You know it's never too late
To shoot for the stars
Regardless of who you are
So do whatever it takes
'Cause you can't rewind
A moment in this life
Let nothing stand in your way
Cause the hands of time are never on your side
(Trecho de "If Today Was Your Last Day", de Chad Kroeger, Ryan Peake, Mike Kroeger e Daniel Adair)
PS: estava procurando algo que fizesse algum sentido para um monte de coisas e me deparei com esta música.
domingo, 6 de maio de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 21:24 | 0 comentários
Algum sentido
Marcadores: música
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 20:57 | 0 comentários
Mistério
Como é por dentro outra pessoa
Quem é que o saberá sonhar?
A alma de outrem é outro universo
Com que não há comunicação possível,
Com que não há verdadeiro entendimento.
Nada sabemos da alma
Senão da nossa;
As dos outros são olhares,
São gestos, são palavras,
Com a suposição de qualquer semelhança
No fundo.
(Título desconhecido; Fernando Pessoa)
Marcadores: Fernando Pessoa, poema, poesia
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 16:28 | 0 comentários
Frase
"Uma segunda chance na vida vale ouro. É uma prova irrefutável de que é possível rever o que foi feito e fazê-lo da forma correta. E quando ela aparece deve ser agarrada com força e trancafiada junto com as intenções de mostrar que o recado foi entendido."
Antonio Claudio Bontorim, jornalista, em sua coluna "Texto&Contexto" deste domingo, 6/5/12, no jornal "Gazeta de Limeira"
Marcadores: frase
sábado, 5 de maio de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 22:58 | 0 comentários
A nova realidade americana (2)
Os Estados Unidos estão diferentes. Não sei dizer se para
melhor ou pior. Em dois anos, desde minha última visita ao país, alguns
aspectos mudaram. Notei desta vez, salvo uma ou outra exceção (por exemplo, a
área histórica da Filadélfia, com muitos prédios fechados), que o número de
imóveis “for leasing” ou “for rent” aparentemente caiu em relação a 2009. Ao
mesmo tempo, cresceu espantosamente o número de pessoas pedindo dinheiro nas
ruas. Em todas as cidades – e até no Canadá.
Também foi um tanto comum encontrar pessoas dormindo nas ruas -
Em Atlanta, uma pessoa que nos acompanhava e era um tanto “habitué” por lá observou que o hotel estava vazio desta vez em relação aos últimos anos. Comentou isso com um garçom que a reconheceu de visitas anteriores. “Sim, está vazio, é a crise”, respondeu o funcionário.
Para nós, brasileiros, é um tanto difícil “ver” a crise, principalmente nas grandes cidades, com vocação mais turística. O nível de consumo do país continua muito alto, o estímulo às compras (com promoções e cartões de desconto por todos os lados) é incrível, quase insano. Ainda assim, a crise existe e é forte. “É que o nível de consumo deles há alguns anos era algo fora do comum”, comentou uma brasileira que morou por alguns anos na região de Michigan.
Seja como for, o país está fervilhando às vésperas de uma campanha eleitoral. A esperança Obama de ontem é uma realidade hoje, com realizações e decepções; a divisão entre democratas e republicanos (para simplificar as correntes políticas) segue acentuada. Obama continua sendo “acusado” de comunista pelos opositores, o “presidente mais esquerdista da história”, como vi em algum lugar.
Li no “Metro”, por exemplo, a carta de um leitor de Manville, Nova Jersey. Wayne Sargent criticava os gastos do governo Obama – dizia que foram maiores em três anos do que nos oito anos de George W. Bush. Os alvos? Os programas sociais Medicare e Social Security (Obama reformulou os programas, ampliando o acesso das minorias e, naturalmente, elevando os gastos com o bem-estar social).
No mesmo “Metro”, uma reportagem citava a acusação dos republicanos de que o déficit federal cresceu US$ 530 bilhões em relação a dez anos atrás.
A leitora Kathy Kourian, por sua vez, rebateu as críticas contra o atual presidente alegando que o custo da dívida se deve ao grande corte de impostos visando estimular a economia e às duas guerras (Afeganistão e Iraque) “que não feitos pelo Obama”. Ela manifestou ainda temor em relação ao futuro dos programas sociais caso o democrata deixe o governo.
São visões diferentes de um mesmo país eternamente dividido e que louva sua liberdade e democracia.
Assim seja.
PS: para ler "A nova realidade americana" (1), clique aqui.
sexta-feira, 4 de maio de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 21:04 | 0 comentários
Constatação
Ando com uma dor no peito...
(e não é caso para cardiologista, que me perdoe o dr. Tiago Mazer)
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 20:56 | 0 comentários
Novos jornalistas
PS: discurso proferido por mim, na qualidade de professor homenageado, na formatura da turma 2011 de Comunicação Social (Jornalismo e Publicidade/Propaganda) do Isca Faculdades em 4/5/12.
Marcadores: amigos, celebração, educação, formatura, Isca Faculdades, jornalista
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 00:46 | 0 comentários
Reflexão
Às vezes o ser humano só aprende a dar valor quando perde.
Ou nunca aprende.
Ou nunca dará valor
(porque se um dia deu, não aceitará perder).
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 00:43 | 2 comentários
Car(r)os
Tirei esta foto para o "brother" Danilo Fernandes. Fui atravessar a rua em Boston (EUA) e ele estava ali, assim, sem ninguém, toda aberto.
Marcadores: automóveis, carro, veículos
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 00:16 | 0 comentários
Constatação
E a luzinha vai se apagando (tristemente)...
É a lei da vida.
Marcadores: vida
quinta-feira, 3 de maio de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 19:41 | 0 comentários
Viajar é preciso
A inquietude move o mundo. Desde sempre.
Naturalmente, analisamos as descobertas tendo nossa cultura como referência – e isto limita um pouco a visão e a compreensão do que encontramos. Neste sentido, é preciso tentar despir-se dos nossos pré-conceitos.
Independentemente de carregarmos nossas referências (o que é inevitável), uma viagem sempre nos transforma. No meu mais recente giro pelo exterior, confirmei a sensação na qual sempre acreditei: viajar abre fronteiras na mente, amplia horizontes na vida.
Difícil depois é voltar – e não se trata de subestimar o que é nosso (nosso país, nossa cidade, nosso bairro, nosso “mundinho”). Sou patriota e até um tanto ufanista. Não posso negar, porém, que tenho alma de aventureiro, de desbravador. De sonhador, em última instância. E, neste sentido, viajar e voltar é sempre um problema.
Desde os primórdios, o homem cria rituais e instrumentos (roupas, deuses, cânticos, objetos) para interagir com os demais do seu grupo, de outros grupos (seja por meio da guerra ou da paz) e com algo além. É a isto que se resume o que chamamos de cultura.
Vestígios destas manifestações estão hoje nos museus mundo afora. São os vestígios da aventura humana na Terra.
No fim, somos todos um.
Marcadores: experiência, museu, sociedade, viagens, vida
quarta-feira, 2 de maio de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 21:20 | 0 comentários
Frase
"Don´t talk, just walk."
Peter Parker, o Homem-Aranha, em texto da peça "SpiderMan - Turn Off the Dark", em cartaz na Broadway, em Nova York (EUA)
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 21:15 | 0 comentários
Reflexões de uma quarta-feira
Nunca pretendi fazer deste blog um diário. Aliás, não gosto muito de diários - lembranças são as que ficam naturalmente, não aquelas que forçosamente anotamos para guardar (estou me referindo a pessoas e situações de cunho emotivo, não a tarefas do dia-a-dia).
Contudo, apesar de não pretender fazer deste blog um diário, não posso deixar de observar que esta quarta-feira, 2 de maio, foi muito estranha. Estranhíssima!
Uma mistura confusa de sentimentos me invadiu a alma em questões pessoais e profissionais. Para nenhuma delas, encontrei uma resposta satisfatória - o que me atormenta de algum modo.
Sinto-me como um octógono no qual ferozmente duelam razão e emoção.
Sinto ter perdido o controle do meu pensamento.
Em um aspecto, esta quarta-feira marcou o encerramento de um ciclo. Temo pelo futuro. Temo pelo que restará.
Um ciclo que mais dia menos dia acabaria. Não esperava apenas que fosse abruptamente (ou até esperava, mas não queria). Não esperava que fosse NESTE momento.
O fato é que acabou. Para o bem ou para o mal, acabou. Triste e melancolicamente. Dura e silenciosamente.
A vida nos prega peças. No intervalo de um mês, muita coisa mudou. O que era fortaleza ruiu tal qual um castelo de areia. O que era certeza virou dúvida.
Queria que esta história tivesse um outro final (ou que nunca tivesse final). Pudera eu reescrevê-la... Não se muda, porém, o que está escrito.
Não vou dizer que não estou triste. Não vou dizer que está tudo bem. Não vou dizer que não podia ser diferente. Podia, mas o que é, é.
Não se faz nada sozinho. Não se constrói nada sozinho. Não em termos de relações humanas.
No fundo, no fundo são escolhas. Apenas isso, escolhas.
"Tá bom...", "Será?..."
"Game over???"
"Life will go on..."
Isto tudo me fez lembrar de um pequeno livro que li numa livraria de Toronto, no Canadá, no último dia 20. Era meio engraçadinho e ao mesmo tempo um tanto triste. Falava de animais e objetos que queriam ter amigos e/ou que perdiam amigos.
Confesso que não me lembro bem qual objeto/animal encerrava a história, mas era algo mais ou menos assim: uma árvore dizia ser amiga de um banquinho de madeira, que negava a amizade. Até que um dia a árvore virou um banquinho de madeira e, ao se encontrar feliz com o agora parceiro de fato, saudou a amizade que supostamente existia entre eles. E o banquinho encerrou a história manifestando em pensamento que continuava não sendo amigo da ex-árvore.
Será que eu virei um banquinho?
Marcadores: reflexão, sentimento
terça-feira, 1 de maio de 2012 | Postado por Rodrigo Piscitelli às 19:08 | 0 comentários
Impressões
Acabei com tudo
Escapei com vida
Tive as roupas e os sonhos
Rasgados na minha saída...
Mas saí ferido
Sufocando meu gemido
Fui o alvo perfeito
Muitas vezes
No peito atingido...
Animal arisco
Domesticado esquece o risco
Me deixei enganar
E até me levar por você...
Eu sei!
Quanta tristeza eu tive
Mas mesmo assim se vive
(...)
Eu sei!
O coração perdoa
Mas não esquece à toa
E eu não me esqueci...
Eu andei demais
Não olhei pra trás
Era solto em meus passos
Bicho livre, sem rumo
Sem laços!...
Me senti sozinho
Tropeçando em meu caminho
À procura de abrigo
Uma ajuda, um lugar
Um amigo...
Animal ferido
Por instinto decidido
Os meus rastros desfiz
Tentativa infeliz
De esquecer...
Eu sei!
Que flores existiram
Mas que não resistiram
A vendavais constantes
Eu sei!
Que as cicatrizes falam
Mas as palavras calam
O que eu não me esqueci...
("Fera Ferida", de Roberto Carlos e Erasmo Carlos)
Marcadores: música, sentimento
| Postado por Rodrigo Piscitelli às 19:06 | 0 comentários
Novo aviso
Voltei ao trabalho hoje. Após 30 dias de férias, dois países, 14 cidades, 11 voos (sendo quatro internacionais), duas viagens de ônibus e duas de trem, muita coisa vivida e muita história para contar.
Aos poucos, neste blog e no Piscitas - Travel & Fun irei relatando um pouco desta aventura.
Aos leitores que passaram por aqui durante minhas férias, obrigado.
