rogério!
terça-feira, 25 de agosto de 2009 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 14:35 | 0 comentários
Ter ou não ter, eis a questão...
Quando o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou a obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo, o mundo parece ter vindo abaixo para uma parcela das pessoas que atuam na área. Já outras saudaram a decisão como uma alforria. Tenho para mim que nenhuma discussão deve ser movida por paixões – é, portanto, com a razão que pretendo analisar a questão.
Partirei do ponto que me parece menos complexo: afirmar que não existem técnicas para a atuação jornalística é desconhecer a profissão. Portanto, já de início elimino o argumento de que o exercício da atividade jornalística não exigiria especialização. Neste ponto, é preciso separar o que é escrever bem do que é escrever uma reportagem. Como diz o dito popular, “uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa”.
Isto posto, o que se coloca é: para fazer uso das tais técnicas jornalísticas, é preciso um diploma? Esta é a questão.
Antes de ingressar neste debate, porém, registro minha incompreensão em relação a um outro argumento usado pelos ministros do Supremo para defender o fim da exigência do diploma. Segundo eles, tal exigência feriria a Constituição no que diz respeito ao direito à livre expressão. Ora, em nenhum momento a atividade jornalística impede que qualquer cidadão – repito, qualquer cidadão – manifeste a sua opinião livremente. Todos são livres para fazer manifestos, protestos, escrever para blogs, jornais e revistas e até montar uma publicação na qual possam expressar sua opinião (aliás, a Internet está cada vez mais recheada disso). Isto nada tem a ver com o exercício do jornalismo, a prática da reportagem, etc.
Liberdade de expressão é um princípio constitucional; acesso à informação é um direito do homem. A atividade jornalística em nada restringe esses conceitos. Por mais claro que isso me pareça, não posso imaginar que os ministros do Supremo – a mais alta corte do País – tenham feito tal confusão (em tempo: sempre que participei como testemunha de audiências judiciais envolvendo questões da imprensa, os juízes sempre tiveram dificuldade para entender como se dá no cotidiano a atividade jornalística; um juiz certa vez chegou a me perguntar o que eu fazia como editor, afinal, já que não tinha revisado uma determinada reportagem nem era responsável pela colocação do título).
Resta, portanto, discutir o cerne da questão: é preciso o diploma? Defendo desde sempre a regulamentação de toda atividade profissional. Convivi – e convivo – com colegas de outras áreas, como a publicidade, e sei quanto os aventureiros prejudicam o mercado como um todo, seja no que diz respeito à remuneração, seja no que diz respeito à qualidade do serviço. Não sou, pois, favorável somente à regulamentação da atividade jornalística, como também da publicitária, da gastronômica, etc.
Isto coloca uma outra questão: tal regulamentação se dá somente com a graduação numa faculdade de jornalismo? Sinceramente, creio que não. Pessoalmente, acredito que os profissionais de comunicação deveriam ser graduados em áreas afins, como economia e ciências sociais, e fazer um tipo de especialização posterior em jornalismo. Quem sabe até uma espécie de residência, como na medicina. Este é o formato vigente em muitos países.
Não quero parecer tucano, ficando em cima do muro, mas não posso deixar de registrar que tenho observado com certo apreço várias manifestações - a favor do diploma e contrárias a ele - desde que o STF manifestou sua decisão. Talvez resida justamente nessa discussão que se abriu o aspecto mais saudável desta história. E até que um novo capítulo seja escrito, podemos todos nos considerar de algum modo colegas de profissão...
PS: nesta discussão, recorrer a extremos – como o não formado que é excelente jornalista ou o formado que é uma porcaria – não vale. Estes são exceções, não regra.
* Texto publicado originalmente na revista “Vida Universitária”
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 11:56 | 0 comentários
Moda e política
Conforme o FIT, “ao longo da história a moda tem sido um meio para a transmissão de ideologias políticas e relacionadas com os valores sociais”. Sendo assim, a moda retratou temas como o nacionalismo, o feminismo e a identidade étnica, bem como eventos significativos e movimentos culturais. A exposição traz mais de cem fantasias, tecidos e acessórios – como a fantasia de uma mulher, por volta de 1889, impressa com o desenho de bandeira norte-americana, mostra do nacionalismo.
O museu fica na esquina da 7ª Avenida com a Rua 27. Para acessar o site do FIT, clique aqui.
domingo, 23 de agosto de 2009 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 19:16 | 0 comentários
Nova Babilônia
Que outra cidade que não Nova York poderia dar vida a um antigo trilho de trem? Pois a Big Apple está ganhando (o primeiro trecho já foi aberto) um enorme jardim suspenso. Trata-se do High Line, um parque que se estende por 1,45 milha (cerca de dois quilômetros) numa estrutura elevada de aço construída em 1930 para receber trilhos de trem – a última composição a passar pelo local foi em 1980.
O High Line vai do Meatpacking District até West Chelsea e pode ser acessado pela 10ª Avenida. A construção do parque começou em abril de 2006. A Seção 1 (Gansevoort Street até a 20th Street) abriu recentemente; a Seção 2 (20th Street a 30th Street) deve abrir em 2010.
Conforme o site oficial da atração, o High Line é um monumento à história da indústria de West Side em Nova York. Ele é a oportunidade de criar um novo e inovador espaço público, suspenso sob as ruas, com uma visão do Rio Hudson e da cidade. Sua criação é um modelo global de reuso da infraestrutura de transporte, oferecendo oportunidades ambientais, opções alternativas de transporte, além de benefícios sociais e econômicos para mudar o ambiente urbano pós-industrial.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 21:34 | 0 comentários
Cores paulistanas
Eis uma iniciativa muito interessante e bonita, que ajudou a dar uma nova cor - literalmente - a uma área de São Paulo. Para quem conhece o Caminito e o bairro de La Boca, em Buenos Aires, ficou bem parecido.
Quem sabe Limeira não entra nessa???
quarta-feira, 19 de agosto de 2009 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 20:59 | 1 comentários
PT * 10/2/80 + 19/8/09
É com pesar que comunico o falecimento em 19 de agosto do corrente do Partido dos Trabalhadores. A causa da morte foi insuficiência ética. A todos que um dia acreditaram no PT, os petistas agradecem.
Não sei se é mais repugnante ver a postura de José Sarney e sua tropa de choque (porque, afinal, deles não se pode esperar nada diferente do que têm apresentado) ou do PT, que endossou o arquivamento das denúncias contra o presidente do Senado em nome UNICAMENTE de um projeto de poder – um projeto, diga-se, não de país, mas de poder pelo poder (para o qual o apoio do PMDB de Sarney é tido como essencial).
Para quem ainda nutria uma gota de esperança de que o PT do “mensalão”, do falso dossiê, da quebra do sigilo do caseiro tinha ficado para trás, eis que ele ressurge, mais uma vez sujo de lama – corroborando a tese de que quem comanda de fato o serviço é o comandante (afinal, foi do Planalto que o “salve geral” partiu). E sequer é preciso apontar a vergonha do salvamento de Sarney; o constrangimento petista ao votar pelo arquivamento das denúncias se encarrega de deixar a vergonha à mostra.
E que não se diga que tudo isso faz parte do jogo político, pois é justamente esse mesmo jogo – sujo - que o PT sempre criticou. Era em razão disso, em nome de uma suposta ética, que o PT angariava apoio. A bandeira da moralidade sempre foi a maior do partido. Se havia uma sigla que podia fazer diferente, era o PT.
Hoje, tudo isso é passado. O PT se rendeu aos 300 picaretas que um dia Luiz Inácio criticou... Ao se render a eles, tornou-se tão vil quanto os próprios, tão comum como os próprios, tão sujo e fisiologista como os próprios. Que diferença, afinal, restou entre PT, PMDB, PSDB, DEM, PTB, PP e etc?
Eis uma realidade triste de admitir para quem um dia sonhou com algo diferente. O 19 de agosto marcou o fim de um sonho, o sepultamento de um ideal (lamento, bons samaritanos que resistem no PT, mas já não dá mais para tratá-los de outra forma...). Assim, jaz o PT. Sim, lamento informar: o PT já era.
Se um dia petistas bradaram que a esperança vencera o medo, saibam que hoje a (triste) realidade derrotou a esperança.
PS: Marina Silva (agora oficialmente ex-petista), senador Flávio Arns (querendo se tornar ex-petista) e Aloizio Mercadante (que deveria se tornar ex-petista): lutem o bom combate.
Em tempo: Mercadante se recusou a ler a carta do PT de apoio a Sarney e Arns manifestou na TV que deve ir à Justiça para questionar se a atitude petista no caso não se configura afronta aos princípios ideológicos do partido (princípios???), o que permitiria que ele trocasse de sigla sem que tivesse seu mandato cassado por infidelidade partidária.
* Só para lembrar: em 2010 tem eleição e todos os mesmos pedirão nossos votos. O meu não terão.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 17:53 | 0 comentários
Espaços públicos
Em menos de 24 horas, neste final de semana, vivenciei três exemplos de como a ocupação de espaços públicos pela sociedade ajuda a dar uma nova vida a essas áreas. Na sexta-feira à noite, a 13ª edição da festa Vem Pro Largo lotou – como de costume – o Largo Boa Morte, no Centro de Limeira.
No sábado à tarde, um antigo campo de futebol (e que hoje nada mais é do que um amplo espaço gramado e com areia) no Jardim Nova Itália recebeu dezenas de pessoas (notadamente pais e filhos) que se divertiam soltando pipa e fazendo brincadeiras.
Já no sábado à noite, a praça da Avenida Maria Buzolin, no Jardim Piratininga, estava lotada de pessoas, seja para comer lanche nos trailers do local, seja simplesmente para passear. Eram pais, mães, crianças, casais de namorados e amigos. Uma praça que em outros tempos estaria abandonada, podendo ser ocupada por desocupados (como tantas outras na cidade) ganhou uma nova vida com a ocupação pela comunidade.
Eis bons exemplos de como basta a sociedade ocupar os espaços para afastar os meliantes. E de como basta um pouco de estímulo para que esses espaços – públicos - sirvam para sua finalidade: lazer e entretenimento.
Em tempo: só não entendi porque a fonte da praça da Avenida Maria Buzolin, recém-reformada, estava desativada à noite após funcionar durante a tarde. A fonte ficou muito bonita com sua nova iluminação.
PS: a vida é feita de escolhas. E como é bom quando temos a sensação de ter feito a escolha correta. Na sexta-feira à noite, tinha um convite para ir a uma festa um tanto “glamourosa”, digamos assim, num clube social da cidade. A festa exigia terno e gravata e uma boa dose de paciência para a solenidade. No entanto, optei por uma festa em espaço aberto, um dos mais belos espaços da cidade (o Largo Boa Morte), junto da comunidade. Foi, sem dúvida, uma ótima escolha!!!
* Para ler sobre a ocupação de espaços públicos em grandes cidades, num texto feito para o meu blog de viagens, o Piscitas, clique aqui.
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 17:38 | 0 comentários
A palavra certa
Até que enfim acusaram aqueles que abusam da fé alheia do que devem ser acusados: estelionato!
quinta-feira, 13 de agosto de 2009 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 11:36 | 0 comentários
O blog da Jacintha Editores
Os jornalistas Heitor Amílcar e Milena de Castro acabaram de lançar um blog da Jacintha Editores, que ambos comandam. Trata-se de um espaço voltado a divulgar e debater idéias e notícias do mundo jornalístico e literário, da comunicação e educação de modo mais abrangente.
No novo blog, há uma discussão interessante (entre tantas outras) a respeito dos e-books. Será que eles vão “pegar”? Eu já sou parte dessa discussão e sugiro que você também acesse o blog para deixar suas impressões. Para quem tiver interesse, basta clicar aqui.
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 11:29 | 0 comentários
O e-mail do governo Obama
Poucos políticos – e poucos governos – assimilaram tão bem o poder da web para a disseminação de ideias e propaganda como o novo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Sua campanha para conquistar a indicação do Partido Democrata à disputa pela presidência já contou com uma excelente estrutura de mídia virtual, que incluiu ações virais tão conhecidas do mundo publicitário. Em pouco tempo, Obama e seu slogan “Yes, we can” viraram uma “febre” na Internet.
Na Casa Branca, o agora presidente Obama não faz diferente. Além de inaugurar um blog que ajuda a aproximar o político do cidadão, a equipe de Obama está apostando fortemente na possibilidade que as ferramentas da web 2.0 proporcionam no sentido de se comunicar diretamente com o cidadão, sem intermediários – leia-se, sem a mídia tradicional.
Fiquei surpreso ao receber um e-mail hoje assinado por David Axelrod, que vem a ser o conselheiro sênior do presidente e um dos seus homens de confiança. Antes que pensem que se trata de vírus ou coisa do tipo, devo ter recebido este e-mail tamanha a quantidade de vezes em que acesso o site da Casa Branca.
Na mensagem eletrônica, Axelrod fala da importância da reforma no sistema de saúde (“health insurance reform”) que Obama está propondo e rebate as críticas que o projeto vem recebendo – ele menciona “velhas táticas que estão de volta”. O conselheiro cita também oito “mitos” que envolvem a proposta de reforma e, obviamente, defende a necessidade de sua aprovação.
Acho que não há forma mais eficaz de falar diretamente com o cidadão do que essa. O único defeito dessa ação é que ela atinge apenas as pessoas que em algum momento acessaram o site da Casa Branca e, em algum momento, digitaram lá seus endereços de e-mail. Ou seja: em grande parte são os “amigos” do presidente. Ainda assim, isso ajudará a criar um “exército” de defensores da reforma sem depender de uma mobilização por parte da imprensa.
E não tenho dúvida de que o governo Obama alia essa estratégia a outras para conquistar a confiança do cidadão norte-americano.
No Brasil, Lula tem uma extrema facilidade de falar com as massas, mas ainda privilegia o uso de ferramentas tradicionais. Contudo, o presidente brasileiro já começa a enxergar as possibilidades apresentadas pelo mundo virtual. Afinal, logo vem aí o blog do presidente...
PS: para quem tiver curiosidade, o conteúdo do e-mail assinado por Axelrod foi disponibilizado também no blog da Casa Branca. Para ler, clique aqui.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 20:22 | 1 comentários
Arte, fotos e espaço público
domingo, 9 de agosto de 2009 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 19:15 | 1 comentários
Mais frases
"Tem um pedacinho do mundo que tem que ser só seu."
Marília Pêra, em entrevista a Marília Gabriela no GNT
"Quando os homens são honestos, as leis são desnecessárias; quando os homens são corruptos, as leis são inúteis."
Tirado de um comercial de uma série de TV.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 21:05 | 0 comentários
Uma gota de lucidez no oceano do futebol
Acabei de ver uma entrevista fenomenal do presidente do Palmeiras, o economista Luiz Gonzaga Belluzzo, ao UOL. Ela mostra como a presença de pessoas éticas, comprometidas com o esporte e inteligentes ajudam a oxigenar esse meio tão sujo. Infelizmente, Belluzzo revela um desencanto com a direção do futebol - o que reforça aquele ditado de que enquanto os bons não ocuparem os espaços, os maus seguirão dominando.
Independentemente de ser palmeirense ou não, acho que a entrevista vale a pena para todos os que apreciam o esporte em geral e o futebol em particular.
Para acessá-la, clique aqui.


